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  • O ANO LITÚRGICO – I

    Depois de ter refletido sobre a celebração da Eucaristia, vamos conhecer o sentido do  Ano Litúrgico  na vida da Igreja. Todos que frequentam a Igreja têm alguma ideia a respeito do que significa  Ano Litúrgico  e seu valor na vida cristã. Por exemplo, todos compreendem que o tempo da  Quaresma  tem um caráter penitencial, diferente do tempo pascal. Mas, o sentido mais profundo de tudo o que celebramos, os motivos e as características de como a salvação entra em nosso tempo – o nosso  hoje  – isso é algo muito rico em conteúdos e espiritualidade. Para entender melhor o sentido do que nós cristãos fazemos ao longo do ano que chamamos de  litúrgico,  é preciso, antes de tudo, refletir a respeito do que é o  tempo  e a ligação de nossa vida com a dimensão ‘tempo’. Tempo e espaço  são as duas dimensões fundamentais de toda atividade humana, e toda celebração litúrgica acontece no tempo e no espaço, realidades que têm tantos sig­nificados humanos e que na liturgia adquirem valor e sentido próprios. Todos têm experiência do “tempo que passa” e carrega consigo as nossas vidas. Mas,  o que é o  tempo ? S. Agostinho respondia: “Se ninguém me perguntar, eu sei, se quiser explicá-lo a quem me fizer a pergunta, já não sei” ( Confissões , livro 11,14). Já os antigos filósofos se perguntavam: “O que é a passagem do tempo”? “O tempo avança sempre com a mesma velocidade”? “O tempo do homem corresponde ao tempo dos outros seres existentes”? Não é minha intenção enfrentar todas essas questões filosóficas e antropológicas, mas lembrar que existem. Podemos considerar o tempo em sua dimensão de  tempo cósmico,  “o tempo dos calendários”; mas esta é só uma ma­neira de calcular o tempo, em que todas as horas são iguais. Existe, também, um  tempo interior , que mede o devir da vida humana. Toda festa ritualiza o tempo primordial e regenera o tempo cotidiano. O  rito  serve para atualizar o acontecimento do início, quando este se deu pela primeira vez, por obra de um ‘deus’, um herói. Aparece, assim, a ideia de  tempo sagrado ,  diferente do tempo ordinário. Nos antigos, encontra-se a concepção do  tempo cíclico , dominado pela lei do  eterno retorno : os mesmos eventos se reprodu­zem constantemente. Desse modo, a história é algo fechado. Na visão dos antigos gregos, o deus  Kronos  dominava, como pai de todas as coisas, girando a roda do eterno destino, em que todos os seres eternamente renascem. A história, assim, é sem esperança de um futuro diferente; é uma história que sempre recomeça e nunca se cumpre.  Nesta visão, a salvação é possível só fora do tempo , fugindo desse círculo eterno que amarra o ser humano à fatalidade. O  tempo sagrado  visa romper o círculo inexorável do constante retorno à origem, para mergulhar no tempo divino, no qual os deuses vivem e recriam o mundo. O calendário primitivo não serve para medir o tempo, mas para indicar o poder divino que nele se manifesta. O ano é um dos símbolos mais expressivos da vida humana . Por isso, cada novo ano traz consigo um tempo novo e, com ele, novas esperanças e renovadas energias. Para nós cristãos, a compreensão da história se dá a partir da Encarnação de Jesus; Ele entrou  no tempo  e introduziu  no nosso tempo  o louvor eterno que Ele dirige ao Pai. Ele, também, santifi­cou o tempo, assumindo a oração do seu povo. Disso,0 iremos refletir em nossas próximas conversas. Dom Armando

  • Dedicação e Festa do Padroeiro em Contendas do Sincorá

    Com alegria a nossa igreja diocesana em união com a comunidade paroquial de Contendas do Sincorá celebrou a Solene missa com Rito de dedicação da nova Igreja Matriz de São João Batista. No alvorecer do último dia 20, numerosa representação dos fiéis, junto aos padres do clero diocesano e ao nosso bispo Dom Armando, elevaram uma prece de agradecimento a Deus fonte e origem de toda benção pela comunidade de fé, missão e comunhão, presente nesta cidade. Que com coragem lançaram as sementes de fé e colheram com a edificação da nova Igreja, fruto da bondade, esforço, participação e serviço deste povo, junto ao Pe. Claudio Machado (pároco) que durante todos estes anos motivou e acompanhou espiritualmente este povo. Esta bonita celebração deu abertura a festa em louvor ao padroeiro de Contendas do Sincorá que se findou neste dia 29 com a Memória do Martírio de São João Batista. O novenário refletiu a partir do projeto pastoral diocesano cujo tema é “Avancem para águas mais profundas”, durante este período a paróquia recebeu diversos padres das dioceses de Livramento, Jequié e Arquidiocese de Vitória da Conquista, frutuoso momento de fé, partilha, comunhão e festa.

  • Encontro vocacional com crismandos em Ibipitanga

    Um Encontro Vocacional para crismandos com mais de 100 participantes, no último domingo (28) de agosto, marcou o encerramento do mês vocacional na Paróquia de Santa Luzia de Ibipitanga. Jovens das comunidades eclesiais missionárias, da sede e da zona rural, reuniram-se no Auditório do Centro Pastoral para celebrar, refletir e partilhar a grande alegria da nossa fé: “Cristo Vive!” O alegre anúncio da Ressurreição, tal como despertou nos primeiros discípulos de Jesus, desperta hoje em nós uma resposta livre, consciente e responsável para o chamado que o Senhor nos faz. “E se Cristo não ressuscitou, vã é a nossa pregação, e vã é a nossa fé” (1Cor 15,14). “A Ressurreição de Cristo é a garantia de que a palavra final da nossa história provém da vida, e a Igreja dá testemunho da vida nova que Cristo oferece ao cristão”, disse o Pe. Marcos Bento que assessorou o encontro. Os crismandos foram chamados a um novo despertar vocacional, na tentativa de escutar a voz de Deus que chama e envia para amar e servir em casa, na escola, com os amigos, na sociedade e na Igreja. Com palestras, dinâmicas, animação e orações, os jovens tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre as vocações e puderam abrir novos horizontes para o testemunho da fé cristã. O Encontro Vocacional contou com a colaboração e apoio de membros da Pastoral Bíblico-Catequética, da PASCOM e da Pastoral do Dízimo.

  • Paróquia de Ibicoara realiza primeira Tarde Vocacional

    Na tarde deste domingo (28/08), na comunidade de Nossa Senhora da Conceição em Cascavel, Paróquia de São Bento de Ibicoara, foi realizada a I Tarde Vocacional, com intuito de aprofundar mais o sentido de vocação com os jovens e as vocações na Igreja. Essa tarde contou com a participação do Pe. Max Sabrino, Ir. Geidva e da pastoral vocacional formada na comunidade, composta pela Ir Rita, Iury, Renan e o casal Jéssica e Jorge, que organizaram todo o encontro, encerrando assim o mês de agosto que é dedicado as vocações!

  • Paróquia de Ibicoara comemora o Dia do Catequista

    Na manhã do sábado dia 27 de agosto de 2022, a Paróquia de São Bento de Ibicoara realizou o segundo encontro deste ano, com catequistas e coordenadores de Comunidades. Desta vez, comemorando o dia do Catequista, em um encontro dinâmico, onde todos puderam rezar, celebrar e expor suas dificuldades e alegrias. Na oportunidade, também foram reformuladas algumas coordenações paroquiais. Confira as fotos do encontro!

  • Catedral – Festa da Padroeira 2022

    Após dois anos de restrições, devido a pandemia de COVID-19, foi realizada entre os dias 6 a 15 de agosto, na Igreja Catedral, a Festa em Louvor a Nossa Senhora do Livramento, padroeira da cidade e da nossa Diocese. Os festejos deram início no dia 06 de agosto, com a tradicional carreata que acompanhou as imagens do Senhor Bom Jesus do Taquari e Nossa Senhora do Livramento pelas ruas da cidade. Na chegada à Catedral as motos e os carros foram abençoados e deu-se início o novenário. Neste ano, o tema central foi “o Dízimo na comunidade de fé”, como proposto pelo Bispo Diocesano em sua X carta pastoral. O dia 15 de agosto, Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, foi iniciado com a alvorada, seguida da oração do ofício de Nossa Senhora. Às 07h, foi celebrada a Santa Missa, presidida pelo Pe. Weverson. Em seguida, deu-se início ao tradicional giro da bandeira na praça Dom Hélio Paschoal. A solene celebração eucarística foi celebrada com júbilo às 10h em frente à Catedral Diocesana. A missa foi presidida pelo Bispo diocesano, Dom Armando Bucciol e concelebrada por alguns padres da diocese e alguns padres da Diocese de Vittório Veneto, diocese de origem de Dom Armando, que acompanhavam um grupo de jovens missionários em visita ao Brasil. No final da tarde, às 17h, aconteceu o cortejo com a imagem da padroeira pelas ruas da cidade, acompanhada por diversos fiéis e devotos. O festejo foi encerrado com a bênção do santíssimo sacramento, dirigido pelo padre Pablo Dourado e com a tradicional queima de fogos. Foram 10 dias de muita fé e devoção nos quais a comunidade paroquial elevou seus louvores e gratidão à mãe do Livramento. Toda programação pode ser revista nas plataformas digitais da Paróquia: Instagram e YouTube (@catedrallivramento).

  • Semana da Família é celebrada na Paróquia de Abaíra

    Após dois anos com as atividades parcialmente interrompidas, Pastoral Familiar da Paróquia de Nossa Senhora da Saúde de Abaíra retoma a realização da Semana da Família. Em um gesto fraterno e acolhedor, a Semana da Família em Abaíra deu-se início no domingo (14/08) com a Santa Missa, ocasião na qual foi festejado o dia dos pais, envolvendo também os novos conceitos de família e catequizandos da comunidade matriz na celebração. A semana deu prosseguimento de forma itinerante pelo distrito de Catolés e povoado de Ouro Verde, que sediaram dois dias do encontro, além de receberem as comunidades vizinhas para o momento de partilha. No decorrer dos outros dias, o Centro Pastoral Paroquial foi o local de encontro para a participação das comunidades, além da continuação da exposição da temática deste ano: “Amor familiar, Vocação e Caminho da Santidade”. Em sua reflexão o Pe. Pablo Dourado – administrador paroquial – ressaltou a importância do diálogo , respeito, amor e liberdade na convivência familiar.

  • Seminaristas da Teologia celebram Nossa Senhora do Livramento

    No último dia 15, festa da padroeira regia da diocese de Livramento de Nossa Senhora, o Seminário Diocesano Nossa Senhora Aparecida e São Bento das dioceses de Jequié e de Livramento celebrou, com jubilo, a Solenidade da Assunção de Maria venerando aquela em cujo ventre foi gerado o Filho de Deus e que foi elevada para o céu junto à Trindade Santa. Vivenciaram este momento os seminaristas e reitores baianos residentes em Belo Horizonte (Dioceses de Caetité, Amargosa e Arquidiocese de Vitória da Conquista), bem como os párocos das paroquias onde os semináristas fazem pastoral. A santa missa foi presidida pelo Pe. Evandro Maria, diretor do Instituto de Filosofia e Teologia Dom João Rezende Costa da PUC Minas. A solene celebração eucarística foi seguida de um frutuoso momento de convivência entre os padres e seminaristas. Este momento evidenciou a importância de, mesmo em terras distante, festejar a padroeira diocesana, nossa Senhora do Livramento, expressando assim a comunhão dos semináristas com todo o povo da Igreja Particular de Livramento de Nossa Senhora .

  • A ARTE DA PRESIDÊNCIA LITÚRGICA

    A arte da presidência litúrgica: sugestões práticas Presidir é uma  arte . E toda arte se aprende aos poucos. Também a do  ministério da Presidência.  As dificuldades apare­cem quando se passa à aplicação con­creta dos grandes princí­pios. Para isso, pede-se humildade, esforço, aprendi­zagem. Concretamente, talvez seja mais fácil detectar defeitos que apontar modelos celebrativos! A  arte de presidir  comporta não só habilidade técnica! Pede competência teológica e consciência do valor salvífico daquilo que se celebra; conhecimento das re­gras da linguagem simbólica e capacidade para usar as modalidades expressivas da comunicação! Um critério importante nos é dado, ainda, pela Exortação SaCa 40: “ A simplicidade dos gestos e a sobriedade dos sinais , situados na ordem e nos momentos previstos, comunicam e cativam mais do que o artificialismo de adições inoportunas” [1] . O grande teólogo Romano Guardinijá falava da necessidade de colher o sentido mais belo e profundo da liturgia como arte e como jogo, quando, em sua obra O Espírito da liturgia (1919), escrevia: “Brincar diante de Deus, não criar, mas ser uma obra de arte, tal é a essência mais íntima da liturgia. Daí a sublime mistura de seriedade profunda e de divina alegria que nela se vê. O cuidado meticuloso com que ela determina em mil prescrições ou detalhes das palavras, movimentos, vestes, cores e gestos, não pode ser compreendido senão por quem leva a sério a Arte e o Brinquedo”.  O papa Bento XVI, que de Guardini foi discípulo, destaca a “necessidade de superar toda e qualquer separação entre a arte da celebração e a participação plena, ativa e frutuosa de todos os fiéis”. E conclui : “O primeiro modo de favorecer a participação do povo de Deus no rito sagrado é a condigna celebração do mesmo; a arte da celebração é a melhor condição para a participação ativa” (SaCa 38),. Para isso, a pessoa deve ter capacidades quase inatas: por ex., para pro­clamar um texto, exige-se comportamento e gestos espontâneos e sóbrios, voz flexível e cativante, o olhar expressivo, capacidade – intuição – de adaptar à realidade de cada Assembleia orante, gosto pelo belo, senso do ritmo e da música etc. Todas qualidades que devem ser ali­mentadas à luz da fé para que se tornem instrumentos de comunicação da Palavra e expressões do divino que age em nós. Tornam-se significativas, mais uma vez, as palavras de papa Bento XVI: “A verdadeira beleza é o amor de Deus que nos foi definitivamente revelado no mistério pascal… A beleza da liturgia pertence a este mistério… A beleza não é um fator decorativo da ação litúrgica, mas seu elemento constitutivo, enquanto atributo do próprio Deus e de sua revelação” (SaCa 35). Como e onde aprender ? Aprende-se fazendo! Grande mestra é a Comunidade em que vivemos. Existe uma reciprocidade educativa entre a Comunidade celebrante e o seu Presidente. Este deve colocar sua pessoa toda ao serviço do anúncio e da celebração. Para isso, deve compreender o sentido e o valor dos gestos, o uso da palavra e do silêncio, dos símbolos e da coordenação, tudo feito com simplicidade e espontaneidade. Pede-se autentici­dade em cada ação, isto é, algo que vem de dentro, das convicções mais profundas da própria humanidade e da fé. Cada gesto deve estar em sintonia com o papel presidencial: o tom da voz, nem frio nem sentimental; a postura com dignidade, mas não hierática; o gesto simples, mas não banal; o olhar atento, mas não controlador. E assim em diante. Esses e mais cuidados para criar um clima de oração, participação e fé. O sacerdote – Presidente, com seu estilo, será exemplo e se tornará formador dos outros ‘atores’ da celebração e da Assembleia toda. São Paulo exorta:  Quem preside o faça com diligência  (Rm 12,8), isto é, com senso de responsabilidade, ciente da delicadeza e importância de seu papel. Quem preside está sendo constante­mente ‘filmado’ nos diferentes detalhes de seu comportamento. A Igreja recomenda  presidir com dignidade e humildade  (Instrução Geral do Missal Romano: IGMR 93). A digni­dade está no fato de que quem preside o faz  in persona Christi.  Sendo a ação eclesial mais importante e mais alta (SC 10), a liturgia exige uma atitude serena (não austera e fria), gestos e vestes adequados etc. Também a respeito das vestes se poderia discutir, por exemplo, no uso das cores com seu simbolismo próprio [2] . Nas celebrações litúrgicas – como em outras circunstâncias da vida – o que faz a diferença são as nuances. Não é necessário ser ‘de­talhista’, mas é preciso caprichar para que a celebração aconteça da forma mais viva, e em sintonia com a Igreja da qual quem está ‘à frente’ é servidores, e instrumento nas mãos do Senhor: Ele só deve aparecer! Portanto, não condiz com a liturgia o ‘estilo show’ que chama demais a atenção sobre a pessoa (ator!) e deixa espaço li­mitado a Jesus e ao Espírito. A  humildade no presidir  é fruto da convicção de quem se reconhece irmão entre irmãos, discípulo da Palavra, que também escuta e procura partilhar, com gratidão, o que  de graça recebeu . Destacamos a atitude de quem exerce o ministério da presidência: ser instrumento e não protagonista (= ‘primeiro ator’). Por isso, ele deve esqui­var-se de chamar a atenção sobre si, para não se tornar empecilho ao encontro com o Senhor. As pessoas que prestam serviço na celebração são chama­das de  ministros , isto é, servidores do Senhor e da Assembleia. Então, em seus gestos e palavras deve transparecer a presença do Ressuscitado. Presidir com  dignidade e humildade  comporta, também, celebrar  com calma  (sem pressa),  com serenidade  (sem nervosismo) e  com alegria , porque o serviço litúrgico é um dom divino pelo qual de­vemos sinceramente agradecer:  Te agradecemos porque nos tornaste dig­nos de estar aqui na tua presença  (Prece Eucarística II). Cientes que na liturgia temos nas mãos “aquele imenso tesouro de alegria e de beleza que é a Igreja” (Paul Claudel) e somos chamados a irradiar a alegria de anunciar a morte de Jesus e celebrar sua ressurreição, até que Ele venha. Quando exercer o ministério da presidência O sacerdote  preside,  antes de tudo ,  na vida da Comunidade e no empenho pastoral . A presidência se exercita de maneira mais explícita, na preparação da celebração. A IGMR, 111 diz: “A prepara­ção prática de cada celebração litúrgica, com espírito dócil e diligente, de acordo com o Missal e outros livros litúrgicos, seja feita de comum acordo por todos aqueles a quem diz respeito, seja quanto aos ritos, seja quanto ao aspecto pastoral e musical, sob direção do reitor da igreja e ouvidos tam­bém os fiéis naquilo que diretamente lhes concerne. ‘Contudo, ao sacer­dote que preside a celebração fica sempre o direito de dispor sobre aqueles elementos que lhe competem’ (SC 22) ”. Uma celebração nunca pode ser improvisada ! Exige-se sempre preparação, definição de papeis, respeito do  ritmo celebrativo , com momentos fortes e pausas, canto e silêncio, animação festiva e tempos contemplativos. Tudo para viver o encontro com o Ressuscitado. Uma palavra em destaque nesse exercício da presidência: tudo seja autên­tico! Por isso, é preciso predispor: o ambiente, que seja limpo e acolhedor, simples, mas bem ordenado, e fale por si; as pessoas, cada uma com papel definido e lugar onde ficar; os objetos a serem usados, definindo onde devem ser colocados; os textos bíblicos, os livros na página certa, e assim por diante. A  avaliação  da celebração, feita com humildade e sinceridade, permite corrigir erros e melhorar. Trata-se não de ‘eficientismo’ litúrgico ou religioso, mas da glória de Deus e da santificação dos humanos (cf. SC 7). [1]  Continua: “A atenção e a obediência à estrutura pr [2]  No respeito pelos gostos e sentido semântico de cada cultura, perguntemo-nos: pode cada qual agir segundo seu gosto? Será que estamos respeitando as pessoas? Qual o sentido das vestes usadas para presidir uma celebração?

  • Rio do Pires faz Memória do saudoso Pe. Jacques

    Na última segunda feira, dia 15 de agosto, a comunidade paroquial do Senhor do Bonfim celebrou a Santa Eucaristia, a motivo do sétimo ano de falecimento do querido Pe. Jacques Shvartz. A celebração foi presidida pelo pároco, Pe. Weverson, que, em sua homilia, falou da vocação sacerdotal e do amor com que o saudoso padre se doou ao povo na Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ao final da celebração, foi lida uma mensagem preparada pelos jovens, exaltando o belo testemunho do Pe. Jacques de serviço aos pobres e sofredores.

  • Paróquia do Taquari celebra seu padroeiro

    A Paróquia do Senhor Bom Jesus do Taquari celebrou, no dia 6 de agosto, a festa do seu padroeiro. O novenário, que teve início no dia 28 de julho, voltou a ser celebrado no Santuário do Bom Jesus do Taquari após dois anos de restrições, devido à pandemia. A temática refletida durante as celebrações foi sobre o Dízimo, seguindo a proposta diocesana. Além das celebrações tradicionais durante as nove noites, houve também missa com a bênção das novas imagens, na manhã do dia 28; missa dos enfermos, missa com as crianças e momentos devocionais com adoração ao santíssimo. Na manhã do dia festivo, a alvorada marcou o início dos festejos e às 10h foi celebrada a Santa Missa, presidida pelo Bispo Dom Armando Bucciol e concelebrada pelos padres Marcelo Pires, Gilvânio Cardoso e demais padres da Diocese. À tarde foi realizado o sorteio dos prêmios e o fim do dia foi marcado pela oração do Santo Terço e a procissão das imagens pelas ruas da cidades.

  • GRAÇA E ARTE DE PRESIDIR – IV

    O sacerdote – Presidente, com seu estilo, será exemplo e se tornará formador dos outros ‘atores’ da celebração e da Assembleia toda. São Paulo exorta:  Quem preside o faça com diligência  (Rm 12,8), isto é, com senso de responsabilidade, ciente da delicadeza e importância de seu papel. Quem preside está sendo constante­mente ‘filmado’ nos diferentes detalhes de seu comportamento. A Igreja recomenda  presidir com dignidade e humildade  (Instrução Geral do Missal Romano: IGMR 93). A digni­dade está no fato de que quem preside o faz  in persona Christi.  Sendo a ação eclesial mais importante e mais alta (SC 10), a liturgia exige uma atitude serena (não austera e fria), gestos e vestes adequados etc. Também a respeito das vestes se poderia discutir, por exemplo, no uso das cores com seu simbolismo próprio [1] . Nas celebrações litúrgicas – como em outras circunstâncias da vida – o que faz a diferença são as nuances. Não é necessário ser ‘de­talhista’, mas é preciso caprichar para que a celebração aconteça da forma mais viva, e em sintonia com a Igreja da qual quem está ‘à frente’ é servidores, e instrumento nas mãos do Senhor: Ele só deve aparecer! Portanto, não condiz com a liturgia o ‘estilo show’ que chama demais a atenção sobre a pessoa (ator!) e deixa espaço li­mitado a Jesus e ao Espírito. A  humildade no presidir  é fruto da convicção de quem se reconhece irmão entre irmãos, discípulo da Palavra, que também escuta e procura partilhar, com  [G1]  gratidão, o que  de graça recebeu . Destacamos a atitude de quem exerce o ministério da presidência: ser instrumento e não protagonista (= ‘primeiro ator’). Por isso, ele deve esqui­var-se de chamar a atenção sobre si, para não se tornar empecilho ao encontro com o Senhor. As pessoas que prestam serviço na celebração são chama­das de  ministros , isto é, servidores do Senhor e da Assembleia. Então, em seus gestos e palavras deve transparecer a presença do Ressuscitado. Presidir com  dignidade e humildade  comporta, também, celebrar  com calma  (sem pressa),  com serenidade  (sem nervosismo) e  com alegria , porque o serviço litúrgico é um dom divino pelo qual de­vemos sinceramente agradecer:  Te agradecemos porque nos tornaste dig­nos de estar aqui na tua presença  (Prece Eucarística II). Cientes que na liturgia temos nas mãos “aquele imenso tesouro de alegria e de beleza que é a Igreja” (Paul Claudel) e somos chamados a irradiar a alegria de anunciar a morte de Jesus e celebrar sua ressurreição, até que Ele venha. Quando exercer o ministério da presidência O sacerdote  preside,  antes de tudo ,  na vida da Comunidade e no empenho pastoral . A presidência se exercita de maneira mais explícita, na preparação da celebração. A IGMR, 111 diz: “A prepara­ção prática de cada celebração litúrgica, com espírito dócil e diligente, de acordo com o Missal e outros livros litúrgicos, seja feita de comum acordo por todos aqueles a quem diz respeito, seja quanto aos ritos, seja quanto ao aspecto pastoral e musical, sob direção do reitor da igreja e ouvidos tam­bém os fiéis naquilo que diretamente lhes concerne. ‘Contudo, ao sacer­dote que preside a celebração fica sempre o direito de dispor sobre aqueles elementos que lhe competem’ (SC 22) ”. Uma celebração nunca pode ser improvisada ! Exige-se sempre preparação, definição de papeis, respeito do  ritmo celebrativo , com momentos fortes e pausas, canto e silêncio, animação festiva e tempos contemplativos. Tudo para viver o encontro com o Ressuscitado. Uma palavra em destaque nesse exercício da presidência: tudo seja autên­tico! Por isso, é preciso predispor: o ambiente, que seja limpo e acolhedor, simples, mas bem ordenado, e fale por si; as pessoas, cada uma com papel definido e lugar onde ficar; os objetos a serem usados, definindo onde devem ser colocados; os textos bíblicos, os livros na página certa, e assim por diante. A  avaliação  da celebração, feita com humildade e sinceridade, permite corrigir erros e melhorar. Trata-se não de ‘eficientismo’ litúrgico ou religioso, mas da glória de Deus e da santificação dos humanos (cf. SC 7). Dom Armando [1]  No respeito pelos gostos e sentido semântico de cada cultura, perguntemo-nos: pode cada qual agir segundo seu gosto? Será que estamos respeitando as pessoas? Qual o sentido das vestes usadas para presidir uma celebração?

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