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- Formação: Liturgia do Sacramento do Matrimônio – Vicariato Nossa Senhora do Carmo
Dia 25 do corrente mês, com entusiasmo e alegria, membros da Pastoral Familiar e da Liturgia, das seis Paróquias que formam o Vicariato Nossa Senhora do Carmo, reuniram-se no Centro Pastoral Pe José Menon, em Ibipitanga, para uma formação sobre a Liturgia do Sacramento do Matrimônio. Com a Oração das Laudes, dirigida pelo Pe Marcos Bento, o encontro teve início invocando a bênção e a proteção de Deus. Em seguida, Pe Weverson, expôs a História do Matrimônio, destacando a evolução do casamento até se configurar como sacramento, ou seja, mistério em relação à união de Cristo com a Igreja (cf. Ef 5,12). Pe Gonçalo apresentou o Ritual do Matrimônio e destacou o essencial para uma boa Celebração desse sacramento. Além disso, Pe Samuel, recordando a Carta Pastoral (2019), da 2ª etapa do Projeto Diocesano de Evangelização Igreja missionária a serviço do Evangelho, quando evidenciou a missão da família na sociedade e na Igreja, recordou as orientações da nossa Diocese sobre as celebrações do Matrimônio. Logo após, foram dividos grupos para o momento de partilha entre os membros das Pastorais. Em seguida, aconteceu a Plenária com encaminhamentos práticos. Por fim, encerrou-se com o momento do almoço.
- O ANO LITÚRGICO IV
Continuamos nossa reflexão a respeito do Ano litúrgico . A salvação que Jesus realizou com sua vida, morte e ressurreição, entra no tempo de nossa vida através das celebrações litúrgicas. Os tempos litúrgicos são o marco da presença da salvação, no aqui e agora da vida humana. Não são simples apresentações dos acontecimentos da vida de Jesus, quais exemplos a imitar. A liturgia representa , no sentido de que torna presentes os mistérios da vida de Jesus no decorrer do tempo, após sua glorificação, uma vez que Ele foi subtraído às leis e às limitações do tempo. Com essas premissas, torna-se mais claro compreender o sentido do Domingo e do Ano litúrgico . Antes de tudo, procuremos compreender o sentido do Domingo para a fé dos cristãos. Os nossos primeiros irmãos e as primeiras irmãs de fé em Jesus se reuniam, a toda semana, para fazer memória do ato de amor que levou o Filho de Deus a morrer na cruz. Escreve Sacrosanctum Concilium (n. 102): “Em cada semana, no dia que ela chamou de Domingo, a Igreja comemora a Ressurreição do Senhor”. E acrescenta: “Devido à tradição apostólica que tem sua origem do dia mesmo da Ressurreição de Cristo, a Igreja celebra cada oitavo dia o Mistério Pascal” (n. 106). Por que foi escolhido o Domingo como dia da celebração ? A resposta unânime dos evangelhos é que foi no dia “depois do sábado, ao raiar o primeiro dia da semana” (Mt 28,1) que as mulheres encontraram o sepulcro vazio e, em seguida, tiveram a aparição do Senhor Jesus. Por isso, sem deixar – no início – de participar do culto hebraico, os seguidores de Jesus davam destaque especial a esse dia. O Domingo é dia que manifesta o senhorio de Jesus Cristo sobre o mundo . SC (n. 106) diz que o Domingo é “um dia de festa primordial que deve ser lembrado e inculcado à piedade dos fiéis, de modo que seja também um dia de alegria e de descanso do trabalho”. Esse dia é chamado, também, de oitavo dia porque evoca a inauguração da nova criação , o começo de um novo tempo iluminado pela presença do Ressuscitado. A obrigação de participar da Eucaristia a todo Domingo, deve ser vivida na tanto como uma lei, mas como exigência de fé e de pertença . Escreve a Didascalia dos Apóstolos , um documento da metade do III século: “Que ninguém diminua a Igreja não comparecendo, para não diminuir de um membro o corpo de Cristo”; e a carta aos Hebreus (10,25) já expressa uma queixa: “Não abandonem as nossas assembleias como alguns costumam fazer”. Como os cristãos de hoje vivem o Dia do Senhor ? Os ritmos de trabalho e os hábitos da sociedade já abafaram em muitos cristãos o sentido precioso desse tempo tão benéfico para a vida das pessoas. Shopping, lojas, mercados e supermercados continuam abertos, também aos domingos. Um número significativo de pessoas que se declaram cristãs e católicas, de fato, deixaram que o lucro ou o lazer assumissem importância determinante em suas vidas; são os velhos e sempre novos ‘deuses’ que dominam e aos quais ‘se sacrificam’ muitas horas do ‘tempo que passa’. Os valores humanos e religiosos deste Dia santo parecem não ter sido perdidos, ou (ainda) não foram compreendidos. Reafirmamos que louvar a Deus e encontrar com a Comunidade de fé, faz bem às nossas vidas. O repouso festivo visa não só reconhecer a primazia de Deus e a força transformadora da Ressurreição do Senhor, mas, também, a importância do descanso para reequilibrar a vida. Então, vale a pena refletir – sobretudo os cristãos: como vivemos o Dia do Senhor ? Como poderíamos vivê-lo para torná-lo, de verdade, um ‘dia santo’ que nos enche de vida? Dom Armando
- IV Etapa da Escola de Teologia para Leigos
Aconteceu entre os dias 16 a 18 de setembro, a IV Etapa da Escola de Teologia para Leigos, que tem por objetivo, proporcionar formação teológica e pastoral aos leigos e leigas oriundos de diversas comunidades espalhadas por toda a diocese e que desejam enriquecer a fé e aprimorar a prática nos serviços eclesiais. Durante esses dias, alunos e colaboradores da EteL colocaram em prática o sentido de viver em comunidade, experienciando momentos de formação teológica e pastoral, bem como o exercício da espiritualidade nos momentos de oração das laudes e vésperas e na celebração da Santa Missa.
- O ANO LITÚRGICO III
Estou apresentando o Ano Litúrgico , isto é, refletindo a respeito de como nós cristãos da Igreja católica celebramos o Mistério de Cristo , sua presença em nossa história, no decorrer do tempo. Desde o início de sua caminhada, a Igreja celebra a memória viva do sacrifício do Senhor, de modo especial com a celebração da divina Eucaristia e a oração que, seguindo o costume hebraico, visa santificar o tempo; oração que chamamos de liturgia das horas . O Ano litúrgico é celebrado com diferentes ritmos: o ritmo diário : Cada dia é santificado pelas celebrações litúrgicas do povo de Deus, principalmente pelo Sacrifício eucarístico e pelo Ofício divino . O dia litúrgico começa à meia-noite e se estende até à meia noite seguinte. Mas a celebração do domingo já começa na tarde do dia anterior : assim se lê nas Normas Universais sobre Ano Litúrgico e o Calendário (NUALC 3: 1969). Tem o ritmo semanal : No primeiro dia de cada semana, chamado Dia do Senhor ou Domingo , a Igreja, segundo uma tradição apostólica que tem suas origens no próprio dia da ressurreição de Cristo, celebra o Mistério pascal (NUALC 3). A semana já é conhecida no mundo bíblico (vejam o relato da criação) e se afirma com a instituição do sabat ou dia de descanso absoluto (cf. Ex 20,10s), mas é conhecida também no mundo greco-romano, relacionada com os sete astros conhecidos até o III séc. a. C.: Saturno, Sol, Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter e Vênus. No cristianismo acontece uma combinação das duas maneiras de viver a semana: a planetária e a judaica, começando a semana com o domingo , “festa primordial”, primeiro dia da semana (cf. At 20,7-12), dies dominica (cf. Ap 1,10), denominando os outros dias como os judeus: segundo dia, terceiro dia A semana cristã sempre foi construída em torno do domingo ; aos poucos receberam relevo especial as férias IV e VI que se tornarão dias litúrgicos – com a celebração da eucaristia – a partir do V séc. No VI século a eucaristia é celebrada a todo dia durante a Quaresma; somente a partir da Idade Média a Eucaristia é celebrada diariamente o ano todo. Temos, enfim o ritmo anual . Os dois pólos ao redor dos quais se forma o Ano Litúrgico são a Páscoa e o Natal . Estes, com o Tempo Comum ou durante o ano , formam o Próprio do Tempo . Acrescenta-se o Santoral , isto é, as memórias e festas de Maria, Mãe do Senhor e dos Santos, em dias fixos. Na história destaque especial teve a celebração das Quatro Têmporas ou dias de penitência prescritos para o começo das quatro estações do ano, provavelmente relacionadas com as festas rituais pagãs da ceifa, da vindima e da semeadura. Com estas anotações gerais agora podemos compreender e viver melhor o Domingo e o Ano Litúrgico em geral e ver como torná-lo mais eficaz na vida pastoral. Dom Armando
- Crisma de Jovens e Adultos na Paróquia de Ibipitanga: um novo vigor espiritual para confirmar a fé
O mês de setembro, foi iniciado uma forte vivência sacramental na Paróquia de Santa Luzia de Ibipitanga, com a presença do bispo diocesano Dom Armando Bucciol, com a Crisma de Jovens Adultos nas Comunidades da Matriz, Alvinópolis, Angical, Castanhão II, Licurí, Lagoa de Dentro, Paga-Tempo, Riacho, Saco do Fogo, Várzea de São João e Várzea do Meio. O período de formação e preparação durou cerca de 2 anos, com inúmeros desafios e experiências de fé. Expressa-se profunda gratidão pelos catequistas e toda equipe envolvida na construção desse caminho. Que os frutos possam ser colhidos ao longo da vida, em suas relações interpessoais, no trabalho, na sociedade e na Igreja.
- O ANO LITÚRGICO – II
Estamos refletindo a respeito do Ano Litúrgico , isto é, das celebrações do Mistério de Cristo ao longo do ano, no decorrer do tempo. O documento do Concílio sobre liturgia, Sacrosanctum Concilium (SC), afirma: “A santa mãe Igreja julga seu dever celebrar em determinados dias no decurso do ano, com uma sagrada recordação, a obra de salvação do seu divino Esposo. Em cada semana, no dia que ela chamou de Domingo , comemora a Ressurreição do Senhor, celebrando-a uma vez também, na solenidade da Páscoa, juntamente com sua sagrada Paixão. No decorrer do ano, distribui todo o Mistério de Cristo, desde a Encarnação e Natividade, até a Ascensão, o dia de Pentecostes e a expectação da feliz esperança e vinda do Senhor. Relembrando, deste modo, os Mistérios da Redenção, dispensa aos fiéis as riquezas do poder salvífico e dos méritos do seu Senhor, de tal sorte que, de alguma forma, os torna presentes em todo tempo, para que os fiéis entrem em contato com eles e sejam repletos da graça da salvação” (SC 102). O Catecismo da Igreja Católica (n. 1165), retomando o Concilio, escreve: “Quando a Igreja celebra o Mistério de Cristo, há uma palavra que marca a sua oração: hoje ! fazendo eco à oração que seu Senhor lhe ensinou (cf. Mt 6,11)”. A História da Salvação continua no dia-a-dia da Igreja e constitui a base do ano litúrgico. Os tempos litúrgicos cristãos são sinais de Cristo e de sua obra de redenção aberta a todos. No Mistério de Cristo temos o acontecimento central e o objeto essencial de toda celebração. A salvação que Deus realizou, de maneira peculiar com a vinda e atuação de Cristo, deu-se no tempo e ela é celebrada no tempo por meio da liturgia. Sem esta atualização a salvação ficaria algo distante e abstrato (cf. SC 5-7). Então, o Ano litúrgico pode ser descrito como “o conjunto das celebrações com que a Igreja celebra anualmente o Mistério de Cristo”. Insisto: não é o tempo litúrgico em si que é sinal de salvação, mas o tempo litúrgico na medida em que o cristão o vive como tempo de graça e de salvação (cf. 2 Cor 6,2); é esse tempo que se insere no tempo cronológico da nossa vida humana. Por meio de suas celebrações litúrgicas, a Igreja torna presente no espaço de um ano, o Mistério de Cristo. Os tempos litúrgicos são o marco da presença anual da salvação, no aqui e agora da vida humana. Não são simples apresentações dos acontecimentos da vida de Jesus, quais exemplos morais a imitar. A liturgia representa, isto é, torna presentes , os mistérios, isto é, os acontecimentos salvíficos, da vida de Jesus após a sua glorificação, uma vez que Ele foi subtraído às limitações do tempo. Dom Armando
- Semana Nacional da Família nas Paróquias da diocese
Com o tema: Amor familiar, vocação e caminho de santidade, diversas paróquias da Diocese de Livramento de Nossa Senhora realizaram a semana da família, seguindo a proposta do Hora da Família preparado pela Pastoral Familiar. Os encontros envolveram várias comunidades, grupos, pastorais e movimentos, despertando em todos o compromisso com a evangelização das famílias. Outras paróquias se preparam para comemorar num outro momento. Veja fotos deste momento:
- BISPOS REUNIDOS NA 59ª ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB DIVULGARAM A “MENSAGEM DA CNBB AO POVO BRASILEIRO SOBRE O MOMENTO ATUAL”
Os 292 bispos católicos do Brasil reunidos na 59ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) desde o último domingo, 28 de agosto, divulgaram na manhã desta sexta-feira, 2 de setembro, “a mensagem da CNBB ao povo brasileiro sobre o momento atual”. LEIA NA INTEGRA: MENSAGEM DA CNBB AO POVO BRASILEIRO SOBRE O MOMENTO ATUAL “Se nos esforçamos e lutamos, é porque pusemos a nossa esperança no Deus vivo, que é o salvador de todos” (1 Tm 4,10). Reunidos no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, de 28 de agosto a 2 de setembro, para a etapa presencial da 59ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, nós, bispos católicos, em colegialidade e comunhão, nos dirigimos a todos os homens e mulheres de boa vontade. Como pastores, temos presente a vida e a história de nossas comunidades, o rosto de nossa de gente, marcado pela fé, esperança e capacidade de resiliência. Nossas alegrias e esperanças, tristezas e angústias (cf. Gaudium et Spes, 1) são as mesmas de cada brasileira e brasileiro. Com esta mensagem, queremos falar ao coração de todos. Nossa fé comporta exigências éticas que se traduzem em compaixão e solidariedade concretas. O compromisso com a promoção, o cuidado e a defesa da vida, desde a concepção até o seu término natural, bem como, da família, da ecologia integral e do estado democrático de direito estão intrinsecamente vinculado à nossa missão apostólica. Todas as vezes que esses compromissos têm sido abalados, não nos furtamos em levantar nossa voz. “A Igreja é advogada da justiça e dos pobres, exatamente por não se identificar com os políticos nem com os interesses de partido” (Bento XVI, Discurso Inaugural da Conferência de Aparecida). Com a esperança que nos vem do Senhor e que não nos decepciona (Cf Rm 5,5), reconhecemos o tempo difícil em que vivemos. Nosso País está envolto numa complexa e sistêmica crise, que escancara a desigualdade estrutural, historicamente enraizada na sociedade brasileira. Constatamos os alarmantes descuidos com a Terra, a violência latente, explícita e crescente, potencializada pela flexibilização da posse e porte de armas que ameaçam o convívio humano harmonioso e pacífico na sociedade. Entre outros aspectos destes tempos estão o desemprego e a falta de acesso à educação de qualidade para todos. A fome é certamente o mais cruel e criminoso deles, pois a alimentação é um direito inalienável (cf. Papa Francisco, Fratelli Tutti, 189). Segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, 2022), a quantidade de brasileiras e brasileiros que enfrentam algum tipo de insegurança alimentar ultrapassou a marca de 60 milhões. Como se não bastassem todos os desafios estruturais e conjunturais a serem enfrentados, urge reafirmar o óbvio: Nossa jovem democracia precisa ser protegida, por meio de amplo pacto nacional. Isso não significa somente “um respeito formal de regras, mas é o fruto da convicta aceitação dos valores que inspiram os procedimentos democráticos […] se não há um consenso sobre tais valores, se perde o significado da democracia e se compromete a sua estabilidade” (Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 407). Ao comemorarmos o bicentenário da Independência do Brasil, é fundamental ter presente que somos uma nação marcada por riquezas e potencialidades, contudo, carente de um projeto de desenvolvimento humano, integral e sustentável. Vítimas de uma economia que mata, celebramos as conquistas desses 200 anos de independência conscientes de que condições de vida digna para todos ainda constituem um grande desafio. É necessário o compromisso autêntico com a verdade, com a promoção de políticas de Estado capazes de contribuir de forma efetiva para a diminuição das desigualdades, a superação da violência e a ampliação do acesso a teto, trabalho e terra. Comprometidos com essas conquistas e inspirados pela cultura do diálogo e do encontro, podemos ser uma nação realmente independente e soberana. É motivo de preocupação a manipulação religiosa e a disseminação de fake News que têm o poder de desestruturar a harmonia entre pessoas, povos e culturas, colocando em risco a democracia. A manipulação religiosa, protagonizada por políticos e religiosos, desvirtua os valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que necessitam ser debatidos e enfrentados em nosso Brasil. É fundamental um compromisso autêntico com o Evangelho e com a verdade.A corrupção, histórica, contínua e persistente, subtrai o que pertence aos mais pobres. A Lei da Ficha Limpa, que proíbe que condenados por órgãos colegiados possam se candidatar a cargos políticos, é uma conquista popular e democrática, que deve ser promovida, juntamente com outros mecanismos de controle que garantam a ética na política.Mesmo com todos esses desafios, a dinâmica da democracia nos coloca, mais uma vez,num processo eleitoral. Tentativas de ruptura da ordem institucional, veladas ou explícitas,buscam colocar em xeque a lisura desse processo, bem como, a conquista irrevogável do voto.Pelo seu exercício responsável e consciente, a população tem a capacidade de refazer caminhos,corrigir equívocos e reafirmar valores. Reiteramos nosso apoio incondicional às instituições da República, responsáveis pela legitimação do processo e dos resultados das eleições.Assim, conclamamos, mais uma vez, toda a sociedade brasileira a participar ativa e pacificamente das eleições, escolhendo candidatos e candidatas, para o executivo (presidente e governadores) e o legislativo (senadores e deputados federais, estaduais e distritais), que representem projetos comprometidos com o bem comum, a justiça social, a defesa integral da vida, da família e da Casa Comum.Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, nos ajude a buscar sempre a melhor política, uma das formas mais eminentes da caridade. Aparecida – SP, 31 de agosto de 2022 Dom Walmor Oliveira de Azevedo Arcebispo de Belo Horizonte – MG Presidente da CNBB Dom Jaime Spengler Arcebispo de Porto Alegre – RS 1º Vice-Presidente Dom Mário Antônio da Silva Arcebispo de Cuiabá – MT 2º Vice-Presidente Dom Joel Portella Amado Bispo auxiliar do Rio de Janeiro – RJ Secretário-Gera
- Intercâmbio Missionário – Tanhaçu recebe jovens italianos
A diocese de Livramento acolheu entre os dias 11 a 20 de agosto a experiência missionária de jovens vindos da diocese de Vittorio Veneto da Itália; momento de partilha e alegria da missão. Motivados pela presença do Pe. Marco Del Magro em nossa igreja particular, italiano que vive um intercâmbio missionário na Paróquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro de Tanhaçu, os jovens viveram belos momentos em nossas terras. Dentre encontros com a juventude de Tanhaçu, trocas de conhecimentos, rodas de conversas, visitas às comunidades da área rural da paróquia, os jovens puderam conhecer um pouco da Igreja brasileira presente em nossa Diocese, além de conhecer as cidades de Livramento de Nossa Senhora (sede da Diocese), Rio de Contas, Caetité e Guanambi, ambientes de acolhida dos padres missionários Fidei Donum em nossa região. Ao findar a experiência de intercâmbio missionário, os jovens concluíram que, mesmo com dificuldades na comunicação, a fé e o amor por Deus os transforma para cumprir com essa responsabilidade que o Senhor os confiou de serem verdadeiramente “testemunhas d’Ele em todos os momentos, em todas as coisas e em todos os lugares”; por isso deve ser lembrado sempre a importância fundamental do amor, como motivador e impulsionador, pois ao agir com amor e inspirados pelo Espírito, o Senhor os ajudará a encontrar o verdadeiro propósito e motivação para missão.




