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- Começando o 3º Ano Vocacional do Brasil
A nossa Diocese, como Igreja sinodal, abre-se à vivência do 3º Ano Vocacional do Brasil, cujo tema é “Vocação: Graça e Missão” e o lema “corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24,32-33). Na tarde de sábado (19/11), dentro da programação do Conselho de Pastoral Diocesano foi apresentado aos participantes o Texto-Base do respectivo ano. Com o objetivo geral de “promover a cultura vocacional nas comunidades eclesiais, nas famílias e na sociedade, para que sejam ambientes favoráveis ao despertar de todas as vocações, como graça e missão, a serviço do Reino de Deus” (Texto-Base, n. 9), teremos a oportunidade de destacar a questão vocacional em nossas comunidades, pastorais, grupos e movimentos, num itinerário de discernimento, permitindo-nos entender que todos nós somos vocacionados, discípulos missionários para servir com alegria. Dois textos bíblicos aparecem no Texto-Base e também poderão ser retomados em nossas reflexões, pessoais e comunitárias, em vista de um aprofundamento da vocação, como Graça e Missão. O chamado dos Doze (cf. Mc 3,13-19) e a narrativa dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24,13-35). De um lado a convicção do chamado do Senhor como graça, pois Jesus “chamou os que ele mesmo quis” (Mc 3,13). Do outro, a clareza que nenhuma vocação se realiza no egoísmo do nosso fechamento, mas em saída missionária, porque nos move em direção aos outros. “Não estava ardendo o nosso coração, quando ele nos falava pelo caminho e nos abrira as Escrituras? Naquela mesma hora, levantaram-se e voltaram a Jerusalém” (Lc 24,32-33a). O 3º Ano Vocacional do Brasil servirá para nos dar mais clareza acerca da vocação, que não se reduz às vocações específicas, mas, em seu sentido mais profundo, tanto no âmbito pessoal, quanto comunitário compreende também o chamado à vida e à vida cristã a partir do Batismo. Entre as propostas para despertar as vocações, retomaremos os Encontros Vocacionais em nível diocesano, bem como realizaremos iniciativas paroquiais de promoção e animação vocacionais. Que cada um de nós, em nossas vivências eclesiais, contribua para a boa vivência do Ano Vocacional, por exemplo, fazendo parte da OVM (Obra das Vocações e Ministérios), a fim de que se crie em nossas comunidades uma sensibilidade vocacional, para que nos reconheçamos como chamados e enviados, discípulos missionários de Jesus Cristo, tal como os Doze que Jesus chamou para permanecerem com ele e os enviou para anunciar o Reino de Deus (cf. Mc 3,14). Pe Marcos Bento – Pastoral Vocacional
- “Eucaristia e Mistério Pascal: aspectos históricos e sistemáticos.” – Por Dom Armando Bucciol
A Igreja Brasil vive nesta semana o 18° Congresso Eucarístico Nacional na Arquidiocese de Recife, com o tema “Pão em Todas as Mesas”. Neste sábado (12) o nosso bispo Diocesano Dom Armando Bucciol foi convidado a participar do Simpósio Teológico com a Conferência “Eucaristia e Mistério Pascal: aspectos históricos e sistemáticos.” Leia a seguir, na integra, o texto apresentado por Dom Armando Bucciol no 18° Congresso Eucarístico Nacional Clique aqui: Congresso-Eucaristico-Recife-2022
- Formação para catequistas na paróquia do Taquarí
Foi realizado na manhã do último domingo (23/10) o encontro de Formação para Catequistas. O evento foi realizado pela Equipe de Formação da Paróquia do Senhor Bom Jesus do Taquari, composta pelo Pe. Marcelo Pires, Irmã Aparecida, Chirlene Dourado e a Coordenadora Márcia Rosania. O encontro teve como temas: “A importância da formação para os agentes de pastorais”, ministrado pelo professor Adilson e “Planejamento na catequese” ministrado pela catequista Chirlene Dourado. O evento contou com a participação dos catequistas da matriz e das comunidades, além do grupo de música, composto por Alane Ramos, Lakshimi Andrade e Mariana Sales. Este já foi o terceiro encontro de formação realizado pela paróquia, que vê a necessidade de trabalhar as dimensões da formação do catequista, pois trata-se de um processo permanente e amplo que, além do conhecimento bíblico e doutrinário, passa também pelas experiências de vida que, bem compreendidas e colocadas diante de Deus, levam à uma capacidade maior de dialogar, acolher, ter compaixão e respeito pelo que outros estão vivendo. Isso é missão do catequista, mas também da comunidade como um todo. A vocação do catequista representa o cumprimento objetivo da missão que Jesus Cristo nos designou: “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-os a observar tudo o que vos tenho ordenado” (Mt 28,19-20)
- Paróquia de Ibipitanga em missão!
A Paróquia de Santa Luzia de Ibipitanga, motivada pelo Ano Jubilar Missionário viveu dias de intensa evangelização ao longo do mês de outubro. Tanto nas ações pastorais, quanto no ambiente digital diversas iniciativas contribuíram para a renovação da consciência batismal e do compromisso dos cristãos católicos com a ação evangelizadora da Igreja. Membros das Comunidades Eclesiais Missionárias, das Pastorais, Grupos e Movimentos acolheram a proposta de visitar as famílias e celebrar com elas a novena missionária, como Igreja em saída que vai ao encontro das pessoas. Com o tema “A Igreja é Missão” e o lema “sereis minhas testemunhas” (At 1,8), grupos espalhados na sede e na zona rural puderam refletir com a Palavra de Deus, compartilhar testemunhos missionários e rezar pela obra missionária da Igreja em todo o mundo. O encerramento da Novena aconteceu no Auditório do Centro Pastoral com o Encontro Laços para casais, promovido pela Pastoral Familiar. Na oportunidade, inúmeros casais receberam orientações acerca do fortalecimento dos vínculos afetivos e de como viver o matrimônio no Senhor. No último domingo (23/10), Dia Mundial das Missões, nas Missas e nas celebrações da Palavras, os fiéis realizaram a Coleta Missionária. E para confirmar a importância da missão, como o jeito de ser Igreja no amor evangélico e no serviço ao próximo, alguns leigos e leigas com o Pe Marcos Bento foram enviados à Comunidade de Nossa Senhora da Saúde, na Tabua do Norte, para realizar uma ação missionária.
- Diocese promove encontro com os secretários(as) paroquiais
Aconteceu na última quarta-feira (19/10), depois de um longo tempo por conta da pandemia, um encontro com os padres e todos (as) secretários (as) paroquiais da diocese. A motivação inicial foi uma capacitação acerca do sistema eclesial da Theós, ministrada pelo ecônomo diocesano o padre Jandir e por Adielson da contabilidade. Nosso bispo diocesano, Dom Armando, finalizou o encontro agradecendo a dedicação e a presença de todos (as). Foi um momento muito bom, de aprendizado e de partilha.
- Celebração do Sacramento da Crisma, na Igreja Matriz de Piatã
No dia 15 de outubro do presente ano, em solene celebração Eucarística, presidida pelo nosso Reverendíssimo Sr. Bispo Dom Armando e concelebrada pelo nosso Pároco Pe. Jucimar, em solene celebração Eucarística, aconteceu o Sacramento da Crisma de onze jovens de nossa Paróquia.
- Piatã, Celebra a Festa da Co Padroeira Nossa Senhora do Rosário
No dia 07 de outubro do corrente ano, em solene celebração Eucarística, aconteceu a festa em louvor a Nossa Senhora do Rosário, Co Padroeira de nossa Cidade. Sendo presidida pelo Pe. Samuel, que por muito tempo esteve a frente dessa paróquia e concelebrada pelo nosso Pároco Pe. Jucimar.
- PASTORAL LITÚRGICA E EQUIPES
Uma exigência de nossa vida eclesial no que se refere à liturgia é a efetiva organização da Pastoral litúrgica . Também se em todas as paróquias existem grupinhos que atuam para as celebrações, precisamos dar mais um passo: organizar uma verdadeira Pastoral . Por isso, eis algumas sugestões, que, há anos, encontram-se num documento (n. 43) da CNBB (Comissão da Liturgia) [1] . É preciso distinguir, antes de tudo, entre Equipe de Pastoral litúrgica – que deve ser estável e formada por pessoas que tiveram uma específica formação – e Equipes de celebração que, orientadas pela primeira, organiza e anima as específicas celebrações . Equipe de Pastoral litúrgica A meta da Equipe de Pastoral litúrgica é favorecer a participação ativa nas ações litúrgicas, em vista da edificação da Igreja em comunidades vivas, comprometidas com a missão de Jesus Cristo e com a prática da caridade. Ela atua em vista da animação da vida litúrgica numa paróquia, e tem como funções: planejar, animar, coordenar e avaliar a vida litúrgica das comunidades;•zelar pela dimensão celebrativa do conjunto da ação evangelizadora e pastoral, da qual a liturgia é fonte e culminância; constituir, formar e fortalecer as equipes de celebração nas comunidades; garantir a celebração do mistério pascal de Cristo, dando particular atenção às celebrações dos tempos significativos do Ano Litúrgico; introduzir os fiéis nas diferentes formas celebrativas, na oração pública da Igreja, fonte de piedade e alimento da oração pessoal (cf. SC 90). integrar as diferentes equipes de celebração da Palavra de Deus, da Eucaristia e dos demais sacramentos e sacramentais; construir, pela liturgia, comunidades eclesiais vivas e missionárias. Em síntese , as principais tarefas da Equipe de Pastoral litúrgica são: animação da vida litúrgica, planejamento, coordenação, formação, assessoria e avaliação. A equipe de Pastoral litúrgica integra pessoas engajadas na vida da comunidade que, animadas pela fé, assumem e realizam de forma corresponsável e competente o serviço de animação litúrgica. O ideal é que ela seja plural, isto é, que reflita e integre a diversidade de idades, sensibilidades e engajamentos nas diversas dimensões da pastoral da Igreja [2] . A equipe de Pastoral litúrgica atua bem quando constituída por pessoas que amam a liturgia e prestam serviço de forma gratuita e desinteressada, aceitando trabalhar em equipe e aderindo-se ao processo de formação permanente. Ela é, antes de tudo, uma equipe de vida, de oração, imbuída do espírito do serviço gratuito e comprometida com a santidade e a espiritualidade da comunidade. Para uma efetiva participação e crescimento eclesial, é muito importante que, periodicamente, se renove o quadro de seus membros. Isto evitará os monopólios, o cansaço e a rotina [3] . Equipe de celebração [4] Estas são encarregadas diretamente das celebrações da Palavra de Deus, da Eucaristia (missas), do Batismo, do Matrimônio, das Exéquias e das Bênçãos nas paróquias e comunidades. Destas equipes fazem parte, especialmente, leitores, Ministros da sagrada comunhão eucarística, recepcionistas, salmistas, cantores e instrumentistas, animadores, comentaristas e ministros que presidem. Tarefas da equipe de celebração A equipe de celebração tem como tarefas: preparar, com certa antecedência, as celebrações, de forma criativa, simples, alegre, acolhedora, participativa e adaptada à cultura e à experiência religiosa da comunidade; organizar o espaço celebrativo de modo agradável, acolhedor e orante; preparar tudo o que for necessário para uma determinada celebração; prever os diferentes elementos e momentos da celebração, tendo em vista a integração entre o mistério celebrado e a vida das pessoas; escolher os cânticos e hinos levando em conta os momentos da celebração, o tempo litúrgico e a experiência da comunidade; distribuir corresponsavelmente as diversas funções e serviços; preparar-se técnica e espiritualmente para o desempenho competente das funções litúrgicas, tendo em vista a participação ativa da assembleia, definido também expressões e gestos simbólicos; avaliar, periodicamente, a prática celebrativa à luz da vida da Comunidade eclesial e da vida como um todo, isto é, enraizada na realidade do bairro, da cidade ou do meio rural. A liturgia deverá ser sensível às condições do povo [5] . Pede-se às Equipes de celebração para evitar o uso de folhetos litúrgicos. A atenção de todos deve estar centrada no altar, no ambão e na ação de quem preside ou anima a celebração. A proclamação da Palavra de Deus, das Orações Eucarísticas e das outras Orações deve ser acompanhada, ouvida e vivenciada com o olhar e o coração voltados para as pessoas que exercem em nome de Cristo o ministério litúrgico. Como povo sacerdotal não somos leitores de folhetos, mas atores da liturgia. [1] CNBB. Animação da Vida Litúrgica no Brasil. (Documento 43). [2] Cf. CNBB. Animação da Vida Litúrgica no Brasil. (Documento 43), n. 216. [3] Idem., n. 216. [4] Cf. Idem, n. 217. [5] Cf. Ibidem, n. 194.





