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  • Campanha Missionária 2025

    Foto - https://pom.org.br/campanha-missionaria-conheca-o-cartaz-que-vai-animar-as-acoes-da-igreja-em-outubro/ Para o mês missionário deste ano, o saudoso Papa Francisco convocou todos nós cristãos batizados a sermos verdadeiros construtores e sinais de uma “esperança que não decepciona” como nos diz São Paulo na carta aos Romanos. Todos nós, conscientes do nosso batismo, temos o compromisso com a missão que se dá ao longo de nossa trajetória de vida sendo sinais de esperança. Neste ano jubilar de 2025, somos convidados a nos comprometer ainda mais com a Igreja do Brasil e de outras nações, sendo solidários na campanha missionária que acontece no penúltimo domingo do mês de outubro, em que 80% das ofertas do dia 19 de outubro de 2025 será destinado às dioceses na África, Ásia, Oceania e América Latina, e 20% para ações missionárias no Brasil. Com a campanha missionária 2025, temos uma ocasião privilegiada para cooperar com a missão por meio da conscientização, da oração e da ajuda material. As doações recolhidas no Dia Mundial das Missões, nos dias 18 e 19 de outubro, são destinadas ao Fundo Mundial de Solidariedade. Dessa forma, colaboramos com o Papa na formação de evangelizadores e na manutenção de projetos de evangelização, educação, saúde e desenvolvimento comunitário, levando assistência a quem mais precisa. (Mensagem de Ir. Regina da Costa Castro, diretora das pontifícias Obras Missionárias).  Somos missionários em nossa comunidade local, na paróquia, na diocese, mas também podemos alcançar realidades mais longínquas através da nossa solidariedade, a fim de que outros missionários se façam presentes e atuantes onde a Igreja e a sociedade clamam. Sejamos, portanto, testemunhas da ação evangelizadora missionária, comprometendo-nos com a vida das pessoas e do planeta. Texto - Ir. Aparecida

  • Conselho Diocesano de Pastoral se reúne em Livramento e reforça o caminho da sinodalidade

    Nos dias 04 e 05 de outubro, aconteceu, em Livramento de Nossa Senhora, o segundo encontro do Conselho Diocesano de Pastoral (CDP) deste ano. O evento reuniu o bispo Dom Vicente de Paula Ferreira, padres, diáconos, religiosas da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, além de um número expressivo de leigos oriundos das 21 paróquias da Diocese.   O encontro foi marcado por momentos intensos de escuta, partilha, reflexão e oração, proporcionando uma rica avaliação da caminhada pastoral ao longo de 2025 e, sobretudo, a construção conjunta das diretrizes e agendas para o próximo ano. Depois de várias contribuições, foi aprovado o novo estatuto do CPD e eleitos novos membros para a secretaria.   Durante os dois dias, os participantes puderam partilhar experiências, desafios e avanços na vivência comunitária e missionária em suas paróquias, sempre à luz do Evangelho e do espírito de comunhão e participação.   A palavra que mais ecoou durante todo o encontro foi sinodalidade, rea-firmando o compromisso da Diocese com uma Igreja que caminha unida, ouvin-do o Espírito Santo e a voz do povo de Deus.   Dom Vicente, bispo diocesano, destacou em sua fala a importância de continuar desenvolvendo e aprofundando a vivência da sinodalidade em todas as instâncias da Igreja. E apresentou uma síntese da nova carta pastoral que terá como tema: Ser Igreja sinodal a serviço da justiça e da paz.   O Conselho Pastoral Diocesano é um organismo de sinodalidade que reforça o compromisso da Diocese com uma pastoral orgânica, participativa e missionária, na qual todos têm voz e vez na construção do Reino de Deus.

  • PARÓQUIA DE SANTA LUZIA DE IBIPITANGA REALIZA CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL (CPP)

    Insistindo na renovação do dinamismo pastoral-missionário em toda a Paróquia de Santa Luzia de Ibipitanga, aconteceu no último domingo de setembro, 28, no Auditório do Centro Pastoral Pe. José Menon, o Conselho Pastoral Paroquial (CPP). Sob a orientação do Pároco, Pe. Marcos Bento, mais de 70 lideranças das Comunidades Eclesiais Missionárias, das Pastorais, dos Grupos, dos Movimentos e do Conselho Econômico Paroquial se reuniram para um fecundo momento de escuta e partilha, permitindo reflexões a partir da situação de vida, da vivência da fé e da realidade social e eclesial onde atuam nossas lideranças. Na oportunidade, por meio de reflexões bíblicas e orientações práticas a partir das indicações diocesanas, à luz do Concílio Vaticano II e de outros documentos do Magistério sobre a renovação missionária da Igreja, o Estatuto do CPP foi atualizado e aprovado, reforçando a formação e organização da Paróquia em vista da Evangelização, o principal compromisso da presença da Igreja no mundo. “A Paróquia é chamada a acolher as instâncias do tempo para adequar o próprio serviço às necessidades dos fiéis e das transformações históricas. É necessário renovado dinamismo, que permita redescobrir a vocação de cada batizado a ser discípulo de Jesus e missionário do Evangelho, à luz dos documentos do Concílio Vaticano II e do seu sucessivo Magistério”. Avaliando os passos dados e os desafios que ainda persistem, o encontro contribuiu decisivamente para fortalecer a sinodalidade, bem como amadurecer iniciativas de ações pastorais e missionárias mais eficazes, indispensáveis para uma autêntica experiência de comunhão, participação e missão.   [1] (CONGREGAÇÃO PARA O CLERO. Instrução A conversão Pastoral da comunidade paroquial a serviço da missão evangelizadora da Igreja . Brasília-DF: Edições CNBB, 2020, n. 15 (Documentos da Igreja – 63).   Texto e fotos: PASCOM Ibipitanga

  • CELEBRAÇÃO DO SACRAMENTO DA CRISMA DE 142 PESSOAS EM IBIPITANGA

    Para que receber a Crisma se a pessoa já foi batizada? Talvez essa pergunta tenha sido recorrente nos últimos dias após a solene Celebração Eucarística, na quinta-feira (18/09), presidida por Dom Vicente Ferreira, Bispo diocesano, na Igreja Matriz da Paróquia de Santa Luzia, em Ibipitanga-BA. Na ocasião, pela Imposição das mãos e Unção com o Óleo do Crisma, o bispo celebrou o Sacramento da Crisma de 142 pessoas, sendo maioria adulta. A Crisma não é uma substituição do Batismo, como se este fosse algo provisório ou irrelevante, mas a Confirmação da presença do Espírito Santo em plenitude na vida do cristão, que já pertence ao Pai e, agora, é chamado a viver a fé cristã católica na Igreja e na sociedade, como testemunha consciente e decidida de Jesus, o Ungido do Pai pela força do Espírito. “O Batismo nos dá a filiação divina, a Eucaristia alimenta em nós essa vida divina, e, pela Crisma, o Espírito Santo nos confirma, com sua força na vocação cristã e nos ilumina e fortalece para as lutas, para o testemunho da f锹. Dentre as 142 pessoas que receberam o Sacramento da Crisma, cinco jovens eram da Comunidade de Nossa Senhora de Fátima do Pajeú, oito jovens da Comunidade de Santa Teresinha do Menino Jesus do Paga-Tempo e seis jovens da Comunidade do Senhor do Bonfim do Riacho. Os demais eram todos adultos e a maioria participa assiduamente da comunidade da Matriz. Alguns, inclusive, são membros das pastorais, grupos e movimentos da Paróquia. Certamente, essa Celebração marcará para sempre a vida de tantas pessoas. Aos que passavam pela Praça da Matriz, um colorido especial de vermelho e branco atraía olhares. Naquela fila extensa em direção à porta da Igreja Matriz estavam muitos homens e mulheres que, durante muito tempo, quase não participavam da vida eclesial, mas pouco a pouco foram se aproximando e percebendo que novos passos precisavam ser dados. Muitos casais de esposos, noivos e namorados, alguns acompanhados dos seus padrinhos e madrinhas. Todos caminhavam em procissão alegres e sorridentes, para viver a tão esperada celebração da Crisma. Tiveram lágrimas também tanto pela alegria, quanto pela comoção, como de alguns pais que, após muitos anos, viram seus filhos receberem todos os sacramentos da Iniciação Cristã. Mentes e corações foram banhados com a esperança de que nunca é tarde para se aproximar de Jesus, buscar os sacramentos e renovar a vivência da fé. O caminho de preparação realizado, como já é costume na Paróquia, aconteceu através da Catequese com Adultos, que tem como catequistas o Padre Marcos Bento e a catequista Angélica Ferreira. A proposta, porém, não se reduziu à preparação para os Sacramentos da Iniciação Cristã de Adultos, mas se desenvolveu como uma formação à luz da Bíblia e do Catecismo da Igreja Católica com a finalidade de apresentar a fé em Cristo como uma proposta, na esperança de uma adesão livre, consciente e responsável, sem qualquer imposição ou manipulação. Além disso, a participação nas celebrações litúrgicas e o vínculo com a comunidade nutriram de modo indispensável o percurso de discernimento e amadurecimento para revigorar os passos no seguimento a Jesus. Depois de receber o Sacramento da Crisma, nenhum cristão está dispensado da vida eclesial, mas é chamado a continuar vivendo o Batismo, como discípulo missionário de Jesus. A Unção com o Óleo do Crisma foi recebida como como confirmação do compromisso com Jesus na Igreja e no dia a dia. O cristão recebe o perfume que simboliza a vocação de todo batizado: espalhar ao seu redor o “bom odor de Cristo” (cf. 2Cor 2,15). 1. RIBÓLLA, José, Os sacramentos trocados em miúdo . Aparecida-SP: Editora Santuário, 1990, p. 60. Texto e Fotos: PASCOM Ibipitanga, BA

  • FESTA EM HONRA AO SENHOR DO BONFIM | PARÓQUIA DE ABAÍRA

    A Missa do Senhor do Bonfim foi celebrada com grande participação da comunidade, em uma programação que se estendeu por quatro dias. O momento de preparação aconteceu com o tríduo realizado nos dias 28, 29 e 30 de agosto, ocasião em que os fiéis se reuniram para rezar, refletir e fortalecer a espiritualidade em torno da devoção ao Senhor do Bonfim. No dia 31 de agosto, a programação chegou ao seu ponto alto com a missa solene seguida de procissão, que reuniu devotos em um gesto público de fé e tradição religiosa. A celebração manteve viva a devoção ao Senhor do Bonfim, reafirmando a importância da espiritualidade na vida comunitária. Neste ano, a festa trouxe como tema “Ecologia Integral: um caminho de esperança e cuidado da casa comum”, em sintonia com os apelos da Igreja para unir a vivência da fé com a responsabilidade social e ambiental. O tema convidou os fiéis a refletirem sobre a necessidade de cuidar da criação, compreender a natureza como dom de Deus. Foram dias de oração, fé e conscientização, que marcaram a comunidade tanto espiritualmente quanto em sua missão de cuidar da casa comum. Texto e Fotos - PASCOM - Abaíra

  • Arrecadação de alimentos

    Por ocasião dos festejos de nossa padroeira, Nossa Senhora do Livramento, no dia da novena dedicado ao Jubileu da Caridade, foi realizada uma campanha para arrecadação de alimentos, produtos de higiene e limpeza. O objetivo foi auxiliar as entidades caritativas de nosso município: Casa do Idoso Dom Hélio Paschoal e o Projeto Multiplique Convida. Foram arrecadados cerca de 700 kg de alimentos, além de outros itens que compõem a cesta básica e uma variada quantidade de produtos de limpeza/higiene. Foram realizadas as entregas de toda arrecadação às entidades citadas. Gratidão a todos que, com coração sensível e generoso, partilham com os irmãos carentes e menos favorecidos, solidários às suas necessidades. Que, por intercessão de Nossa Senhora do Livramento, não nos falte o pão de cada dia e o dom da partilha.

  • Dia Nacional do catequista

    A vocação do catequista é um chamado à missão de evangelizar, formar e acompanhar na comunidade, especialmente as crianças, os adolescentes e os adultos que se iniciam na fé. O catequista é chamado a ser discípulo de Jesus Cristo e a testemunhar com alegria o Evangelho no cotidiano, fazendo ecoar a mensagem de fé. O catequista possui uma vocação especial que exige compromisso, dedicação e uma formação contínua. Sua missão é facilitar o encontro das pessoas com Jesus Cristo, ajudando-as a amadurecer na fé e a viver os valores do Reino de Deus. O catequista deve ser um evangelizador que acolhe cada pessoa com amor, respeitando suas particularidades e promovendo um ambiente de participação, diálogo e crescimento na fé. A vocação do catequista, também, implica uma entrega generosa, um compromisso pessoal e uma atitude de serviço ensinada por Jesus. É um chamado que vai além de uma simples tarefa; é uma missão de vida, marcada pelo desejo de evangelizar, orientar e acompanhar aqueles que estão em fase de crescimento espiritual. O catequista é testemunha de esperança, portador de uma mensagem de paz e amor, contribuindo para o fortalecimento da comunidade cristã. Portanto, essa vocação é uma resposta à missão de evangelizar e uma oportunidade de conduzir outras pessoas a conhecer, amar e seguir a Jesus Cristo, sempre guiado pelo Espírito Santo. Por isso, essa vocação requer, ainda mais, uma profunda conexão com Deus através da oração, leitura da Palavra e participação nos sacramentos, pois é a partir dessa relação que ele consegue inspirar e guiar seus catequizando com autenticidade e alegria. Além disso, a vocação do catequista é uma chamada à escuta atenta, ao respeito pelas individualidades e às necessidades de cada pessoa que acompanha. É estar presente, acolhendo com carinho, orientando com paciência e estimulando a fé, sempre buscando conduzir seus catequizandos a uma experiência profunda do amor de Deus. A missão do catequista é fazer o evangelho vivo na vida cotidiana, ajudando cada pessoa a descobrir o seu caminho de fé e a integrar-se plenamente na comunidade cristã. Cada catequista é um pressente de Deus à humanidade. Gostaríamos de expressar nossa sincera gratidão pelo empenho, dedicação e amor que cada catequista demonstra em sua atividade de guia e formação na fé em nossa diocese. Sua dedicação faz a diferença na vida de cada criança, adolescente e adulto, ajudando a construir uma Igreja viva e acolhedora. Que Deus continue abençoando cada catequista, fortalecendo sua vocação e enchendo seu coração de paz e alegria. Muito obrigado por todo o esforço e pelo exemplo de fé e esperança em nossa Diocese. Texto – Padre Adriano

  • Peregrinos porque chamados: Vida Religiosa Consagrada e Ministérios Ordenados

    Nos dias 23 e 24 de agosto, no Centro Diocesano, em Livramento de Nossa Senhora-BA, aconteceu a terceira etapa do Encontro Vocacional Diocesano. Inspirados na temática do Mês Vocacional de 2025 – “Peregrinos porque chamados” – as reflexões bíblicas, partilhas, orações, palestras e outras vivências favoreceram aos jovens participantes um aprofundamento sobre o chamado à Vida Religiosa Consagrada e aos Ministérios Ordenados. Aos poucos, entre os jovens, percebe-se um crescimento da consciência vocacional de que o chamado vem de Deus, mas a resposta é humana, construída na liberdade e renovada no cotidiano, conforme a realidade e o esforço de cada um. Nesse sentido, o testemunho vocacional das religiosas, dos padres e diácono presentes contribuiu significativamente para essa clareza. Com a participação de algumas irmãs das Religiosas Missionárias de Nossa Senhora das Dores, da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição e das Filhas de São Camilo, a diversidade dos carismas e as diferentes áreas de atuação demonstraram o quanto a Vida Religiosa Consagrada enriquece a Igreja e amplia o horizonte da evangelização, alcançando realidades e pessoas muito além da vida pastoral na comunidade eclesial. As irmãs também partilharam as etapas do itinerário de formação necessário e o significado dos votos de pobreza, castidade e obediência. Além disso, os jovens conheceram mais sobre o chamado aos Ministérios Ordenados. O Padre Samuel Neves Silva, formador diocesano, compartilhou muitas informações sobre o processo de acompanhamento vocacional e o percurso de formação para a vida presbiteral, apresentando as características de cada uma das etapas. Com base nas atuais Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil, destacou também que o ministério presbiteral acontece no meio do povo de Deus, conforme a espiritualidade do Cristo Bom Pastor, que participa da vida das suas ovelhas e por elas se entrega numa sincera e decidida abertura a serviço da caridade pastoral. O Bispo diocesano, Dom Vicente Ferreira, também se encontrou com os jovens e celebrou com eles. Dois momentos enriqueceram a terceira etapa do Encontro Vocacional Diocesano, a visita à comunidade de São Gaspar Bertoni no Bairro Benito Gama, para celebrar o encerramento da Semana Nacional da Família, e uma peregrinação a Rio de Contas para conhecer um pouco da história da Matriz do Santíssimo Sacramento e da Igreja de Sant’Ana. A próxima etapa do Encontro Vocacional acontecerá nos dias 18 e 19 de outubro de 2025. Texto- Pastoral Vocacional Fotos - PASCOM - Ibipitanga

  • VOCAÇÃO LAICAL 

    “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita” (Mt 9, 37-38).  Este apelo missionário de Jesus ecoa para todos os batizados, chamados a assumir o compromisso de serem testemunhas de Cristo no mundo. É necessário acolhermos, com alegria, o suave convite do Senhor, que, diariamente, chama discípulos para trabalharem na sua vinha. Como nos recorda o Evangelho de Mateus 20,1: “O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha.” No quarto domingo do mês vocacional, recordamos com carinho a vocação   laical. A palavra leigo vem do grego laós, que significa povo. Portanto, a pessoa leiga é aquela que participa do Povo de Deus. Que assume a missão, com generosidade, de construir nossas comunidades cristãs, especialmente por meio das pastorais e movimentos. Leigo e leiga são as pessoas que abraçam o Evangelho de Jesus como projeto de vida. O Concílio Vaticano II trouxe uma nova luz para a Igreja, promovendo uma maior participação dos leigos e apresentando uma Igreja verdadeiramente inclusiva, onde todos os batizados são chamados a colocar seus dons a serviço do Evangelho. Essa renovação resgatou a imagem da Igreja primitiva, lembrando-nos que a missão de anunciar a Boa Nova não é somente de alguns, mas de todos. É impossível imaginar a Diocese de Livramento de Nossa Senhora, com suas 611 comunidades, sem a presença e a dedicação dos leigos. É graças ao “sim” de cada um que nossas comunidades continuam vivas, alimentadas pela Palavra de Deus. Em muitos lugares, são as lideranças leigas que mantêm a fé acesa através da catequese, da celebração da Palavra, das orações devocionais, do estudo bíblico e do compromisso em ser sal da terra e luz do mundo. Este é um belo serviço, a maior prova de amor a Cristo: o testemunho de homens e mulheres que, mesmo diante da correria do dia a dia, encontram tempo para anunciar o Evangelho. Como nos recorda o Papa Francisco: A missão comum a todos nós, cristãos, é testemunhar com alegria, em cada situação, por atitudes e palavras, aquilo que experimentamos estando com Jesus e na sua comunidade, que é a Igreja. E traduz-se em obras de misericórdia materiais e espirituais, num estilo de vida acolhedor e sereno, capaz de proximidade, compaixão e ternura, em contracorrente à cultura do descarte e da indiferença. Fazer-nos próximo como o bom samaritano permite-nos compreender o núcleo da vocação cristã: imitar Jesus Cristo, que veio para servir e não para ser servido (Mensagem para o 60º Dia Mundial de Oração pelas Vocações). Neste mês vocacional, refletimos sobre os ministros ordenados, a vocação familiar e a vida religiosa. Por fim, a Igreja nos convida a reconhecer e valorizar o grande testemunho dos leigos, dedicando o quarto domingo à vocação laical. O documento Lumen Gentium  nos ensina: Por leigos entendem-se aqui todos os cristãos que não são membros da sagrada Ordem ou do estado religioso reconhecido pela Igreja, isto é, os fiéis que, incorporados em Cristo pelo Batismo, constituídos em Povo de Deus e tornados participantes, a seu modo, da função sacerdotal, profética e real de Cristo, exercem, pela parte que lhes toca, a missão de todo o Povo cristão na Igreja e no mundo (LG, n. 31). A Igreja reconhece que cada leigo, pelo Batismo, é chamado a ser sacerdote, profeta e rei, assumindo a missão de levar o Evangelho a todas as pessoas. Por isso, queremos expressar nossa gratidão a você, que com tanto amor e dedicação participa de algum movimento ou pastoral, e a todos que animam e fortalecem a caminhada de fé em nossas comunidades. Seu serviço é valioso, sua presença é um dom, e seu testemunho é um sinal vivo do Evangelho. Texto- Comunicação diocesana

  • Festa de Nossa Senhora do Alívio

    Com grande alegria e profunda fé, a Paróquia de Ituaçu celebrou o tradicional Novenário em honra a Nossa Senhora do Alívio, padroeira da cidade. Foram dias de oração, devoção e confraternização que reuniram fiéis de toda a região para louvar a Mãe Santíssima, aquela que nos ampara em nossas dores e intercede, junto a seu Filho Jesus Cristo, por cada família. Durante as nove noites, a comunidade vivenciou momentos de intensa espiritualidade, por meio da Santa Missa, dos cânticos, da partilha da Palavra e das expressões culturais de fé popular. Cada noite contou com a presença de um padre da Diocese, convidado para presidir a celebração e fortalecer os laços de comunhão e unidade entre o povo e o clero. O ponto alto das celebrações aconteceu no dia 15 de agosto, festa da Assunção de Nossa Senhora, quando a paróquia acolheu uma multidão de fiéis para a Missa Solene, presidida pelo bispo emérito Dom Armando Bucciol, seguida da tradicional procissão, testemunhando publicamente o amor e a confiança na proteção maternal de Nossa Senhora do Alívio. Mais do que uma tradição, o Novenário é expressão viva da fé do povo de Ituaçu, que encontra na Padroeira não apenas refúgio espiritual, mas também inspiração para caminhar com esperança e perseverança. Que a intercessão de Nossa Senhora do Alívio continue derramando bênçãos sobre cada família, fortalecendo nossa Diocese e sustentando a caminhada do povo de Deus.   Texto e fotos - Pascom da paróquia de Ituaçu

  • Festa de Nossa Senhora do Livramento - Padroeira Diocesana

    Entre os dias 6 e 15 de agosto, a Paróquia de Nossa Senhora do Livramento (Catedral) viveu, intensamente, a novena em preparação para a grande solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Foram dias de profunda espiritualidade, nos quais os paroquianos puderam refletir sobre temas essenciais para a vivência da fé cristã. Cada celebrante contribuiu, de maneira singular, conduzindo os fiéis à reflexão proposta pela Carta Pastoral deste ano: “Ecologia Integral: um caminho de esperança e cuidado da Casa Comum.” A cada noite, o clima festivo se intensificava com a presença dos padres da diocese, organizados segundo os vicariatos, promovendo momentos de convivência fraterna e enriquecedora troca de experiências com o Povo de Deus. A quarta noite destacou-se pelo expressivo número de fiéis das comunidades da Catedral, ocasião em que se celebrou o Jubileu das Comunidades (CEBs). A celebração contou com a presença de Dom Vitor Agnaldo de Menezes, da Arquidiocese de Vitória da Conquista, que presidiu solenemente a novena. No dia 13, a comunidade recebeu com alegria o Bispo de Jequié, Dom Paulo Romeu Dantas Bastos, que presidiu, pela primeira vez, uma noite da novena em honra de Nossa Senhora do Livramento. Nesta ocasião, foi celebrado o Jubileu da Caridade, marcado pela generosidade de inúmeros fiéis, que realizaram doações destinadas às instituições de caridade do município. Na véspera da solenidade, Dom Vicente de Paula Ferreira presidiu a celebração, incentivando os fiéis a participarem com fervor do grande dia festivo. Após a novena, aconteceu o tradicional leilão beneficente, momento de confraternização e de muita alegria. O 15 de agosto amanheceu em clima de júbilo. A cidade despertou ao som da alvorada e da queima de fogos na praça Dom Hélio Paschoal. Às 7h, foi celebrada a primeira Missa do dia, presidida pelo bispo emérito, Dom Armando Bucciol, diante de uma multidão que lotou a Catedral, transbordando o espaço físico. Após a celebração, realizou-se o tradicional Giro da Bandeira, gesto marcante da devoção local. Às 10h, teve lugar a Missa Solene, presidida pelo bispo diocesano, Dom Vicente de Paula Ferreira, com a presença dos padres, diáconos e seminaristas da diocese e de um expressivo número de fiéis, que deram ainda mais beleza e solenidade ao momento celebrativo. A programação encerrou-se com a procissão, que saiu, às 17h, da frente da Catedral, conduzindo o andor da padroeira pelas principais ruas da cidade. Uma multidão acompanhou a imagem de Nossa Senhora do Livramento, num testemunho vibrante de fé e devoção, que emocionou, profundamente, todos os participantes. As festividades foram concluídas com a Adoração e a Bênção do Santíssimo Sacramento, coroando este tempo de graça e fé. Texto- Comunicação diocesana Fotos - Pascom da catedral

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