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  • Benção da pedra fundamental do Centro Pastoral da Paróquia Senhor Bom Jesus de Piatã

    Dia 24 de julho, na Solene Celebração Eucarística, presidida pelo nosso Bispo Dom Armando Bucciol e concelebrada   pelo Pároco Pe. Jucimar, foi dado a Benção da pedra fundamental do Centro Pastoral da Paróquia de Piatã.

  • GRAÇA E ARTE DE PRESIDIR – I

    GRAÇA E ARTE DE PRESIDIR – I Na Assembleia Geral da CNBB, em 2013, a Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, ao apresentar os “Assuntos de liturgia”, destacou a urgente necessidade de  melhorar a formação litúrgica  dos que na Igreja exercem o  ministério da Presidência litúrgica.  Afirmava-se: “Esmerada formação é exigida por parte daqueles que se preparam para o exercício do ministério pastoral para que a ação litúrgica (o rito) expresse devidamente o mistério celebrado e leve a uma experiência de fé, deixando transparecer a ação de Cristo Ressuscitado e de seu Espírito” [1] . Presidir uma celebração litúrgica é, antes de tudo, uma questão de fé; mas exige diferentes cuidados e competências, de tal forma que podemos dizer que é também uma questão de  arte . Por isso, continuando no assunto, falamos da  arte de presidir . Questionamentos Como avaliamos as celebrações litúrgicas de nossas Comunidades e aquelas às quais ‘assistimos’ nas TVs? Com quais critérios julgamos que uma celebração litúrgica foi realizada ‘com arte’ e, sobretudo, de acordo com o espírito e a espiritualidade da nossa Igreja? Como definir, então, a  arte de presidir ? Se por um lado não faltam exemplos de celebrações dignas, ricas em conteúdo e nobres no estilo celebrativo, em sintonia com as orientações da Igreja, por outro, ‘assistimos’ a celebrações que deixam a desejar, justificando, assim, algumas críticas a respeito, não à Reforma litúrgica, mas à sua execução.  Com o desejo de suscitar reflexão – entre nós Pastores, antes de tudo, como também nos lugares de formação – proponho, em nome da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, estas reflexões construídas ao redor de alguns questionamentos: que ‘traços’ humanos e espirituais deve ter quem, por vocação, é chamado a presidir a Liturgia, sobretudo a celebração da Eucaristia, memorial da Páscoa do Senhor? Que ‘modelo’ de Liturgia é (deveria ser) oferecido hoje ao povo de Deus por quem ‘guia’ a Liturgia e a Comunidade (lembremos que as duas dimensões não podem ser separadas!)” [2] ? Quando uma celebração litúrgica pode ser considerada bonita, autêntica, verdadeira ‘obra de Deus’ ( opus Deu ) como a chamavam os antigos? Modelos celebrativos e espiritualidade litúrgica a)A formação litúrgica deve conduzir a compreender, por experiência, o sentido do  mistério  que toda ação litúrgica põe nas mãos, de forma especial, de quem foi escolhido para estar à frente do povo de Deus.  Formação verdadeira se dá somente quando o candidato se alimenta na escola da espiritualidade litúrgica . Esse caminho, feito de estudo e de experiência, vai transformando o candidato que, ordenado presbítero, tornar-se-á verdadeiro educador do povo, por que aprendeu a se alimentar nesta fonte. O papa Bento XVI, na Exortação Apostólica pós-sinodal  Sacramentum Caritatis  (SaCa), observa: “Visto que a liturgia eucarística é essencialmente ação de Deus que nos envolve em Jesus por meio do Espírito, o seu fundamento não está à mercê do nosso arbítrio e não pode suportar a chantagem das modas passageiras” (SaCa 37). Quem preside a Eucaristia deve conhecer os passos que conduzem a uma autêntica experiência de fé para orientar a Comunidade inteira. Esta é a verdadeira  mistagogia  que, desde os Padres da Igreja, pertence à alma mais íntima da iniciação cristã. Trata-se de uma competência a ser cultivada desde os primeiros anos da formação presbiteral, e não só nos estudos teológicos e litúrgicos, mas, sobretudo, de forma experiencial, nas celebrações cotidianas no seminário ou casas de formação. Assim, aos poucos, o candidato ao ministério ordenado deve conhecer as grandes “leis” da liturgia e, ainda mais, amadurecer uma profunda espiritualidade. A esse respeito, ainda o papa Bento XVI, falando de  beleza e liturgia , escreve: “A verdadeira beleza é o amor de Deus que nos foi definitivamente revelado no mistério pascal… A beleza não é um fator decorativo da ação litúrgica, mas seu elemento constitutivo” (SaCa 35). Dom Armando [1]  O texto prossegue: “Isto exige espiritualidade. Celebrações realizadas com serenidade e sensibilidade simbólica, capazes de suscitar experiência espiritual. Merecerá a devida atenção uma sensata criatividade. A iniciação litúrgica de todos é uma ‘obra de grande amplitude, que deve começar nos seminários e casas de formação e continuar ao longo de toda a vida’” (VQA 15). [2]  Quem vive as fadigas pastorais, bem sabe como é complexo o exercício do ministério. Boa parte dos sacerdotes (bispos e padres) está com a agenda cheia para atender às exigências (mínimas) das pessoas e das Comunidades, distantes. Ainda mais as razões da participação às celebrações litúrgicas nem sempre estão de acordo com o que a Igreja propõe. Às vezes o povo é movido por razões espúrias (devocionismo, hábitos sociais… ou até magia e superstição). As fadigas do atendimento pastoral, sem excluir outras razões e dificuldades ligadas à pessoa do ministro, não favorecem que nas celebrações se crie aquele clima de fé e oração que favoreça um vivo contato com o Senhor.

  • Nossa Igreja Diocesana em Festa

    A Diocese de Livramento de Nossa Senhora, terra de evangelização e de fé, celebrará no próximo dia 23 os seus 55 anos de Criação e Instalação Canônica. #diocesedelivramento #55Anos #igrejamissionária

  • Festa de São Bento em Ibicoara

    No último dia 11 de julho, memória litúrgica de São Bento Abade, a Paróquia de Ibicoara celebrou a festa do seu padroeiro, o glorioso São Bento. Depois dos nove dias de oração e reflexão inspirados na Carta Pastoral do nosso Bispo Diocesano, Dom Armando Bucciol, que traz como tema: “Avancem para águas mais profundas” (Lc 5,4), todas as comunidades da paróquia reuniram-se de forma bem representada, para a Celebração Eucarística em honra ao grande São Bento. A celebração aconteceu às 16:00h em frente à Igreja Matriz da cidade, presidida pelo Pe. Max Sabrino, administrador paroquial, e contou com a presença de mais sete padres: Pe. Marcos Bento, Pe. Renato Aguiar e Pe. Jandir Silva, que são filhos da terra; Pe. Gilberto Santana e Pe. Pablo Dourado, da Diocese de Livramento; Pe. Adson Coelho e Pe. Rafael Alves, da Arquidiocese de Vitória da Conquista. As comemorações foram encerradas com a procissão pelas ruas da cidade, acompanhada pela Filarmônica 23 de Dezembro da cidade de Mucugê e pela apresentação cultural do reisado Estrela do Divino, que muito contribuíram para o resgate da história de fé e identidade dos fiéis daquela paróquia.

  • Encontro Diocesano das Famílias

    A Diocese de Livramento de Nossa Senhora realizou neste domingo, 10 de julho, o Encontro Diocesano das Famílias. Organizado pela Pastoral Familiar o encontro iniciou com a Santa Missa, presidida pelo bispo diocesano, Dom Armando Bucciol. Tivemos também uma reflexão sobre o Tema: O amor na família: vocação e caminho de santidade , que motiva as reflexões neste ano e será trabalhado na Semana Nacional da Família. Contamos ainda com Partilhas de experiências da vida de algumas famílias e a organização da Caminhada da Pastoral Familiar nas paróquias, Propostas para a Semana Nacional da Família e motivação para retomada dos encontros nos Vicariatos.

  • Julho é dedicado ao dizimo em Nossa Diocese, rezemos juntos!

    “Recebei, Senhor, o nosso DÍZIMO. Não é uma esmola porque não sois mendigo. Não é uma simples contribuição, porque não precisais dela. Esta importância representa, Senhor, o nosso reconhecimento, amor e participação na vida e na comunidade, pois o que temos recebemos de Vós. Amém!”.

  • Solenidade da Natividade de São João Batista

    Na última sexta-feira, 24 de junho, a Paróquia de Dom Basílio festejou solenemente o seu padroeiro, São João Batista. A grande festa foi antecedida pela peregrinação com a imagem do padroeiro, que percorreu todas as comunidades da Paróquia, e pelo solene novenário, iniciado no dia 15. Foram dias intensos onde tivemos a oportunidade de alimentar a nossa fé, crescendo e amadurecendo no seguimento a Jesus. Este ano refletimos sobre a Carta Pastoral do nosso Bispo, seguindo o tema: “Avancem para águas mais profundas”. Nos últimos dois anos, vivemos muitas restrições devido à pandemia, mas neste ano contamos com a numerosa participação dos fiéis e com um exemplar engajamento dos leigos, que não só participaram, mas ajudaram nas reflexões ao longo do novenário. A Celebração Eucarística da Natividade de São João Batista foi realizada às 10h, em frente à matriz, presidida por Dom Armando e concelebrada pelos padres: Júlio César, Pablo Wilson, Marcelo, Weverson, Gilvânio e Toninho. Contanto com um grande número de fiéis, que lotou a Praça São João, a assembleia participou de modo ativo e consciente da santa liturgia. À tarde, às 16h, foi celebrada a Missa solene do Sagrado Coração de Jesus, seguida de procissão, onde foram conduzidas as imagens de São João e do Sagrado Coração. Os festejos foram encerrados com o rito do Te Deum laudamos e Bênção do Santíssimo Sacramento.

  • DIANTE DO ALTAR QUE O PASSADO LEGOU

    Dez dias ao Santíssimo Sacramento de Rio de Contas, uma bela festa! O costume paroquial de fazer vem da primeira metade do século XVIII, mas o jeito e empenho com que se realiza são absolutamente atuais: primeiro as reuniões, planejamento, envio de correspondências, distribuição das funções, recordação dos afazeres em vista da tradição e manutenção do legado recebido; depois, os ensaios, ajustes na organização e, por fim, a execução celebrativa que contagia a todos. Em comunhão com as orientações diocesanas, neste ano rezamos a partir da XV carta pastoral de Dom Armando, cujo título é “avancem para águas mais profundas”, tirado de Lc 5,4. A cada noite um padre compareceu para refletir o tema, durante a novena, sendo essa sempre concluída com a Bênção do Santíssimo Sacramento.  Também os três corais da matriz se revezaram quanto aos cantos, por noite. Ponto mais alto da festa, a Missa solene, foi presidida por Dom Armando Bucciol, bispo diocesano, e concelebrada por vários padres, contando com a presença de inúmeros fiéis, vindos das comunidades rurais da Paróquia e de outras e localidades. Depois, o Santíssimo Sacramento, como acontece todos os anos, ficou exposto à adoração pública até às dezesseis horas, quando saiu em procissão pelo centro histórico, onde foram dadas três bênçãos, sendo a quarta oficiada na igreja matriz, antecedendo a reposição. Antes, aproximando o dia 16 de junho, data da solenidade, os turistas começaram a chegar, nem todos movidos pela fé, é verdade, mas atraídos pela beleza e aconchego da cidade e para apreciarem a tradição rio-contense da “noite das lanternas”, na véspera da festa, quando a iluminação elétrica das ruas é desligada, dando espaço à luz de velas botadas em luminárias artesanalmente confeccionadas e postas nas paredes das casas, das igrejas e dos prédios públicos; também os tapetes preparados por várias mãos, sobretudo de professores e estudantes, pelo centro histórico à passagem da procissão, dada sua particular beleza, atraem a atenção dos visitantes. Dada sua proporção e abrangência cultual, a festa sempre conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Rio de Contas, neste ano responsável pela sonorização, disponibilização de cadeiras e toldos para acomodar os fiéis durante a missa, e também por assumir, através da secretaria municipal de educação e cultura, a aquisição de materiais necessários e confecção dos tapetes para a procissão, além de organizar o lugar das bênçãos. Por conta da COVID-19, em 2020 e 2021 a tradicional procissão foi substituída pela visita do Santíssimo Sacramento aos bairros ao redor da matriz. Atendendo solicitação da população, o gesto foi mantido neste ano, no domingo anterior à solenidade. A acolhida das pessoas que enfeitaram a frente de suas casas e aguardaram a solene passagem de Cristo foi impressionante. Tudo isso, de matiz religioso, acaba gerando grande movimentação na cidade: além de reavivar a fé no povo de Deus, a festa de Corpus Christi aquece o comércio local, lota pousadas, valoriza a história e reflete Rio de Contas no cenário brasileiro e fora dele como um local de destaque cultural sem par na Chapada Diamantina. Isso comporta, inclusive, uma dedicação extremada da Secretaria Municipal de Turismo, que se dedica em fazer o que lhe compete da melhor maneira possível. A parte religiosa propriamente dita fica a cargo da Paróquia do Santíssimo Sacramento de Rio de Contas, envolvendo não somente o Conselho paroquial, mas muitas outras mentes braços, que se dedicam sem reservas, em todas as fases da festa, numa soma de dons e carismas colocados a serviço de todos. Vale ressaltar o belo e valioso trabalho da PASCOM, responsável pela divulgação e transmissão da festa, cujo serviço faz emergir um novo jeito de participação daqueles a quem estamos aprendendo a chamar de “paroquianos virtuais”. Cuidemos, portanto, em manter o que nos foi deixado como herança daqueles que aqui nos antecederam na verdadeira fé, expressão do mais alto e justo louvor Àquele diante do qual há séculos Rio de Contas permanece curvado. Foto : Ednilton Meireles Foto : Ednilton Meireles

  • Diante do Altar que o passado legou

    Dez dias ao Santíssimo Sacramento de Rio de Contas, uma bela festa! O costume paroquial de fazer vem da primeira metade do século XVIII, mas o jeito e empenho com que se realiza são absolutamente atuais: primeiro as reuniões, planejamento, envio de correspondências, distribuição das funções, recordação dos afazeres em vista da tradição e manutenção do legado recebido; depois, os ensaios, ajustes na organização e, por fim, a execução celebrativa que contagia a todos. Em comunhão com as orientações diocesanas, neste ano rezamos a partir da XV carta pastoral de Dom Armando, cujo título é “avancem para águas mais profundas”, tirado de Lc 5,4. A cada noite um padre compareceu para refletir o tema, durante a novena, sendo essa sempre concluída com a Bênção do Santíssimo Sacramento.  Também os três corais da matriz se revezaram quanto aos cantos, por noite. Ponto mais alto da festa, a Missa solene, foi presidida por Dom Armando Bucciol, bispo diocesano, e concelebrada por vários padres, contando com a presença de inúmeros fiéis, vindos das comunidades rurais da Paróquia e de outras e localidades. Depois, o Santíssimo Sacramento, como acontece todos os anos, ficou exposto à adoração pública até às dezesseis horas, quando saiu em procissão pelo centro histórico, onde foram dadas três bênçãos, sendo a quarta oficiada na igreja matriz, antecedendo a reposição. Antes, aproximando o dia 16 de junho, data da solenidade, os turistas começaram a chegar, nem todos movidos pela fé, é verdade, mas atraídos pela beleza e aconchego da cidade e para apreciarem a tradição rio-contense da “noite das lanternas”, na véspera da festa, quando a iluminação elétrica das ruas é desligada, dando espaço à luz de velas botadas em luminárias artesanalmente confeccionadas e postas nas paredes das casas, das igrejas e dos prédios públicos; também os tapetes preparados por várias mãos, sobretudo de professores e estudantes, pelo centro histórico à passagem da procissão, dada sua particular beleza, atraem a atenção dos visitantes. Dada sua proporção e abrangência cultual, a festa sempre conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Rio de Contas, neste ano responsável pela sonorização, disponibilização de cadeiras e toldos para acomodar os fiéis durante a missa, e também por assumir, através da secretaria municipal de educação e cultura, a aquisição de materiais necessários e confecção dos tapetes para a procissão, além de organizar o lugar das bênçãos. Por conta da COVID-19, em 2020 e 2021 a tradicional procissão foi substituída pela visita do Santíssimo Sacramento aos bairros ao redor da matriz. Atendendo solicitação da população, o gesto foi mantido neste ano, no domingo anterior à solenidade. A acolhida das pessoas que enfeitaram a frente de suas casas e aguardaram a solene passagem de Cristo foi impressionante. Tudo isso, de matiz religioso, acaba gerando grande movimentação na cidade: além de reavivar a fé no povo de Deus, a festa de Corpus Christi aquece o comércio local, lota pousadas, valoriza a história e reflete Rio de Contas no cenário brasileiro e fora dele como um local de destaque cultural sem par na Chapada Diamantina. Isso comporta, inclusive, uma dedicação extremada da Secretaria Municipal de Turismo, que se dedica em fazer o que lhe compete da melhor maneira possível. A parte religiosa propriamente dita fica a cargo da Paróquia do Santíssimo Sacramento de Rio de Contas, envolvendo não somente o Conselho paroquial, mas muitas outras mentes braços, que se dedicam sem reservas, em todas as fases da festa, numa soma de dons e carismas colocados a serviço de todos. Vale ressaltar o belo e valioso trabalho da PASCOM, responsável pela divulgação e transmissão da festa, cujo serviço faz emergir um novo jeito de participação daqueles a quem estamos aprendendo a chamar de “paroquianos virtuais”. Cuidemos, portanto, em manter o que nos foi deixado como herança daqueles que aqui nos antecederam na verdadeira fé, expressão do mais alto e justo louvor Àquele diante do qual há séculos Rio de Contas permanece curvado.

  • Festa em louvor a Santo Antônio, padroeiro da paróquia de Iramaia

    Na última segunda (13), a comunidade paroquial de Iramaia encerrou o trezenário e celebrou a festa do seu Padroeiro, Santo Antônio. Antônio de Pádua, um dos santos mais populares e amados do Brasil, conhecido por sua humildade, amor e atenção, foi aclamado por muitos fiéis iramaienses nos treze dias celebrativos. Neste ano de 2022, foi refletido o tema “Dízimo, sinal de Amor e Fé!”, que foi acolhido e meditado pelos paroquianos durante a trezena. O trezenário contou com a participação dos padres Renato Aguiar, Gonçalo Aranha, Marcos Aguiar, Adriano Bonfim, Pablo Wilson, Max Sabrino. Dom Armando Bucciol esteve presente na véspera da festa, presidindo a santa missa da Solenidade da Santíssima Trindade e aniversário da dedicação da Igreja Matriz de Santo Antônio de Iramaia. As festividades do dia de Santo Antônio teve início às 06h da manhã com a alvorada. Às 16h foi realizada a Solene Celebração Eucarística presidida pelo padre Gilberto e participada por um grande número de fiéis, em seguida aconteceu a procissão com a imagem de Santo Antônio pelas ruas da cidade. Os festejos foram concluídos no arraiá de Santo Antônio com um forró animado por músicos da terra na tradicional barraquinha, onde os participantes puderam se divertir e degustar comidas e bebidas típicas. Gratidão a Deus e a todos que colaboraram com a realização dos festejos do excelso padroeiro. Que Santo Antônio rogue por todos e nos ajude a viver sempre mais fiéis ao amor e a partilha!

  • II Semana Eucarística em Ibipitanga: catequeses sobre o Mistério de Amor

    Entre os dias 13 a 15 de junho foram realizadas, no Auditório do Centro Pastoral, uma série de 03 catequeses eucarísticas conduzidas pelo Pe. Marcos Bento, na 2ª edição da “Semana Eucarística” na Paróquia de Santa Luzia em Ibipitanga. Os encontros formativos foram abertos e tiveram o objetivo de resgatar o valor da Eucaristia, para construir um itinerário que ofereça maior compreensão do Mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus para bem celebrá-lo, como modo de preparar os fiéis à Solenidade do Corpus Christi. Os pilares deste itinerário foram a Fé, a Comunhão e a Participação Ativa dos Fiéis, que destacaram a importância de cultivar o amor eucarístico pela fé, como único meio de promover a unidade e a comunhão necessária na vida eclesial através da participação ativa e frutuosa dos fiéis em nossas comunidades. Para cada encontro, os fiéis participantes receberam  exercícios espirituais impressos que promoviam a leitura dos textos bíblicos, um roteiro de oração e questões provocativas para reflexões sobre a força da Eucaristia nos gestos e ações do quotidiano das relações humanas. Participaram, em média, 100 pessoas nesse período dos três encontros.

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