FESTA EM LOUVOR A NOSSA SENHORA DA SAÚDE DE ABAÍRA 2022

É com extrema alegria que a Paróquia de Abaíra se prepara para realizar a novena e festa em honra sua excelsa padroeira, a Virgem Imaculada, Nossa Senhora da Saúde.  O novenário acontecerá do dia 23 de janeiro ao dia 01 de fevereiro às 19h30min na Igreja Matriz. A Santa Missa será realizada no dia 02 (quarta-feira) de fevereiro às 9h na Praça de Eventos Edmundo Oliveira.

Além das solenes novenas durante os dias do festejo, a programação consta com o resgate de momentos devocionais, celebração de batizados, celebração penitencial e atendimento de confissões. Para que todos possam participar desse momento festivo, acontecerão transmissões de todo o festejo através do canal do YouTube da Paróquia. 

Convidamos a todos para vivenciar esse momento celebrativo conosco e acompanhar a programação através das nossas redes sociais.

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A CELEBRAÇÃO DO 55º DIA MUNDIAL DA PAZ


DIÁLOGO ENTRE GERAÇÕES, EDUCAÇÃO E TRABALHO:
INSTRUMENTOS PARA CONSTRUIR UMA PAZ DURADOURA

1. “Que formosos são sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz” (Is 52, 7)!

Estas palavras do profeta Isaías manifestam a consolação, o suspiro de alívio dum povo exilado, extenuado pelas violências e os abusos, exposto à infâmia e à morte. Sobre esse povo, assim se interrogava o profeta Baruc: “Por que estás tu em terra inimiga, envelhecendo num país estrangeiro? Contaminaste-te com os mortos, foste contado com os que descem ao Hades” (3,10-11). Para aquela gente, a chegada do mensageiro de paz significava a esperança dum renascimento dos escombros da história, o início dum futuro luminoso.

Ainda hoje o caminho da paz – o novo nome desta, segundo São Paulo VI, é  desenvolvimento integral – permanece, infelizmente, arredio da vida real de tantos homens e mulheres e consequentemente da família humana, que nos aparece agora totalmente interligada. Apesar dos múltiplos esforços visando um diálogo construtivo entre as nações, aumenta o ruído ensurdecedor de guerras e conflitos, ao mesmo tempo que ganham espaço doenças de proporções pandêmicas, pioram os efeitos das alterações climáticas e da degradação ambiental, agrava-se o drama da fome e da sede e continua a predominar um modelo econômico mais baseado no individualismo do que na partilha solidária. Como nos tempos dos antigos profetas, continua também hoje a elevar-se o clamor dos pobres e da terra para implorar justiça e paz.

Em cada época, a paz é conjuntamente dádiva do Alto e fruto dum empenho compartilhado. De fato, há uma “arquitetura” da paz, onde intervêm as várias instituições da sociedade, e existe um “artesanato” da paz, que nos envolve pessoalmente a cada um de nós. Todos podem colaborar para construir um mundo mais pacífico partindo do próprio coração e das relações em família, passando pela sociedade e o meio ambiente, até chegar às relações entre os povos e entre os Estados.

Quero propor, aqui, três caminhos para a construção duma paz duradoura. Primeiro, o diálogo entre as gerações, como base para a realização de projetos compartilhados. Depois, a educação, como fator de liberdade, responsabilidade e desenvolvimento. E, por fim, o trabalho, para uma plena realização da dignidade humana. São três elementos imprescindíveis para tornar “possível a criação dum pacto social”, sem o qual se revela inconsistente todo o projeto de paz.

2. Dialogar entre gerações para construir a paz

Num mundo ainda fustigado pela pandemia, que tem causado tantos problemas, “alguns tentam fugir da realidade, refugiando-se em mundos privados, enquanto outros a enfrentam com violência destrutiva, mas, entre a indiferença egoísta e o protesto violento há uma opção sempre possível: o diálogo, [concretamente] o diálogo entre as gerações”.

Todo o diálogo sincero, mesmo sem excluir uma justa e positiva dialética, exige sempre uma confiança de base entre os interlocutores. Devemos voltar a recuperar esta confiança recíproca. A crise sanitária atual fez crescer, em todos, o sentido da solidão e o isolar-se em si mesmos. Às solidões dos idosos veio juntar-se, nos jovens, o sentido de impotência e a falta duma noção compartilhada de futuro. Esta crise é sem dúvida aflitiva, mas nela é possível expressar-se também o melhor das pessoas. De fato, precisamente durante a pandemia, constatamos nos quatro cantos do mundo generosos testemunhos de compaixão, partilha, solidariedade.

Dialogar significa ouvir-se um ao outro, confrontar posições, pôr-se de acordo e caminhar juntos. Favorecer tudo isto entre as gerações significa amanhar o terreno duro e estéril do conflito e do descarte para nele se cultivar as sementes duma paz duradoura e compartilhada.

Enquanto o progresso tecnológico e econômico frequentemente dividiu as gerações, as crises contemporâneas revelam a urgência da sua aliança. Se os jovens precisam da experiência existencial, sapiencial e espiritual dos idosos, também estes precisam do apoio, carinho, criatividade e dinamismo dos jovens.

Os grandes desafios sociais e os processos de pacificação não podem prescindir do diálogo entre os guardiões da memória – os idosos – e aqueles que fazem avançar a história – os jovens –; tal como não é possível prescindir da disponibilidade de cada um dar espaço ao outro, nem pretender ocupar inteiramente a cena preocupando-se com os seus interesses imediatos como se não houvesse passado nem futuro. A crise global que vivemos mostra-nos, no encontro e no diálogo entre as gerações, a força motora duma política sã, que não se contenta em administrar o existente “com remendos ou soluções rápidas”, mas presta-se, como forma eminente de amor pelo outro, à busca de projetos compartilhados e sustentáveis.

Se soubermos, nas dificuldades, praticar este diálogo intergeracional, “poderemos estar bem enraizados no presente e, daqui, visitar o passado e o futuro: visitar o passado, para aprender da história e curar as feridas que às vezes nos condicionam; visitar o futuro, para alimentar o entusiasmo, fazer germinar os sonhos, suscitar profecias, fazer florescer as esperanças. Assim unidos, poderemos aprender uns com os outros”. Sem as raízes, como poderiam as árvores crescer e dar fruto?

É suficiente pensar no cuidado da nossa casa comum, já que o próprio meio ambiente “é um empréstimo que cada geração recebe e deve transmitir à geração seguinte”. Por isso, devem ser apreciados e encorajados os numerosos jovens que se empenham por um mundo mais justo e atento à tutela da criação, confiada à nossa custódia. Fazem-no num misto de inquietude e entusiasmo, mas sobretudo com sentido de responsabilidade perante a urgente mudança de rumo, que nos é imposta pelas dificuldades surgidas da atual crise ética e socioambiental.

Por outro lado, a oportunidade de construir, juntos, percursos de paz não pode prescindir da educação e do trabalho, lugares e contextos privilegiados do diálogo intergeracional: enquanto a educação fornece a gramática do diálogo entre as gerações, na experiência do trabalho encontram-se a colaborar homens e mulheres de diferentes gerações, trocando entre si conhecimentos, experiências e competências em vista do bem comum.

3. A instrução e a educação como motores da paz

Nos últimos anos, diminuiu sensivelmente a nível mundial o orçamento para a instrução e a educação, vistas mais como despesas do que como investimentos; e, todavia, constituem os vetores primários dum desenvolvimento humano integral: tornam a pessoa mais livre e responsável, sendo indispensáveis para a defesa e promoção da paz. Por outras palavras, instrução e educação são os alicerces duma sociedade coesa, civil, capaz de gerar esperança, riqueza e progresso.

Ao contrário, aumentaram as despesas militares, ultrapassando o nível registado no termo da “guerra fria”, e parecem destinadas a crescer de maneira exorbitante.

Por conseguinte, é oportuno e urgente que os detentores das responsabilidades governamentais elaborem políticas econômicas que prevejam uma inversão na correlação entre os investimentos públicos na educação e os fundos para armamentos. Aliás a busca dum real processo de desarmamento internacional só pode trazer grandes benefícios ao desenvolvimento dos povos e nações, libertando recursos financeiros para ser utilizados de forma mais apropriada na saúde, na escola, nas infraestruturas, no cuidado do território, etc.

Faço votos de que o investimento na educação seja acompanhado por um empenho mais consistente na promoção da cultura do cuidado. Perante a fragmentação da sociedade e a inércia das instituições, esta cultura do cuidado pode-se tornar a linguagem comum que abate as barreiras e constrói pontes. “Um país cresce quando dialogam de modo construtivo as suas diversas riquezas culturais: a cultura popular, a cultura universitária, a cultura juvenil, a cultura artística e a cultura tecnológica, a cultura econômica e a cultura da família, e a cultura dos meios de comunicação”. É necessário, portanto, forjar um novo paradigma cultural, através de “um pacto educativo global para e com as gerações jovens, que empenhe as famílias, as comunidades, as escolas e universidades, as instituições, as religiões, os governantes, a humanidade inteira na formação de pessoas maduras”. Um pacto que promova a educação para a ecologia integral, segundo um modelo cultural de paz, desenvolvimento e sustentabilidade, centrado na fraternidade e na aliança entre os seres humanos e o meio ambiente.

Investir na instrução e educação das novas gerações é a estrada mestra que as leva, mediante uma específica preparação, a ocupar com proveito um justo lugar no mundo do trabalho.

4. Promover e assegurar o trabalho constrói a paz

O trabalho é um fator indispensável para construir e preservar a paz. Aquele constitui expressão da pessoa e dos seus dotes, mas também compromisso, esforço, colaboração com outros, porque se trabalha sempre com ou para alguém. Nesta perspectiva acentuadamente social, o trabalho é o lugar onde aprendemos a dar a nossa contribuição para um mundo mais habitável e belo.

A pandemia Covid-19 agravou a situação do mundo do trabalho, que já antes se defrontava com variados desafios. Faliram milhões de atividades econômicas e produtivas; os trabalhadores precários estão cada vez mais vulneráveis; muitos daqueles que desempenham serviços essenciais são ainda menos visíveis à consciência pública e política; a instrução à distância gerou, em muitos casos, um retrocesso na aprendizagem e nos percursos escolásticos. Além disso, os jovens que assomam ao mercado profissional e os adultos precipitados no desemprego enfrentam hoje perspectivas dramáticas.

Particularmente devastador foi o impacto da crise na economia informal, que muitas vezes envolve os trabalhadores migrantes. Muitos deles – como se não existissem – não são reconhecidos pelas leis nacionais; vivem em condições muito precárias para eles mesmos e suas famílias, expostos a várias formas de escravidão e desprovidos dum sistema de previdência que os proteja. Mais, atualmente apenas um terço da população mundial em idade laboral goza dum sistema de proteção social ou usufrui dele apenas de forma limitada. Em muitos países, crescem a violência e a criminalidade organizada, sufocando a liberdade e a dignidade das pessoas, envenenando a economia e impedindo que se desenvolva o bem comum. A resposta a esta situação só pode passar por uma ampliação das oportunidades de trabalho digno.

Com efeito o trabalho é a base sobre a qual se há de construir a justiça e a solidariedade em cada comunidade. Por isso, “não se deve procurar que o progresso tecnológico substitua cada vez mais o trabalho humano: procedendo assim, a humanidade prejudicar-se-ia a si mesma. O trabalho é uma necessidade, faz parte do sentido da vida nesta terra, é caminho de maturação, desenvolvimento humano e realização pessoal”. Temos de unir as ideias e os esforços para criar as condições e inventar soluções a fim de que cada ser humano em idade produtiva tenha a possibilidade, com o seu trabalho, de contribuir para a vida da família e da sociedade.

Como é urgente promover em todo o mundo condições laborais decentes e dignas, orientadas para o bem comum e a salvaguarda da criação! É necessário garantir e apoiar a liberdade das iniciativas empresariais e, ao mesmo tempo, fazer crescer uma renovada responsabilidade social para que o lucro não seja o único critério-guia.

Nesta perspectiva, devem ser estimuladas, acolhidas e sustentadas as iniciativas, a todos os níveis, que solicitam as empresas a respeitar os direitos humanos fundamentais de trabalhadoras e trabalhadores, sensibilizando nesse sentido não só as instituições, mas também os consumidores, a sociedade civil e as realidades empresariais. Estas, quanto mais cientes estão da sua função social, tanto mais se tornam lugares onde se cultiva a dignidade humana, participando por sua vez na construção da paz. Sobre este aspecto, é chamada a desempenhar um papel ativo a política, promovendo um justo equilíbrio entre a liberdade econômica e a justiça social. E todos aqueles que intervêm neste campo, a começar pelos trabalhadores e empresários católicos, podem encontrar orientações seguras na doutrina social da Igreja.

Queridos irmãos e irmãs! Enquanto procuramos unir os esforços para sair da pandemia, quero renovar os meus agradecimentos a quantos se empenharam e continuam a dedicar-se, com generosidade e responsabilidade, para garantir a instrução, a segurança e tutela dos direitos, fornecer os cuidados médicos, facilitar o encontro entre familiares e doentes, garantir apoio econômico às pessoas necessitadas ou desempregadas. E asseguro, na minha oração, a lembrança de todas as vítimas e suas famílias.

Aos governantes e a quantos têm responsabilidades políticas e sociais, aos pastores e aos animadores das comunidades eclesiais, bem como a todos os homens e mulheres de boa vontade, faço apelo para caminharmos, juntos, por estas três estradas: o diálogo entre as gerações, a educação e o trabalho. Com coragem e criatividade. Oxalá sejam cada vez mais numerosas as pessoas que, sem fazer rumor, com humildade e tenacidade, se tornam dia a dia artesãs de paz. E que sempre as preceda e acompanhe a bênção do Deus da paz!

Vaticano, 8 de dezembro de 2021.

Francisco

PASTORAL FAMILIAR DE ABAÍRA CELEBRA A CONCLUSÃO DOS SERVIÇOS PASTORAIS EM 2021

Após terem as atividades paralisadas em decorrência da pandemia da COVID-19 no país, a Pastoral Familiar da Paróquia Nossa Senhora da Saúde de Abaíra, celebrou neste domingo (26), a conclusão dos serviços pastorais do ano de 2021 que puderam ser realizadas totalmente de forma presencial com a Festa da Sagrada Família.  

Com o retorno gradual e consciente das ações, de acordo com o estabelecido pelas autoridades locais de saúde, atividades como preparação para noivos e encontros de formação com o Pe. Pablo Dourado, foram reajustadas e realizadas de acordo com o novo cenário social. 

A retomada também contou com a realização da Semana Nacional da Família, reprogramada em formato de Tríduo. Realizada nos dias 10 (dez) a 12 (doze) de dezembro no Centro Pastoral Paroquial. As noites de louvor e oração contaram com os palestrantes o Pe. Pablo e Pe. Élcio Bonfim, encerrando com a Santa Missa no domingo. 

Em comemoração a realização da Semana Nacional da Família, um almoço de  confraternização com os membros da pastoral e seus familiares foi realizado no Centro Pastoral Paroquial. 

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PASCOM ABAÍRA


PARÓQUIA DE ABAÍRA CELEBRA O NATAL


 Após vivenciar o tempo de espera e preparo proporcionado pelo Advento, a Paróquia Nossa Senhora da Saúde de Abaíra se alegrou em celebrar o Natal do Senhor. O momento festivo que é muito aguardado por todos os fiéis, marca um momento de renascimento e renovação da fé cristã. 

“O próprio Deus que vem a cada um de nós, nos vem a paz, nos vem o perdão, nos vem a vida. Que vem para nós através do Cristo Senhor, que é o Salvador.” Ressaltou o Pe. Pablo, destacando o quanto o Natal é o momento oportuno para o reencontro e reaproximação com Deus.

Na ocasião, o presépio montado na Capela do Santíssimo recebeu a visitação dos devotos, uma representação da simples e humilde  manjedoura, para nós recordarmos da necessidade de todos os dias voltarmos às nossas origens. 

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PASCOM ABAÍRA

Entidades signatárias do Pacto pela Vida e pelo Brasil avaliam o Auxílio Brasil como “programa muito aquém do estágio da pobreza no país”

As entidades signatárias do Pacto pela Vida e pelo Brasil publicaram na manhã deste 7 de dezembro uma Carta Aberta à sociedade brasileira, no jornal Folha de São Paulo, no qual manifestam “perplexidade com a forma pela qual a população mais pobre e vulnerável vem sendo tratada, quando as consequências da pandemia assombram o Brasil”.

No texto, as entidades avaliam os limites do “Auxílio Brasil” que definem como um “programa de governo com fortes suspeitas de motivação eleitoreira” e com a redução de  pessoas que serão atendidas (17 milhões de famílias) em contraposição ao Auxílio Emergencial que atendeu a 68,3 milhões de pessoas, segundo o Ministério da Cidadania.

Segundo as organizações, “os patamares pagos pelo Auxílio Brasil estão muito aquém do estágio atual da pobreza no país”, a partir da noção de que os direitos sociais, expressos no Artigo 6º da Constituição Federal, “não são favores de governos, mas deveres do Estado” brasileiro.

As entidades criticam também a “manipulação econômica e política com o dinheiro público” e o estranho relacionamento entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo, sob a forma de “orçamento secreto”. Conheça, abaixo, a íntegra da Carta e aqui neste link o arquivo em PDF: Carta Aberta “Em defesa dos mais pobres e vulneráveis”.

 

 Fonte: https://www.cnbb.org.br/entidades-signatarias-do-pacto-pela-vida-e-pelo-brasil-apontam-limites-do-auxilio-brasil-programa-muito-aquem-do-estagio-da-pobreza-no-pais/

Crisma na Paróquia de Rio do Pires

 

Pela segunda vez no mês, a Paróquia do Senhor do Bonfim de Rio do Pires, em festa, celebrou a confirmação de mais duas turmas de jovens crismandos. A primeira Celebração aconteceu às 17 horas da última quinta-feira, dia 25 de novembro de 2021, na comunidade de Moreira, com a presença dos pais, padrinhos e de toda a comunidade dos jovens crismandos. Um momento lindo e cheio de bênção.

Em seguida, às 19h30min, foi a vez da Igreja Matriz da Paróquia do Senhor do Bonfim de Rio do Pires. Os jovens, sempre presentes nos serviços da igreja, organizaram a Solene celebração Campal, com a ajuda do Movimento Mãe Rainha, Ministério de Música e Coroinhas, Pascom, e da nova Pastoral Juvenil. Esta união prestou um belíssimo trabalho em comunhão. 

As duas celebrações foram presididas pelo nosso Bispo Diocesano Dom Armando Bucciol e concelebrada pelo Padre Weverson Almeida. Toda a comunidade católica da cidade festejou a Crisma destes jovens, reconhecendo a importância deste momento, no qual o Bispo impõe a mão sobre os crismandos, invocando o Espírito Santo e ungindo-os com o óleo do Crisma.


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Celebração da Crisma na Paróquia de Nossa Senhora do Livramento

O Bispo Diocesano, Dom Armando Bucciol, esteve presente em duas comunidades da Paróquia Nossa Senhora do Livramento, nas quais realizou a celebração da confirmação de jovens e adultos.

A primeira celebração aconteceu no dia 22/11, na comunidade de Itaguaçu. 9 jovens e adultos confirmaram sua fé e receberam o dom do Espírito pela oração do Bispo. No dia seguinte, o sacramento da crisma foi ministrado a 26 jovens e adultos na comunidade de Monte Oliveira. A celebração aconteceu na Igreja da comunidade, que está em construção.

 

 

 

 

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Crisma na Paróquia do Senhor do Bonfim de Rio do Pires


Às 17 horas da sexta-feira, dia 12 de Novembro de 2021, foi realizado o Sacramento da Crisma na comunidade de Placa, com a presença dos pais e mães, padrinhos e madrinhas dos jovens crismandos. Um momento lindo e cheio de bênção. Em seguida, às 19h30min, aconteceu na Igreja Matriz da Paróquia do Senhor do Bonfim de Rio do Pires, a Solene celebração Campal. Ambas presididas pelo nosso Bispo Diocesano Dom Armando Bucciol e concelebrada pelo Padre Weverson Almeida. 

Toda a comunidade católica da cidade festejou a Crisma destes jovens, reconhecendo a importância deste momento, no qual o Bispo impõe a mão sobre os crismandos, invocando o Espírito Santo e ungindo-os com o óleo do Crisma.

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Festa de Santo Antônio de Sant'Ana Galvão em Bairro de Paramirim


A comunidade do Bairro Santo Antônio, na paróquia de Paramirim-BA, realizou o tríduo e missa festiva do Padroeiro Santo Antônio de Sant'Ana Galvão. Este bairro de casas populares que leva o nome do primeiro santo brasileiro possuí famílias católicas vindas de várias regiões. Existe uma longa caminhada de assistência religiosa pelas pastorais e movimentos da paróquia, que este ano realizaram os encontros da Campanha Missionária, num Tríduo de preparação para a missa festiva. A celebração aconteceu na nova praça do bairro, inaugurada recentemente pelo município, e com a presença do Coral Santo Antônio, que animou a liturgia, foi palco de um momento de espiritualidade e grande alegria. Após a celebração as crianças se alegraram a com a distribuição de doces. Foi proposta às famílias do bairro a assinatura de um abaixo-assinado dirigido ao poder público solicitando a doação de um terreno para a construção da capela. Já existe o cruzeiro na praça e a capela é um sonho antigo de todos os católicos.

Benção da capela de Várzea Redonda e entronização do Santíssimo Sacramento


No dia 13 de outubro, na comunidade de São José em Várzea Redonda, paróquia de Paramirim, Dom Armando presidiu a benção da capela e nesta eucaristia foi entronizado o Santíssimo Sacramento. Depois de uma ampla reforma e construção da torre, a capela foi entregue a comunidade que poderá continuar a caminhada de fé, que já conta 100 anos de história na região. Este projeto foi patrocinado pelo Dr. Agnaldo Azevedo e amigos colaboradores, em vista do centenário e das celebrações do Ano de São José, convocado pelo Papa Francisco. A celebração que fez memória dos 2 anos da canonização de Santa Dulce dos Pobres, contou com a presença de pacientes e familiares de pessoas que foram acometidas pela COVID19, agradecendo pelas graças alcançadas durante o tratamento.

Neste dia também foram feitas homenagens ao Bispo, por conta do Jubileu de Ouro de ministério sacerdotal celebrado em setembro, e ao médico pela dedicação ao trabalho da reforma.

A Filarmônica Lira Nossa Senhora da Graça de Canabravinha fez uma apresentação musical e anunciou o trabalho de reestruturação da escola de música promovida pela Secretaria de Cultura do município. Vários jovens e músicos da região estavam presentes e foram incentivados pelo bispo, para que valorizem a música como forma de encontrar um sentido para a vida e lidar com os desafios.

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Mensagem do presidente da CNBB para o Dia da Pátria

Em um vídeo, que gravou especialmente como uma mensagem para o Dia da Pátria, celebrado no Brasil no 7 de Setembro, o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, reforçou a importância da democracia e da participação cidadã como caminhos que permitem que as diferenças se articulem e se tornem riqueza na construção do presente e também do futuro do Brasil como resposta aos desafios colocados pelo contexto do novo Coronavírus.


Visita de Dom Corrado - Bispo de Vittorio Veneto


Na ultima semana a nossa Diocese de Livramento recebeu a visita o Bispo da Diocese de Vittorio Veneto Dom Corrado Pizziolo. Presença importante, já que estas dioceses realizam o intercambio missionário entre os Padres Nicivaldo Evangelista (padre diocesano que reside na Itália) e Pe. Marco dal Magro (Administrador paroquial de Tanhaçu). Durante estes dias, o bispo visitou as comunidades rurais, esteve reunido com o CPP de Tanhaçu e se com alguns representantes do clero da diocese junto Dom Armando. Este gesto reforça a nossa união entre as dioceses neste bonito proposito missionário.

CRISMA NA COMUNIDADE DE RIO SÃO JOÃO EM DOM BASÍLIO


Na última quinta-feira (12) a comunidade Rio São João, reuniu-se em torno do altar juntamente com Dom Armando e Padre Júlio César para celebrar o sacramento da Crisma a 11 jovens. Foi um momento muito importante e marcante na vida destes jovens e de toda a comunidade que esteve reunida.

Nossa imensa gratidão a Dom Armando pelas palavras e ensinamentos que ficarão em nossa memória e que nos motivará na firmeza da fé e na missão. Nosso carinho também ao Padre Júlio César que nos acompanhou e orientou da melhor maneira nessa caminhada, sempre com disposição e atenção quando o procuramos.

Aos nossos crismados, um pedido especial: desempenhem da melhor maneira o compromisso assumido naquela noite abençoada, sejam membros participativos da vida de nossa comunidade, propagando o Evangelho por onde andarem. Nosso muito obrigado a todos vocês, graça e paz, da parte de Deus! 

Barra da Estiva celebra o Bom Jesus

 Foi celebrada no dia 06 de agosto, a Festa do Senhor Bom Jesus, Titular de Barra da Estiva. A missa foi presidida por nosso bispo diocesano, Dom Armando Bucciol e concelebrada pelo pároco Padre Ademario e Padre Max, que é Vigário da paróquia de São Bento de Ibicoara. Foi uma celebração restrita e com os devidos cuidados em razão da pandemia do novo coronavírus (COVID-19), mas, não poderíamos deixar de elevar os agradecimentos por tantas bençãos concedida ao povo desta paróquia.
Sendo assim, após a Santa Missa, apesar da forte chuva, os fiéis não desanimaram e organizaram uma belíssima carreata pela ruas da cidade com o andor.

Crisma na Paróquia de Santo Antônio do Paramirim


A comunidade de Santa Rita de Cássia em Pau de Colher realizou a crisma de 20 jovens e adultos. Desde o início da pandemia esta foi a primeira vez que o Bispo Dom Armando esteve na paróquia para celebrar a confirmação. Na noite de 05 de agosto, com a observância das medidas de combate ao Coronavírus, crismandos, pais e padrinhos, participaram da celebração que transcorreu num clima de espiritualidade profunda. Além da comunidade de Pau de Colher, também alguns crismados de Brauninha e Estiva. Na homilia o bispo incentivou a todos para que valorizem a vida, pois é a nossa primeira Vocação, pedindo que todos se comprometam em seguir a Jesus Cristo com firmeza.

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