Missa no Hospital Municipal de Érico Cardoso

No dia de São Lucas evangelista, Padroeiro dos Médicos, foi celebrada a santa missa no pátio do hospital em Érico Cardoso. A comunidade participou deste momento festivo e recordou dos médicos que atuam em todas as unidades de saúde. 

Também foi lembrado o compromisso missionário da igreja vivido neste mês de outubro, com a celebração da novena Missionária nas famílias, levando a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida. Os encontros acontecem nas famílias dos idosos e doentes ao longo de todo o mês missionário.

Visita Pastoral de D. Armando à Paróquia Bom Jesus do Taquari

Em prosseguimento às atividades da Visita Pastoral na Paróquia Bom Jesus do Taquari, D. Armando celebrou, no dia 12, com as comunidades de Iguatemi e Rio Abaixo a Festa de Nossa Senhora Aparecida, que reuniu um grande número de fiéis.

No dia 13/10, logo pela manhã, o bispo esteve presente no setor 07 da paróquia, junto com o Pe. Cido. Realizaram encontro com as lideranças de todas as comunidades do setor (Itanagé, Varzinha, Jacaré e Lagoa dos couros). Em seguida, atenderam confissões. À tarde, D. Armando visitou os doentes da comunidade e às 17:30 fez um encontro com casais em preparação ao casamento comunitário que acontecerá na comunidade no dia 21/10.
 
Segundo Patrícia, uma das lideranças do setor, "foram momentos maravilhosos e de grande valor para todos que participaram, pois além de contribuir para a formação esclareceu muitas dúvidas e fortaleceu a nossa fé". A visita pastoral à paróquia segue até o dia 22/10, quando acontecerá a celebração de encerramento às 19:30h, na Igreja do Bom Jesus do Taquari.




Celebração de Nossa Senhora Aparecida no Centro Diocesano

Neste ano de 2017, foi celebrada, pela primeira vez, a Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida no Centro Diocesano. A missa foi presidida pelo Pe. Rinaldo, às 6 horas da manhã, e contou com a participação de um grande número de fiéis. A celebração foi realizada aos pés da gruta que contém a imagem vinda do Santuário Nacional de Aparecida que circulou por todas as paróquias durante o ano passado, em preparação para a comemoração dos 50 anos de criação e instalação canônica de nossa diocese e dos 300 anos de devoção à Mãe Aparecida.

A gruta, construida no corrente ano, foi pensada como espaço de espiritualidade e devoção mariana, mas também como um marco dos 50 anos da nossa diocese, toda sua história de evangelização e missão, por isso construida no Centro Diocesano, espaço que regularmente acolhe pessoas de diversas partes da Diocese. Que passando por este espaço sagrado, possamos sempre elevar a Deus, pela intercessão maternal de Maria, nossos louvores e preces pela nossa Igreja Diocesana.



Ordenação Presbiteral de Josemar Novais

A nossa diocese parabeniza o Pe. Josemar Novais e se alegra com ele pela ocasião de sua ordenação presbiteral acontecida no dia 14 de outubro na Paróquia Santa Luzia em Vitória da Conquista-Ba.

Padre Josemar é religioso estigmatino e exerceu seu diaconato na Paróquia Senhor Bom Jesus do Taquari. Fazemos votos de que seja sempre iluminado por Deus em seu ministério, experimentando no serviço ao Povo de Deus a verdadeira alegria que brota do Evangelho.

PARABÉNS PE. JOSEMAR!!!!

AGENDA DO BISPO





OUTUbro 2017 - II


Dia
Horas
ONDE
ATIVIDADE
16
Manhã
Casa do Bispo
Atendimento
19.00
Centro diocesano
Encontro crismandos, com pais e padrinhos
17
Dia
Casa do Bispo - Cúria
Atendimento
19.00
Igreja Estocada – Catedral
Encontro Crismandos
18
Manhã
Casa do Bispo – Cúria
Atendimento
Noite
Paróquia Bom Jesus – Barra da Estiva
S. Missa com Crisma
19 e 20
Paróquia Bom Jesus - Taquari – Visita Pastoral (ver programação)
21
08.30
Paróquia Bom Jesus - Taquari
Encontro Catequistas
11.00
Paróquia SS. Sacramento Rio de Contas
No DNJ: encontro
15.00
Paróquia Bom Jesus - Taquari
Encontro Catequizandos
16.00
Encontro Catequistas
18.00
Comunidade Itanagé - Taquari
Celebração comunitária Matrimônio
20.30
Paróquia SS. Sacramento Rio de Contas
Celebração de Matrimônio
22
17.30
Paróquia Bom Jesus - Taquari
O Bispo atende confissões
19.30
Encerramento Visita Pastoral
23
08.30
Arapiranga – Rio de Contas
Encontro estudantes - Colégio
Até o dia 27: Em Brasília, CNBB: Encontro Conselho Permanente
27
16.00
Itanagé - Taquari
Colégio: Encontro estudantes
19.00
Casa do Bispo
Encontro Crismandos adultos
28
08.30
Paróquia Nossa Senhora do Livramento
Encontro Conselho Pastoral Paroquial
14.30
Paróquias S. Antônio - Paramirim
Encontro crismandos, Comunidades
19.30
Comunidade Estocada – Catedral
S. Missa na festa do Padroeiro
29
08.30
Capela Casa do Bispo
Batismo
10.00
Paróquia SS. Sacramento Rio de Contas
Celebração 50º aniversário da presença dos Joseleitos na Paróquia
Noite
Paróquia Nossa Senhora do Livramento
Abertura Visita Pastoral

28º Domingo do Tempo Comum – Ano A

28dtc-830
O BANQUETE DO REINO

Leituras:

-  Is 25, 6-10a
-  Sl 22
-  Fl 4, 12-14, 19-20
-  Mt 22, 1-14

Neste domingo a liturgia, através da rica PALAVRA DE DEUS, nos fala do Reino como um banquete. Esse banquete é preparado nada menos que pelo próprio Deus. É a festa do mundo novo que nos espera.

Na primeira leitura de hoje, extraída do livro do profeta Isaías, o profeta fala de tempos messiânicos. Os tempos messiânicos são anunciados dentro de uma vida marcada por sofrimentos e tribulações. Via de regra todos nós temos a tendência de nos desanimar e deprimir diante dos grandes sofrimentos. Nesses momentos não nos pode faltar a esperança que nos move e nos orienta para frente, para tempos melhores. Desanimar não pode ser nunca a saída diante das tribulações. A vitória pertence sempre àqueles que nunca param de lutar. No texto, Deus é quem oferece um banquete da vitória. Será ele quem dará ricas iguarias. Além disso o inimigo maior será eliminado para sempre: a morte. Contra ela nossas forças são impotentes, porém Deus é maior e mais forte que a morte para derrotá-la. Dará para seus filhos a vida plena, dará a salvação. Este é o Deus que se rebaixa e vem ao nosso encontro para cuidar de nós. Esta é, na Palavra de Deus, a nossa fé e nossa esperança, é aquilo que desejamos e acreditamos.

Na mesma direção, com o intuito de nos animar e nos fortalecer, São Paulo também, participando da experiência da luta na vida, nos testemunha que aprendeu o segredo de viver em qualquer situação, tanto na abundância, quanto na carência. São Paulo experimenta a providência de Deus em todas as situações que ele viveu. É tão forte essa experiência de fé com Deus que ele afirma de maneira contundente: “Tudo posso naquele que me fortalece (Fl 4, 13)”. São Paulo sente que não há barreiras que ele não consiga transpor com a força de Deus que lhe acompanha. É assim que nós também sentimos e falamos nas diversas circunstâncias da vida, sobretudo, nas nossas dificuldades?

No Evangelho, seguindo a mesma lógica do profeta Isaías, Jesus também fala do Reino dos céus como a um banquete. Vale a pena salientar, ou tomarmos consciência de que o Reino de Deus nos é apresentado como uma festa. Penso que esta é uma imagem que deveria ser mantida no nosso imaginário e na nossa esperança, a de um céu visto como uma realidade de alegria e de festa mesmo. Onde Deus está presente, onde os irmãos e amigos estão presentes, não deve prevalecer sentimentos de quietude ou tristeza, mas de movimento, de saciedade, fartura, danças, júbilo e alegria.

Na parábola de hoje Jesus conta que os convidados são todos. Ho versículo 10 há uma coisa que nos chama à atenção: “Então os empregados saíram e reuniram todos os que encontraram, maus e bons”. E a sala da festa ficou cheia de convidados.” Seguramente que na História da Salvação, o convite para o Reino de Deus é feito de forma universal, sem distinção. Todos são convidados sem discriminação. Entretanto, ao participar dessa festa todos deveriam vestir a causa do Reino. Aquele que não trajar as vestes do Reino (amor, justiça, paz, fraternidade, perdão, etc.) será lançado fora da festa.

É verdade que, a partir da própria parábola, muitos poderão recusar o convite e não entrar na festa do Reino de Deus alegando tantas coisas, tantas desculpas. Será sempre uma pena e um grande prejuízo para quem não entrar na lógica do amor. Todos os que entrarem ficarão também sentidos de ver os que ficarem de fora. Onde o amor reina, reina a vida e a alegria e, aí acontecerá o Reino de Deus. Muitos (todos) são chamados, mas nem todos (poucos são escolhidos) compreenderão e/ou aceitarão o convite do AMOR.

Neste mês missionário, rezemos por todos os cristãos, para que, sensibilizados pela força do Espírito, abracemos a proposta de Cristo de levar o seu Evangelho aos confins da Terra. No desejo do Papa Francisco, sejamos uma Igreja em saída, uma Igreja em estado permanente de missão. Mãe Aparecida, na alegria da sua presença já em 300 anos que conosco faz a história do nosso Brasil, interceda por todos os brasileiros e nos cubra com o teu manto de graças e amor.

Pe. Nicivaldo de Oliveira Evangelista
(Pároco da paróquia N. S. do Bom Sucesso – Ibitiara)

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE OUTUBRO




Neste mês de outubro
agradecemos a Deus pela vida
dos nossos irmãos:





Que o Senhor cumule de paz, saúde e alegria os seus dias... 
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

VASOS SAGRADOS III: A patena e a píxide

Continuando o assunto ‘vasos sagrados’, isto é, os instrumentos usados na e para a celebração da santa missa, vamos compreender o sentido de outros, usados na celebração, a patena e a píxide (chamada também de cibório ou âmbula).

Durante a última ceia, Jesus disse: Aquele que se serviu comigo do prato é que vai me entregar (Mt 26,23). A patena lembra aquele prato usado por Jesus, no qual estava o pão que Ele distribuiu aos amigos dizendo: Tomai, comei, isto é o meu corpo (Mt 26,26).

A patena é atualmente aquele pequeno prato, para acolher o pão, consagrá-lo, dividi-lo e distribui-lo aos fiéis. Os documentos antigos nos informam que as patenas eram de vidro, depois de prata e, em seguida, sempre mais preciosas e ornadas. Esses documentos nos informam que tinham duas formas de patena: uma menor para quem presidia, colocada à direita do cálice, e outras, chamadas de ‘ministeriais’, bem maiores, (da forma de bacia, podiam pesar até 10 quilos!), nas quais acontecia a fração do pão para a comunhão dos fiéis. Somente depois dos séculos X- XI, com o uso de ferros para confeccionar as hóstias, as patenas diminuíram de tamanho e entra em uso a píxide, também para facilitar o manejo e evitar que as hóstias caíssem no chão.

O uso desse vaso sagrado – píxide ou cibório (que significa caixa) - é documentado desde os primeiros séculos. O mais antigo, no início do II século, tinha a forma de pequeno cesto (talvez, lembrando do que se escreve em Ex 29,1-3, onde se fala do rito para a consagração das oferendas e se diz que tudo deve ser posto numa cesta), cujo uso é documentado até o sexto século. O pão eucarístico era levado para casa pelos fiéis – uso que continuou por vários séculos – em pequenos recipientes ou tecas. Nas igrejas, a eucaristia era guardada, em pequena quantidade, para a conforto dos moribundos ou para enviá-la em sinal de comunhão, por parte de um bispo a outro bispo. O culto eucarístico começará somente depois do ano 1000 (cf. Righetti. Storia litúrgica, I, n. 352).

A IGMR (n. 331) orienta que “para consagrar as hóstias, é conveniente usar uma patena de maior dimensão, onde se coloca tanto o pão para o sacerdote e o diácono, bem como para os demais ministros e fiéis”.

Para além da matéria dos instrumentos litúrgicos, o mais importante no momento em que o sacerdote eleva a patena e/ou a píxide é que os fiéis coloquem mental e espiritualmente suas vidas em união ao pão levantado. Naquele pão, ‘fruto da terra e do trabalho humano’, coloquemos tudo de nossas vidas, com o que elas carregam, num ato de agradecimento e louvor. Podemos acrescentar, também, nossos pecados, pedindo que o Senhor os receba, queime e acolha o nosso sincero e singelo ato de amor. 

Então, sim, a vida toda se torna uma liturgia, expressão de amor, e dela, guiados pelo divino Espírito, aprenderemos a viver, isto é, a seguir caminhando nas pegados de Jesus.  

Dom Armando

SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA

Leituras:
       -        Ester 5, 1b-2; 7-2b-3
       -        Salmo 44(45)
       -        Apocalipse 12, 1.5.13a.15.16a
       -        João 2,1-11

"...e a Mãe de Jesus estava presente" 

Entre os personagens próximos de Jesus, poucos como Maria. Dela não se diz muita coisa nos evangelhos, mas o que se diz é surpreendente. Mãe, testemunha, seguidora, servidora, presente... Uma mulher fiel a Deus e capaz de ver mais além do cotidiano e estabelecido; uma mulher capaz de ver diferente.

Onde outros viam uma loucura, Maria viu um horizonte; onde muitos tinham visto uma transgressão, ela intuiu a promessa de Deus; onde tantos teriam estremecido diante da proposta de Deus e teriam exigido mais provas, mais seguranças ou mais garantias, Maria exclamou: “faça-se”. Onde a lei era a referência e a condenação, ela foi capaz de cantar a grandeza do Deus que está com os mais simples e quebra as estruturas estabelecidas; onde tudo era convencional, Maria, com uma acolhida feita de valentia, confiança e entrega, foi capaz de colaborar com Deus de modo radical; onde todos viam o desenlace frustrante e triste de uma festa de casamento, ela “viu e antecipou a hora de seu Filho”... Porque estava sempre presente.

Porque estava presente a Deus, Maria fez-se presente nos momentos decisivos de seu Filho, bem como fez-se presente na vida das pessoas. Uma presença que faz a diferença: presença solidária, marcada pela atenção, prontidão e sensibilidade, próprias de uma mãe.

Sua presença não era presença anônima, mas comprometida; presença expansiva que mobilizou os outros, assim como mobilizou seu Filho a antecipar sua “hora”. Nas bodas de Caná, a novidade está numa nova forma de presença de Maria, que não se encontra interessada, em princípio, por fazer coisas, por resolver problemas, senão para traçar uma presença. Ela não está aí para “arrumar” as coisas, mas para escutar e compartilhar um momento festivo. Ela se encontra presente, num gesto de solidariedade que transcende e supera toda atividade.

Trata-se de uma presença que é “música calada” nos lugares cotidianos e escondidos, que sabe enternecer-se e escutar as inquietações que procedem desses lugares. Uma presença que descobre o próximo no próximo, que sabe resgatar a solidariedade na vida cotidiana. Uma presença que se manifesta na ausência de recompensa ou de interesse próprio.

Em definitivo, Maria descobre que é chamada a dar de graça o que de graça recebeu. Sabe entrar em sintonia com os sentimentos dos outros e construir vida festiva, e vida em abundância. Sua presença revela um gesto profético de solidariedade e de anúncio: presença que aponta para uma outra presença, a de seu Filho. Sua presença dignifica e revela um novo sentido à presença de Jesus numa festa de Casamento.

A presença silenciosa, original e mobilizadora de Maria desvela e ativa também em nós uma presença inspiradora, ou seja, descentrar-nos para estar sintonizados com a realidade e suas carências. Tal atitude nos mobiliza a encontrar outras vidas, outras histórias, outras situações; escutar relatos que trazem luz para nossa própria vida; ver a partir de um horizonte mais amplo, que ajuda a relativizar nossas pretensões absolutas e a compreender um pouco mais o valor daquilo que acontece ao nosso redor; escutar de tal maneira que aquilo que ouvimos penetre na nossa própria vida; implicar-nos afetivamente, relacionar-nos com pessoas, não com etiquetas e títulos; acolher na própria vida outras vidas; histórias  que afetam nossas entranhas e permanecem na memória e no coração.

Disto se trata: aprender dos outros; recarregar nossa própria história de um horizonte diferente, no qual cabem outras possibilidades e outras responsabilidades; descobrir uma perspectiva mais ampla que ajuda a formular melhor o sentido de nossa própria vida.

Evidentemente, nem toda presença é “saída de si”; uma pessoa pode passar pelos lugares sem que os lugares deixem pegadas; ela pode tocar a superfície das coisas e das vidas, mas esse contato deixa pouca memória e que logo desaparece. Com isso não há encontro nem aprendizagem.

Quando a pessoa se faz presença que desemboca no verdadeiro encontro, ela se expõe, se faz vulnerável, se deixa afetar... Mas essa é a oportunidade para transformar os olhares e os gestos de quem se atreve a sair dos horizontes conhecidos.

São muitos os encontros que são fecundos para quem se faz presente e para quem acolhe esta presença. São muitas as pessoas cujas vidas ganham em seriedade, em profundidade, em compaixão e em alegria autêntica ao fazer esse caminho de saída de si. São muitas as pessoas que, em contato com vidas e histórias diferentes e reais, compreendem melhor suas próprias vidas e sua responsabilidade.

O seguimento de Jesus nos mobiliza e nos expande na direção dos outros. “O discípulo-missionário é um descentrado: o centro é Jesus Cristo que convoca e envia. O discípulo é enviado para as periferias existenciais. A posição do discípulo-missionário não é a de centro, mas de periferias: vive em tensão para as periferias” (Papa Francisco). […]

O discípulo missionário não é aquele que, por medo, se distancia do mundo, mas é aquele que, movido por uma radical paixão, desce ao coração da realidade em que se encontra, aí se encarna e aí revela os traços da velada presença do Inefável. “Encontrar, a experimentar Deus em todas as coisas... a Ele em todas amando e a todas n’Ele” (S. Inácio).

Deus emerge na densidade das coisas, das pessoas e dos acontecimentos. Quem está em sintonia com esta Presença, vive uma festa permanente.

Pe. Adroaldo Palaoro, sj

Créditos: Centro Loyola de Belo Horizonte (http://centroloyola.org.br/revista/outras-palavras/espiritualidade/657-e-a-mae-de-jesus-estava-presente)

Ampliada das CEBs em Livramento de Nossa Senhora

Aconteceu de 6 a 10 de outubro, no Centro Diocesano de Livramento, a Ampliada da CEBs. O encontro reuniu pessoas ligadas às Comunidades de Base das arquidioceses e dioceses do Regional CNBB NE3 (Bahia e Sergipe). 

O encontro refletiu a realidade sociopolítica do país, avaliou a caminhada das CEBs na vida eclesial e iniciou os trabalhos de articulação e preparação dos membros que irão participar do 14º Intereclesial das CEBs, que acontecerá de 23 a 28 de janeiro de 2018, na cidade de Londrina.