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- GRAÇA E ARTE DE PRESIDIR – III
A arte da presidência litúrgica: sugestões práticas Presidir é uma arte . E toda arte se aprende aos poucos. Também a do ministério da Presidência. As dificuldades aparecem quando se passa à aplicação concreta dos grandes princípios. Para isso, pede-se humildade, esforço, aprendizagem. Concretamente, talvez seja mais fácil detectar defeitos que apontar modelos celebrativos! A arte de presidir comporta não só habilidade técnica! Pede competência teológica e consciência do valor salvífico daquilo que se celebra; conhecimento das regras da linguagem simbólica e capacidade para usar as modalidades expressivas da comunicação! Um critério importante nos é dado, ainda, pela Exortação SaCa 40: “ A simplicidade dos gestos e a sobriedade dos sinais , situados na ordem e nos momentos previstos, comunicam e cativam mais do que o artificialismo de adições inoportunas” [1] . O grande teólogo Romano Guardini já falava da necessidade de colher o sentido mais belo e profundo da liturgia como arte e como jogo, quando, em sua obra O Espírito da liturgia (1919) , escrevia: “Brincar diante de Deus, não criar, mas ser uma obra de arte, tal é a essência mais íntima da liturgia. Daí a sublime mistura de seriedade profunda e de divina alegria que nela se vê. O cuidado meticuloso com que ela determina em mil prescrições ou detalhes das palavras, movimentos, vestes, cores e gestos, não pode ser compreendido senão por quem leva a sério a Arte e o Brinquedo”. O papa Bento XVI, que de Guardini foi discípulo, destaca a “necessidade de superar toda e qualquer separação entre a arte da celebração e a participação plena, ativa e frutuosa de todos os fiéis”. E conclui : “O primeiro modo de favorecer a participação do povo de Deus no rito sagrado é a condigna celebração do mesmo; a arte da celebração é a melhor condição para a participação ativa” (SaCa 38),. Para isso, a pessoa deve ter capacidades quase inatas: por ex., para proclamar um texto, exige-se comportamento e gestos espontâneos e sóbrios, voz flexível e cativante, o olhar expressivo, capacidade – intuição – de adaptar à realidade de cada Assembleia orante, gosto pelo belo, senso do ritmo e da música etc. Todas qualidades que devem ser alimentadas à luz da fé para que se tornem instrumentos de comunicação da Palavra e expressões do divino que age em nós. Tornam-se significativas, mais uma vez, as palavras de papa Bento XVI: “A verdadeira beleza é o amor de Deus que nos foi definitivamente revelado no mistério pascal… A beleza da liturgia pertence a este mistério… A beleza não é um fator decorativo da ação litúrgica, mas seu elemento constitutivo, enquanto atributo do próprio Deus e de sua revelação” (SaCa 35). Como e onde aprender ? Aprende-se fazendo! Grande mestra é a Comunidade em que vivemos. Existe uma reciprocidade educativa entre a Comunidade celebrante e o seu Presidente. Este deve colocar sua pessoa toda ao serviço do anúncio e da celebração. Para isso, deve compreender o sentido e o valor dos gestos, o uso da palavra e do silêncio, dos símbolos e da coordenação, tudo feito com simplicidade e espontaneidade. Pede-se autenticidade em cada ação, isto é, algo que vem de dentro, das convicções mais profundas da própria humanidade e da fé. Cada gesto deve estar em sintonia com o papel presidencial: o tom da voz, nem frio nem sentimental; a postura com dignidade, mas não hierática; o gesto simples, mas não banal; o olhar atento, mas não controlador. E assim em diante. Esses e mais cuidados para criar um clima de oração, participação e fé. Dom Armando [1] Continua: “A atenção e a obediência à estrutura própria do rito, ao mesmo tempo em que exprimem a consciência do caráter de dom da Eucaristia, manifestam a vontade que o ministro tem de acolher, com dócil gratidão, esse dom inefável”.
- Paróquia de Rio do Pires realiza Encontro com os zeladores da Pastoral do Dízimo
No último Domingo (31/07), aconteceu no Centro Pastoral Paroquial o 1⁰ Encontro Paroquial dos Zeladores do Dízimo, com representantes dos cinco grupos presentes na Paróquia: Sede, Ibiajara, Alagoinhas, Placa e Setor 04 (Varzinha). Foi rico momento de encontro, oração, partilha e formação. Após a acolhida e palavra inicial do Pe. Weverson, iniciou-se o momento de formação Pastoral, explicando e orientando caminhos certos a trilhar, e de como se deve conduzir a pastoral do Dízimo. Terminada a explicação, os participantes, divididos em grupos, refletiram sobre as alegrias, motivações e dificuldades na participação da pastoral e na Igreja, reflexões partilhadas numa plenária conclusiva. Que Deus abençoe e Maria Santíssima inspire sempre a caminhada cristã e eclesial de todos os fiéis católicos.
- Festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Tanhaçu
A Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Tanhaçu celebrou neste sábado dia 30 a sua padroeira. Durante o novenário em comunhão com a proposta diocesana, foi refletido a temática sobre o Dízimo. O dia festivo iniciou com a alvorada, tendo seu ápice com a Celebração da Santa Missa, presidida pelo nosso Bispo Dom Armando Bucciol e concelebrada pelo nosso Pároco Pe. Marco e pelos padres: José Aparecido, Jucimar e Adriel. Neste dia, a paróquia também celebrou seus 60 anos de fundação. Após a Missa, a imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi conduzida em procissão pelas ruas da cidade.
- A Igreja em festa! Nossa Diocese Celebra 55 Anos
Nossa Igreja diocesana está caminhando há cinquenta e cinco anos. Essa história foi celebrada de maneira festiva no último dia 23 de julho através da Santa Missa na catedral diocesana. Sob o olhar materno de Nossa Senhora do Livramento, e com ela, pudemos cantar as maravilhas realizadas neste pedaço de chão. Pelas mãos e pela voz do nosso Bispo diocesano Dom Armando Bucciol, foram colocados no altar do Senhor o testemunho e o ministério de inúmeros homens e mulheres que, no desenrolar desses anos deram de si, de sua força e de sua inteligência para que o Reino de Deus aqui acontecesse. Antecedeu essa festiva celebração um encontro do nosso CPD (Conselho diocesano de pastoral), marcando, assim, o final da Etapa Diocesana do Sínodo convocado pelo Papa Francisco, em andamento. Esse momento marca a caminhada da nossa Igreja particular, que vive o projeto diocesano “Igreja Missionária a Serviço do Evangelho” baseado pela XV Carta Pastoral de Dom Armando Bucciol: “Avancem para águas mais profundas”, que nos convida a formar uma Igreja cada vez mais aberta e disponível a ação missionária.
- AGOSTO: Mês Vocacional
“Que este Mês Vocacional possa aquecer o coraç ão de cada pessoa, de cada cristão para esse despertar vocacional de toda a Igreja. A Igreja vive a vocação sempre como graça e missão porque Jesus está vivo e nós somos testemunhas.” “Nós somos suas testemunhas, a exemplo de Maria Madalena no Evangelho, e a nossa missão como Igreja é anunciar a todo mundo que Cristo está vivo e que nós vimos o Senhor, experimentamos a sua presença, experimentamos que ele caminha conosco, fala conosco, que o seu amor é maior do que a própria morte.”
- A IGREJA EM FESTA! Nossa Diocese Celebra 55 Anos
Nossa Igreja diocesana está caminhando há cinquenta e cinco anos. Essa história foi celebrada de maneira festiva no último dia 23 de julho através da Santa Missa na catedral diocesana. Sob o olhar materno de Nossa Senhora do Livramento, e com ela, pudemos cantar as maravilhas realizadas neste pedaço de chão. Pelas mãos e pela voz do nosso Bispo diocesano Dom Armando Bucciol, foram colocados no altar do Senhor o testemunho e o ministério de inúmeros homens e mulheres que, no desenrolar desses anos deram de si, de sua força e de sua inteligência para que o Reino de Deus aqui acontecesse. Antecedeu essa festiva celebração um encontro do nosso CPD (Conselho diocesano de pastoral), marcando, assim, o final da Etapa Diocesana do Sínodo convocado pelo Papa Francisco, em andamento. Esse momento marca a caminhada da nossa Igreja particular, que vive o projeto diocesano “Igreja Missionária a Serviço do Evangelho” baseado pela XV Carta Pastoral de Dom Armando Bucciol: “Avancem para águas mais profundas”, que nos convida a formar uma Igreja cada vez mais aberta e disponível a ação missionária.
- GRAÇA E ARTE DE PRESIDIR – II
De fato, a liturgia, através e apesar das diferentes expressões rituais e textuais, é o lugar da confessio fidei (manifestação da fé) da Igreja. Quem preside a ação litúrgica deve respirar com a Igreja e conduzir a Comunidade toda nesse espírito eclesial. Desse modo, no coração de cada irmão e irmã, vai amadurecendo a mesma profissão e intensidade de fé, e a liturgia será momento não só informativo, mas de graça, isto é, experiência viva da ação do Espírito na vida de cada fiel. a)Existe, porém, o perigo de se perder o autêntico espírito da presidência litúrgica e por diferentes causas. Pode ser que o exercício exigente do ministério tenha se esfriado aos poucos, juntamente com a razão profunda da escolha vocacional e com a fé em Jesus Cristo. Só a fé pode dar sabor e ardor ao exercício da presidência litúrgica. A identidade de um Ministro da Igreja é revelada quando ele é capaz de ‘se perder’, doando sua vida no serviço aos irmãos, como Jesus: “Eu estou entre vocês como alguém que serve” (Lc 22,27). Se a força interior diminuir, também o exercício da presidência litúrgica fica enfraquecido. Assim, ‘assistimos’ a celebrações litúrgicas que nem sempre estão de acordo em tudo com a autêntica liturgia e, às vezes, nem com o verdadeiro espírito evangélico. Pior quando são difundidas pelas TVs, incluindo as católicas. Observam-se, por exemplo , presidentes de celebração que chamam a atenção da Assembleia mais sobre si mesmos do que sobre o mistério pascal do Senhor. Palmas e choro, emoções e expressões subjetivas entram e dominam a celebração mesma. São modelos comunicativos que mais se parecem com comícios ou shows do que com a liturgia de nossa Igreja. Ainda mais: estilo presidencial que não manifesta amor para com o povo. Vemos isso quando aquele que preside se coloca acima dos irmãos e irmãs ou quando cobra sem se entregar de alma e corpo para o bem dos irmãos, ou ainda quando busca elogios e gratificações. Em suma, um estilo presidencial contrário às exigências da liturgia e da vida eclesial. b)O Ministro que ama e serve no estilo de Jesus viverá a presidência da Eucaristia qual momento alto de sua fé e de seu serviço. Quem preside a liturgia e a vida da Comunidade em atitude fraterna e serviçal contagiará o seu povo . Sua abertura e sensibilidade farão crescer, ao redor de si, o número e a qualidade dos que servem por amor. O ícone mais expressivo do que significa presidir, tanto a celebração como a Comunidade, permanece Jesus, que começa a celebração da última Ceia lavando os pés dos discípulos e a termina entregando-se à morte. Toda celebração exige que se torne visível na vida a caridade de Cristo que tem sua culminância na Páscoa, e seguindo a recomendação do Concílio de colocar todo o agir litúrgico no contexto do memorial da Páscoa do Senhor (cf. Sacrosanctum Concilium – SC 5). O ato de presidir deve alimentar um diálogo orante com Deus e conduzir à escuta da Palavra, à ação de graças, à contemplação do Mistério e ao olhar de amor sobre a história humana. Para bem presidir, é preciso ter aprendido e saber ajudar a ‘Assembleia’ – sujeito principal da celebração – nessa escuta atenta e no agradecimento confiante, no louvor alegre e no ‘fazer memória’ sentindo-se parte viva de uma longa história de salvação da qual a liturgia é ‘momento’ atualizante. Presidir a celebração da Eucaristia é graça ; é aproximar-se do fogo de Deus, como aconteceu com Moisés e Elias; comporta ficar face a face com o Senhor, mergulhando no seu amor. Quem vive e se alimenta da escola da Palavra e nela escuta os apelos de Deus, sobre si e para o seu povo, terá disposição para acolhê-los. Quem preside qualquer celebração deve conhecer, por experiência, o estilo do agir de Deus no coração dos discípulos. Por isso, é preciso manter o ‘ olhar fixo em Jesus’ (cf. Hb 12,1-2), na espera da plena contemplação. A Eucaristia ensina a manter aberta a esperança através das frequentes invocações: “Vem Senhor Jesus”, “até que Ele venha”. Quem vive da liturgia, aprende, também, como viver relações humanas autênticas e profundas. Dom Armando
- Encontro Paroquial com o Movimento Terço dos Homens
No último Domingo (24/07), aconteceu no Centro Pastoral da Paróquia Senhor do Bonfim de Rio de Pires, o primeiro Encontro Paroquial dos Grupos Terço dos Homens, com representantes dos grupos presentes na Paróquia: Sede, Ibiajara, Alagoinhas, Placa e Setor 04 (Varzinha). Foi rico momento de encontro, oração, partilha e formação. Após a acolhida e palavra inicial do Pe. Weverson, rezou-se o Terço com meditação bíblica dos mistérios. Em seguida, o seminarista Victor conduziu um momento de formação sobre a importância da Virgem Maria para a caminhada dos grupos e sua espiritualidade, identidade cristã e missão na Igreja e na Sociedade. Logo após, os homens participantes, divididos em grupos, refletiram sobre as alegrias, motivações e dificuldades na participação no movimento e na Igreja, reflexões partilhadas numa plenária conclusiva. No final, a propósito de melhor comunhão e unidade entre os grupos e destes com a caminhada paroquial e diocesana, foi criada uma coordenação paroquial do Terço dos Homens, ficando Udirlei da comunidade de Varzinha como coordenador e Edmilson, da Sede como vice-coordenador, que irão representar o movimento no CPP. Que Deus abençoe e Maria Santíssima inspire sempre a caminhada cristã e eclesial dos homens do Terço.





