30 de abril de 2016

Terceiro dia: VISITA AOS PODERES LEGISLATIVO E EXECUTIVO DO MUNICÍPIO;CELEBRAÇÃO COM ENFERMOS E NA PASSAGEM FUNDA


















A manhã do dia 29 foi ocupada com o encontro entre o Senhor Bispo e os vereadores, assessoria da casa legislativa,  membros do secretariado municipal de governo, encabeçado pela senhora prefeita municipal a Sra. Ana Olímpia Hora Medrado ao lado da senhora presidente da Câmara de Vereadores Iara Soares Fonseca. O encontro foi organizado de tal maneira, que seriedade e leveza puderam ocupar o mesmo espaço e conviver num só momento, fazendo daquela hora ocasião para estreitamento de respeitosa amizade e reafirmação do dever de todas as autoridades em se colocarem a serviço do povo, com amor, atentas às necessidades dos mais pobres, sem exclusão nem privilégios. Às 17 horas Dom Armando presidiu a Eucaristia na igreja matriz com os idosos e doentes, ocasião na qual foi administrado o sacramento da Unção dos Enfermos. Por fim, foi realizada uma visita à comunidade de Passagem Funda, na qual compareceram, também, os fiéis de Caraíbas. Após a Missa aconteceu, de modo muito espontâneo, uma conversa de Dom Armando com o povo que ali se encontrava, alongando para mais tarde da noite a tão esperada visita.  CONFIRA FOTOS!

Formação da PASCOM na Paróquia de Santa Luzia em Ibipitanga




Aconteceu hoje (30-04), em Ibipitanga, a primeira formação com a Pastoral da Comunicação (PASCOM), que tem como objetivo, também, divulgar os acontecimentos eclesiais da nossa diocese. O encontro foi conduzido pelos Seminaristas Kleber Chaves e Élcio Neves. Foi decidido que a partir de agora Daniele Fagna, Cléia Oliveira e Maiara Rodriguês, presentes no encontro, são as agentes da PASCOM nesta Paróquia. Tudo ocorreu em clima agradável e de grande entusiasmo por parte de todos.



PASCOM do Vicariato de Nossa Senhora do Carmo.

A PARÓQUIA DE SANTO ANTÔNIO DE PARAMIRIM RECEBE A IMAGEM PEREGRINA DE NOSSA SENHORA APARECIDA


Desde o dia 17 de abril, a Paróquia de Santo Antônio de Paramirim, recebe a imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida, por ocasião do Jubileu dos 300 anos de bênçãos e do Jubileu de Ouro da Diocese de Livramento. A programação foi organizada contemplando as visitas às comunidades rurais e urbanas, aos lugares públicos, aos ambientes escolares, hospitais, unidades de saúde, sindicato dos trabalhadores, cadeia e Conselho Tutelar. Em cada visita um número expressivo de fiéis acolheram a imagem da Padroeira do Brasil, com muita alegria e festa, orações e cânticos de louvar a Maria. As crianças, adolescentes e jovens participaram ativamente dos momentos de acolhida e todas as famílias expressaram o grande amor e carinho pela Mãe do Filho de Deus.
Neste dia 1° de maio, com o Encontro do Conselho de Pastoral Paroquial (CPP), teremos o encerramento da peregrinação e a entrega da imagem Peregrina à Paróquia de Érico Cardoso. CONFIRA!



6º DOMINGO DA PÁSCOA – ANO C

“O Espírito Santo vos recordará tudo o que eu vos tenho dito” (Jo 14,26b)
Leituras:
At 15,1-2.22-29
Sl 66
Ap 21,10-14.22-23
Jo 14,23-29
Irmãos e Irmãs em Cristo, convocados para experimentar a presença de Deus na humanidade, a Liturgia da Palavra proposta para o 6º Domingo da Páscoa possui uma vasta possibilidade de reflexões sobre os textos bíblicos indicados acima. No entanto, nesta homilia sugere-se uma abordagem sobre três temas específicos: o amor, a paz e a comunhão. Por meio deles, podemos colher a grande novidade da alegria da Ressurreição: a vida nova gerada em Cristo.
O Amor
A grande novidade da fé cristã é que o amor faz com que o Filho seja o rosto do Pai. Nossa missão, como seguidores de Jesus, é tornar-se pelo amor rostos do Filho. Quando escutamos no Evangelho “se alguém me ama, guardará a minha palavra” (Jo 14,23), não há dúvidas de que a centralidade do amor é uma condição fundante para assumir a proposta de Jesus. Diante disso, devemo-nos perguntar sobre o nosso modo de viver a fé, pois só permanecemos em Jesus se o amarmos. Mas este amor não pode ser vivido isoladamente, numa perspectiva intimista de querer esgotar em si a potência de Deus, reduzindo-O. Pelo contrário, deve ser uma ocasião oportuna para o encontro pessoal com Ele. Além disso, a vivência do amor dos discípulos pelo Mestre, ou seja, de nós para Cristo, dá-se concretamente pelo amor mútuo de uns pelos outros. Portanto, se Cristo é “o amor que se dá gratuitamente [...] N’Ele, nada há que seja desprovido de compaixão” (Misericordiae Vultus 8); então o amor é a nossa grande missão.  Quando Deus faz Aliança com a humanidade, primeiro através de Israel e, em seguida, através de Cristo e da Igreja, percebemos um grande ensinamento: Deus nos ensina a amar como Ele ama, logo, “o modo de Deus amar torna-se a medida do amor humano” (Deus Caritas Est 11).
A Paz
Observemos um detalhe importante: Jesus dá algo para os discípulos – a Paz. “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou” (Jo 14,27). Nesse aspecto, é bom entendermos que a paz não é um sentimento e nem se reduz à ausência de guerras, mas se articula como um estado de contentamento e completude de vida. Com efeito, a paz aqui é utilizada para apontar uma restauração da relação harmoniosa com Deus. Podemos identificar na segunda leitura uma maneira de perceber a grandeza da bênção da comunhão com Deus, na figura da cidade santa, descida do céu (cf. Ap 21,10). A nova Jerusalém revela a paz porque foi restaurada pelo Messias. A partir dessa visão, inspiremo-nos na mensagem de Jesus e acolhamos a sua paz, tornando-a concreta, suscitando a acolhida, o diálogo e colaboração mútua em nossa sociedade. Sejamos promotores da paz de Deus e nos esforcemos para fazer da nossa fé um instrumento de transformação do mundo, pois a adesão a Cristo só poderá ser harmoniosa, ser sinal de paz se houver bom relacionamento com as pessoas.
A Comunhão
Para sentir essa profunda comunhão estabelecida na relação de Deus conosco, olhemos para o próprio rito da Celebração Eucarística. Na sua harmonia, riqueza e espiritualidade, sentimos a unidade de Cristo no mistério celebrado. Portanto, a comunhão é o traço característico da nossa fé cristã; e a fé é exatamente a comunhão perfeita de Deus com o ser humano. Oxalá vivêssemos o que diz a oração da coleta deste 6º Domingo da Páscoa: “que nossa vida corresponda aos mistérios que recordamos”. Na Eucaristia, Deus se faz comunhão em Jesus pela força do Espírito Santo. Isso pressupõe que sem comunhão a Igreja não pode existir, como também não podemos criar comunhão se não destruirmos as barreiras da indiferença. Vimos na primeira leitura que a pretensão de impor práticas judaicas numa comunidade convertida do paganismo criou conflitos; causou perturbações. Definitivamente compreendemos que a nossa vocação cristã é para a comunhão porque a Igreja é comunidade de amor. Não esqueçamos que “a Igreja ‘atrai’ quando vive em comunhão, pois os discípulos de Jesus serão reconhecidos se se amarem uns aos outros como Ele nos amou” (Documento de Aparecida 159). E isso é sério... muito sério. É lamentável quando há unidade na fé, mas não há comunhão nas relações.
Para viver no amor, acolher a paz e fazer comunhão, devemos assumir o firme propósito de ser testemunhas da comunhão de Deus, em Cristo, no Espírito. Lembremo-nos das palavras de Jesus como um estímulo para fortalecer a nossa fé: “disse-vos isto, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis” (Jo 14,29). Em seu nome, o Pai nos enviará um Defensor (cf. Jo 14,26), para estar ao nosso lado, para ser sinal da sua presença na vida da comunidade de fé.
Confiantes nessa agradável companhia, que o nosso amor não seja interesseiro, a nossa paz não seja ilusória e a nossa comunhão não seja artificial. Sejamos, portanto, conscientes de que a fé nos leva à comunhão como uma possibilidade de chegar a Deus, mas não duvidemos de que, para viver em comunhão com Deus, é necessário estar em comunhão com os irmãos.
Marcos Bento
2º Teologia

29 de abril de 2016

MUCUGÊ RECEBE VISITA PASTORAL DE DOM ARMANDO


   Foi iniciada no último dia 27 a Visita Pastoral de Dom Armando à Paróquia de São João Batista de Mucugê, com encerramento marcado para o dia 1º de maio próximo. Divididos em etapas, os trabalhos, acompanhados pelos Padres Rinaldo e Gonçalo, como também pelo Seminarista Antônio Carlos, pretendem alcançar a todos, inclusive os que estão fora do engajamento eclesial, como, aliás, tem acontecido nas outras paróquias já visitadas. 

Primeiro dia: ACOLHIDA E ABERTURA

O ato inaugural se deu na igreja matriz, com a santa Missa, às 19:30 do dia 27, na qual compareceram pessoas da cidade,
representação das comunidades rurais, além de membros do poder executivo municipal. O padre Rinaldo, pároco, proferiu a saudação inicial ao Senhor Bispo, que presidiu a Eucaristia, ao final da qual falou  do seu dever em visitar as paróquias, e do seu contentamento em se fazer presente junto ao povo de Mucugê nesses dias privilegiados do seu ministério espiscopal. Confira, na Integra,a mensagem proferida pelo Padre Rinaldo Silva Pereira, Pároco de Mucugê e Chanceler do bispado! 

Segundo dia: VISITA A GUINÉ, VÁRIOS ENCONTROS E CELEBRAÇÃO DA CRISMA


      Logo nas primeiras horas da manhã dia 28, Dom Armando e co-visitadores rumaram-se para Guiné, onde visitaram o colégio local, o senhor Bispo falou aos estudantes, professores e demais funcionários,  pela manhã. À tarde, houve encontro com crismandos, sendo a Celebração da Crisma realizada à noite, momento no qual estavam presentes também as comunidades de Frios, Barriguda, de Baixo e Tapiacanga, que lá compareceram para celebrar e se encontrarem com o seu pastor. Segundo Marilene Santos, animadora da comunidade de Guiné, "foi um dia não só de trabalhos e de alegria, mas que marcou a vida de todos os católicos daquela região".CONFIRA FOTOS!


Encontro de Catequese e Liturgia - Vicariato Nossa Senhora do Alívio

No dia 23/04/2016, Sábado. O Vicariato Nossa Senhora do Alívio reuniu-se na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Tanhaçu), no Salão Paroquial, para um Encontro de Catequese e Liturgia. Discutiu-se sobre a importância da catequese familiar e pastoral. Abordou-se também, a organização e compreensão da liturgia. O encontro foi conduzido pelo Padre Weverson Almeida, Coordenador Diocesano da Pastoral de Liturgia e pelo Padre Jucimar Pereira, Coordenador Diocesano da Pastoral de Catequese. Estiveram presentes aproximadamente 150 pessoas, das Paróquias de: Bom Jesus (Barra da Estiva), São João Batista (Mucugê e Contendas do Sincorá), Nossa Senhora do Alívio(Ituaçu). O encontro decorreu de forma participativa e não tendo mais nada a discutir, o mesmo foi encerrado. 


Pascom do Vicariato Nossa Senhora do Alívio

AUDIÊNCIA GERAL DO PAPA FRANCISCO NA PRAÇA SÃO PEDRO - Quarta-feira, 27 de Abril de 2016

Bom dia, amados irmãos e irmãs!
Hoje meditamos sobre a parábola do bom samaritano (cf. Lc 10, 25-37). Um doutor da Lei põe Jesus à prova com a seguinte pergunta: «Mestre, que devo fazer para ter a vida eterna?» (v. 25). Jesus diz-lhe que responda ele mesmo, e ele responde-lhe perfeitamente: «Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças e com todo o teu pensamento; e ao teu próximo como a ti mesmo» (v. 27). E Jesus conclui: «Faz isto e viverás!» (v. 28).
Então, aquele homem faz outra pergunta, que se torna muito preciosa para nós: «Quem é o meu próximo?» (v. 29), e quer dizer: «Os meus parentes? Os meus compatriotas? Quantos pertencem à minha religião?...». Em síntese, deseja uma regra clara que lhe permita classificar os outros em «próximos» e «não próximos», naqueles que podem tornar-se próximos e em quantos não podem tornar-se tais.
E Jesus responde com uma parábola, que põe em cena um sacerdote, um levita e um samaritano. Os primeiros dois são figuras ligadas ao culto do templo; o terceiro é um judeu hebreu cismático, considerado como um estrangeiro, pagão e impuro, ou seja, o samaritano. Ao longo do caminho de Jerusalém para Jericó, o sacerdote e o levita deparam-se com um homem moribundo, que os salteadores tinham atacado, roubado e abandonado. Em situações semelhantes, a Lei do Senhor previa a obrigação de o socorrer, mas ambos passam sem parar. Estavam com pressa. O sacerdote talvez tenha olhado para o relógio, dizendo: «Mas eu chegarei tarde à Missa... Devo celebrar a Missa». E o outro disse: «Mas não seu se a Lei me permite fazer isto, porque aí ha sangue, e eu ficarei impuro...». Vão por outro caminho e não se aproximam. E aqui a parábola oferece-nos um primeiro ensinamento: não é automático que quantos frequentam a casa de Deus e conhecem a sua misericórdia saibam amar o próximo. Não é automático! Tu podes conhecer a Bíblia inteira, podes conhecer todas as rubricas litúrgicas, podes conhecer toda a teologia, mas do conhecer não nasce espontaneamente o amar: o amar segue outro caminho; é necessária a inteligência, mas também algo mais... O sacerdote e o levita veem, mas ignoram; olham, mas não preveem. E no entanto, não existe culto autêntico se ele não se traduzir em serviço ao próximo. Nunca podemos esquecer: diante do sofrimento de tantas pessoas extenuadas pela fome, pela violência e pelas injustiças, não podemos permanecer espectadores. O que significa ignorar o sofrimento do homem? Significa ignorar Deus! Se não me aproximo daquele homem, daquela mulher, daquela criança, daquele idoso ou daquela idosa que sofre, não me aproximo de Deus.
Mas vamos ao âmago da parábola: o samaritano, ou seja, precisamente o desprezado, aquele em quem ninguém teria apostado algo e que no entanto, também ele, tinha os seus compromissos e os seus afazeres, mas quando viu o homem ferido, não foi além como os outros dois, que estavam ligados ao templo, mas «encheu-se de compaixão» (v. 33). Assim reza o Evangelho: «encheu-se de compaixão», isto é, o seu coração, as suas vísceras comoveram-se! Eis a diferença. Os outros dois «viram» mas os seus corações permaneceram fechados, insensíveis. Ao contrário, o coração do samaritano estava sintonizado com o coração do próprio Deus. Com efeito, a «compaixão» é uma característica essencial da misericórdia de Deus. Deus tem compaixão de nós. O que significa? Padece ao nosso lado, sente os nossos próprios sofrimentos. Compaixão quer dizer «padecer com». O verbo indica que as vísceras se movem e estremecem à vista do mal do homem. E nos gestos e ações do bom samaritano reconhecemos o agir misericordioso de Deus em toda a história da salvação. É a mesma compaixão com a qual o Senhor vem ao encontro de cada um de nós: Ele não nos ignora, conhece as nossas dores, sabe como temos necessidade de ajuda e de consolação. Aproxima-se de nós e nunca nos abandona. Cada um de nós deve levantar esta pergunta e responder no seu coração: «E eu creio? Acredito que o Senhor tem compaixão de mim, tal como sou, pecador, com tantos problemas e situações?». Pensemos nisto, e a resposta é: «Sim!». Mas cada um deve olhar para o próprio coração, se tem fé nesta compaixão de Deus, do Deus bom que se aproxima de nós, que nos cura e nos acaricia. E se o rejeitarmos, Ele espera-nos: é paciente, está sempre ao nosso lado.
O samaritano comporta-se com verdadeira misericórdia: cura as feridas daquele homem, transporta-o para uma hospedaria, cuida pessoalmente dele e provê a sua assistência. Tudo isto nos ensina que a compaixão, a caridade, não é um sentimento incerto, mas significa cuidar do outro até pagar pessoalmente por ele. Significa comprometer-se dando todos os passos necessários para «se aproximar» do outro até se identificar com ele: «Amarás o teu próximo como a ti mesmo». Eis o Mandamento do Senhor.
Concluindo a parábola, Jesus inverte a questão do doutor da Lei e pergunta-lhe: «Qual destes três parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?» (v. 36). A resposta é finalmente inequívoca: «Aquele que foi misericordioso para com ele» (v. 27). No início da parábola, para o sacerdote e para o levita o próximo era o moribundo; no final, o próximo é o samaritano que se fez próximo. Jesus inverte a perspectiva: não classifiques os outros para ver quem é próximo e quem não é. Tu podes tornar-te próximo de quem quer que se encontre em necessidade, e sê-lo-ás se no teu coração sentires compaixão, ou seja, se tiveres a capacidade de padecer com o outro.
Esta parábola é para todos nós uma dádiva maravilhosa, mas também um compromisso! A cada um de nós, Jesus repete aquilo que disse ao doutor da Lei: «Vai, e também tu faz o mesmo!» (v. 37). Somos todos chamados a percorrer o mesmo caminho do bom samaritano, que é a figura de Cristo: Jesus debruçou-se sobre nós, fez-se nosso servo, e foi assim que nos salvou, para que também nós pudéssemos amar-nos como Ele nos amou, do mesmo modo.


Fonte: w2.vatican.va

28 de abril de 2016

GIRO PELA DIOCESE



CELEBRAÇÕES ENCONTROS PELA DIOCESE

No dia 16 de abril, a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida chegou à nossa diocese. Trata-se de uma réplica da imagem original, que, em 2017, completará 300 anos de Aparição. No dia 15, Dom Armando a recebeu das mãos do Arcebispo de Aparecida, Dom Raimundo Damasceno Assis, na Missa de Conclusão da assembleia dos Bispos do Brasil, no Santuário de Aparecida. No Centro Diocesano de Pastoral, a imagem foi recebida pelos alunos da Escola de Teologia para Leigos, reunidos por ocasião da 2ª etapa de 2016 (dias 15, 16 e 17). A imagem peregrinará por todas as paróquias, ajudando-nos, também, na preparação para a celebração do jubileu dos 50 anos da Diocese, em 2017. No domingo (17), na celebração Eucarística, na Catedral de Nossa Senhora do Livramento, às 7h, Dom Armando, com alguns padres da diocese, agradeceu a Deus pelos 12 anos de sua ordenação episcopal e serviço ao povo de Deus da Diocese. Um grande número de fiéis participou da celebração. Ao final, Dom Armando entregou a imagem peregrina ao Padre Samuel Neves, pároco da Paróquia de Santo Antônio de Paramirim, que iniciará a peregrinação.  

No último domingo (24), Dom Armando, pela manhã, realizou encontro com os crismandos das comunidades de Ourives e Melancia, na Paróquia de Tanhaçu. À tarde, às 14:30h, presidiu a Celebração Eucarística na Gruta do Sagrado Coração de Jesus, em Ituaçu, com vários padres e mais de 1.500 peregrinos da Diocese de Caetité. A celebração por ocasião do Ano extraordinário da Misericórdia foi momento forte de oração, partilha, comunhão e possibilidade de aproximação do Sacramento da Penitência. Às 17h, Dom Armando presidiu a celebração da crisma na Comunidade de Suçuarana e, às 19:30h, a Santa Missa na sede da Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Tanhaçu.
Na segunda-feira (25), os crismandos da Comunidade de Santa Terezinha, que se reúnem na Casa de Dom Armando, às 17h, celebraram com ele os 12 anos de serviço episcopal em nossa Diocese. Após a Santa Missa, houve uma confraternização. Nessa mesma noite, às 19:30h, Dom Armando presidiu a celebração da crisma na comunidade de Mato Grosso, na Paróquia do Santíssimo Sacramento de Rio de Contas.

Na terça-feira (26), aconteceu a celebração da crisma na Comunidade de Ribeirão, Paróquia de Nossa Senhora da Saúde, em Abaíra. A celebração foi presidida pelo nosso Bispo, Dom Armando e concelebrada pelo Pároco, Padre Marcelo Pires. Contou com a participação de um grande número de fiéis. mais fotos!

SINAIS E SÍMBOLOS: 5. AS CORES LITÚRGICAS

      Em minhas reflexões sobre liturgia, estou apresentando alguns sinais e símbolos usados nas celebrações litúrgicas. Entre os sinais e símbolos, encontramos as cores que a nossa Igreja usa nas celebrações de sua liturgia. Em cada cultura, as cores possuem um vivo sentido simbólico. Por exemplo, em nossa cultura, o branco exprime alegria, festa, pureza; a cor vermelha está mais ligada a perigo (lembram o semáforo?), amor (fogo), martírio (sangue); a cor verde recorda a natureza, quando, depois da chuva, explode em toda a sua beleza.
Observemos, ainda, que, na Bíblia, também, encontramos algumas referências significativas. Por exemplo, no livro do Apocalipse, numerosas vezes (15) a cor branca exprime a vitória ou o prêmio dos ressuscitados. Escreve-se: “vi uma grande multidão... (todos) estavam de pé diante do trono e diante do Cordeiro, trajados com vestes brancas e palmas na mão (Ap 7,9). E um dos Anciãos explica: Estes ... lavaram suas vestes e alvejaram-nas no sangue do Cordeiro (Ap 7,14). Mas, desde o livro do Gênesis, encontramos referência às cores, quando Deus coloca o arco-íris como sinal de aliança (cf. Gn 9,13) e Apocalipse fala da Cidade Santa, a nova Jerusalém, construída com pedras preciosas de todas as cores (cf. Ap 21, 18-20).
Fazendo eco à linguagem cultural e bíblica, a liturgia usa cores diferentes nas suas celebrações ao longo do ano. A Instrução Geral do Missal Romano (IGMR n. 345) observa: “As diferentes cores das vestes sagradas visam manifestar externamente o caráter dos mistérios celebrados e, também, a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do ano litúrgico”. Logo em seguida (n. 346), orienta-se dessa maneira: “O branco é usado nos Ofícios e Missas do Tempo pascal e do Natal do Senhor; além disso, nas celebrações do Senhor, exceto as de sua Paixão, da Bem-aventurada Virgem Maria, dos Anjos, dos Santos não Mártires, nas solenidades de Todos os Santos, de São João Batista. E nas festas: de São João Evangelista, da Cátedra de São Pedro e da Conversão de São Paulo; o vermelho é usado no domingo da Paixão e na Sexta-feira da Semana Santa, no domingo de Pentecostes, nas celebrações da Paixão do Senhor, nas festas natalícias dos Apóstolos e Evangelistas e nas celebrações dos Santos Mártires; o verde se usa nos Ofícios e Missas do Tempo comum; o roxo é usado no Tempo de Advento e da Quaresma; pode ser usado nos Ofícios e Missas dos Fiéis defuntos; o preto pode ser usado, onde for costume, nas Missas dos Fiéis defuntos; o rosa pode ser usado, onde for costume, nos domingos Gaudete (III de Advento) e Laetare (IV de Quaresma); em dias mais solenes podem ser usadas vestes sagradas festivas ou mais nobres, mesmo que não sejam da cor do dia (cf. IGMR 346)”.
Na liturgia, a variedade das cores tem a finalidade de ajudar a entrar mais profundamente nos mistérios celebrados. De fato, a liturgia usa uma linguagem em que todos os sentidos devem ser envolvidos, de modo que louvemos ao Senhor com a totalidade de nossa pessoa: tudo o que há em mim, bendiga o seu santo Nome (Salmo 103/102,1).
Enfim, ressalto que não faz parte das orientações litúrgicas que as toalhas do altar e as vestes dos ministros sejam da cor litúrgica do dia. Pode-se fazer, mas recordo que a cor branca é a que mais se destaca na liturgia da nossa Igreja.

Dom Armando

26 de abril de 2016

CPP EM PIATÃ

Aos 24 (domingo)  do corrente mês, aconteceu na paróquia Do Senhor Bom Jesus de Piatã, o Conselho Pastoral Paroquial (CCP). Dando início às 8 da manhã, os presentes se dirigiram a Matriz, logo depois de um café comunitário. Representes de muitas pastorais e líderes de comunidade, marcaram presença, expressando assim seu desejo de viver em comunidade e participar das decisões que se refere a mesma.


Dando início com a oração das laudes da liturgia das horas e seguindo com as pautas já preparadas, a reunião  transcorreu com muita participação e entusiasmo.
Entre outros temas, foi discutido sobre a Romaria do vicariato nossa senhora do rosario, à Porta Santa (Catedral de Livramento) que acontecerá neste próximo domingo (01.05) onde muitos expressaram o desejo de participar. Também a visita da imagem de nossa senhora aparecida a paróquia entre os dias 3 e 17 de julho. Foi montado um roteiro baseado nestes dias, no intuito de q todas comunidade da paróquia fossem agraciados com a visita da Mãe Aparecida.
Ao fim, houve alguns pontos a caráter de informação sobre encontros  a nível Paroquial, vicarial, e diocesano.
Terminado com a oração da Ave Maria, todos seguiram a casa paroquial onde foi servido um almoço.

22 de abril de 2016

5° DOMINGO DA PÁSCOA

At 14, 21b-27
Sl 144, 8-13ab
Ap 21, 1-5a
Jo 13, 31-33a.34-35



Tomados pela singular alegria da Ressureição do Senhor, que ressurge e nos chama a participar da glória de sua ressureição, somos convidados a viver esse 5° Domingo da Páscoa, pondo em prática os seus ensinamentos, almejando fazer a vontade de Deus e alcançar a glória prometida. A medida para praticar o amor é dada pelo próprio Cristo, que ama até às últimas consequências, entregando toda a sua vida pelo projeto do Pai.
A primeira leitura nos mostra que Paulo e Barnabé desenvolvem uma missão itinerante entre os pagãos e não cessam de animar os outros discípulos a suportarem as provações, perseguições e dificuldades, permanecendo firmes na fé. Esse convite não é feito apenas aos discípulos, mas é estendido aos membros das novas comunidades, pessoas de boa vontade que acolhem a palavra de Cristo e se dispõem a viver uma vida nova. As novas comunidades fundadas, juntamente com os povos pagãos que abraçam a mensagem do Evangelho, nos mostram que os limites de Israel são ultrapassados e a salvação de Deus é aberta para todos.
Na segunda leitura, São João nos fala sobre um novo céu e uma nova terra. Essa imagem é usada para demonstrar a renovação do universo em Cristo, quando o pecado será vencido, juntamente com toda espécie de sofrimento. Em Cristo, Deus faz novas todas as coisas. Também São João nos fala sobre a “Jerusalém nova”, que é a Igreja, esposa do Cordeiro. A Igreja é, aqui, apresentada como a verdadeira morada de Deus e dos homens.
Por fim, chegamos ao ponto principal da nossa reflexão. Somos reportados ao Cenáculo, onde foi realizada a Última Ceia. No texto, vemos, repetidas vezes, o verbo glorificar. Com o início da Paixão, temos, também, o início da glorificação de Jesus. Assim, são João quer nos mostrar que a morte de Cristo não é uma derrota, mas a vitória sobre o pecado, sobre o erro e sobre a própria morte. Nessa Ceia, Jesus, como um pai providente, deixa aos seus o seu testamento, que é o mandamento do amor.
“Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” é a última instrução que Jesus dá aos seus discípulos. A Lei do amor não era uma novidade, uma vez que já havia sido revelada no Antigo Testamento, através de Moisés. No entanto, Jesus acrescenta algo novo: “como eu vos amei”. Desse modo, a medida de amor de todos os cristãos deve ser a medida do próprio Cristo, que não hesitou em entregar a sua vida, por amor a todos.
A prática do amor era uma constante na vida dos primeiros cristãos, de maneira que se cumpria a palavra de Jesus: “Nisto todos saberão que vós sois os meus discípulos”. Admirados, aqueles que observavam os cristãos, diziam: “vede como eles se amam”.
Em nossos dias, somos convidados a fazer esse amor reviver. Podemos nos perguntar: somos conhecidos como cristãos por participar das celebrações, pastorais e movimentos, ou somos assim conhecidos pela busca constante em vivenciar o mandamento do amor que tem seu modelo e exemplo em Jesus Cristo? Cabe a nós a súplica pelo envio do Espírito Santo, para que nos confirme no amor e na caridade, juntamente com a nossa abertura para acolher o Dom de Deus, que nos chama a vivenciar esse amor, para que, assim como os primeiros cristãos, sejamos identificados com a marca de Cristo e possamos fazer parte da verdadeira comunidade, a Jerusalém celeste, esposa do Cordeiro.
Júlio César
2º Teologia

20 de abril de 2016

A EDUCAÇÃO COMO EXERCÍCIO FILOSÓFICO

Antes de explanar sobre o que significa ensinar filosofia, acho oportuno ressaltar a importância do aprender filosofia, ou melhor, aprender filosofar. O ensinar de nada valeria sem o movimento do querer aprender, essa vontade a qual Immanuel Kant aborda em seu pensamento tem importância singular na compreensão, visto que, o refletir é algo subjetivo, e o conhecimento parte do indivíduo. Nesse sentido, a filosofia é apreendida na medida em que o sujeito, interessado em aprimorar seu conhecimento de mundo, busca, por meio de orientadores, vias que o conduza na exploração do universo filosófico.
Conquanto, a filosofia impede a alienação, por ser ela um dos caminhos que permite ao homem uma reflexão mais acurada acerca daquilo que o permeia, possibilitando, assim, que esse mesmo homem questione os fatos políticos, éticos, religiosos, antropológicos, e tudo que diz respeito à vivência humana e possua um grau de razoabilidade. Outra importância primordial na aprendizagem filosófica é em relação à criticidade e questionamentos radicais que só o pensamento filosófico propõe ao seu tempo, dessa forma, mesmo não resolucionando, revoluciona-o, propiciando uma análise que perpassa a mediocridade das concepções rasas que constantemente nos é oferecida.
Esse processo de aprendizagem se dá, sobretudo, pela colaboração de mestres que permitem esse acesso ao conhecimento, porém, esse papel de facilitador que as novas pedagogias pretendem não pode se confundir como mero espectador. O professor, que é por excelência um filósofo, independente da disciplina que aplica, tem papel fundamental no desenvolvimento cognitivo da pessoa, possibilitando, ou não, essa maiêutica a qual o educando é capaz. O mestre tem a responsabilidade de ajudar o discípulo a desenvolver um pensamento de maneira orgânica, dando-lhe oportunidade de superar seus limites, chegando ao ponto de, capacitá-lo de tal forma, que se chegue mais próximo a uma excelência, ou seja, o aluno superar o professor.

Pablo Prado
3º Filosofia


18 de abril de 2016

CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL (CPP), EM ABAÍRA


Neste domingo (17), na paróquia Nossa Senhora da Saúde de Abaíra, aconteceu o encontro do CPP, na Capela de São Sebastião. Iniciou-se às 7:00 horas com a Santa Missa na Matriz presidida pelo Pe. Marcelo de Jesus Pires. Logo após, cerca de 60 pessoas, coordenadores e vice das comunidades, movimentos e pastorais, seguiram para capela, onde aconteceu o encontro. Dando continuidade foram tratados os assuntos paroquiais, entre eles falou-se da  Romaria à Porta Santa na Catedral em Livramento, que acontecerá no dia 01 de maio e sobre  a Romaria à Aparecida em fevereiro de 2017. Pe. Marcelo enfatizou a importância e a organização da pastoral do dízimo nas comunidades e falou sobre as finanças da paróquia. Foi comunicado as datas dos próximos encontros de formação do vicariato e da paróquia.  O encontro terminou às 13:30 horas com o Almoço. Confira as fotos.

16 de abril de 2016

PEREGRINAÇÃO DA IMAGEM DE NOSSA SENHORA APARECIDA






ABRIL 2016 - II

Dia
Horas
Onde
Atividade
16
Manhã
Centro Diocesano
Atendimento
Tarde
Escola Teologia para leigos (ETeL)
17
06.45
Centro Diocesano
S. Missa (ETeL)
08.00
Aula ETeL
11.30
Capela casa do Bispo
Celebração de casamento
16.00
Paróquia Senhor do Bonfim - Boninal
S. Missa na festa do Padroeiro
18
Manhã
Casa do Bispo
Atendimento
Tarde
(até o dia 22) Viagem para Jequitibá
Início retiro Padre de Irecê
22
Manhã
Jequitibá
Término retiro Padres Irecê
19.30
Comunidade Caraguataí - Jussiape
Encontro Comunidade
23
Manhã
Casa do Bispo - Cúria
Atendimento
16.00
Paróquia Santo Antônio - Paramirim
Encontro Crismandos
19.30
S. Missa
24
9.00
Comunidade de Melancia - Tanhaçu
Enc. Crismandos junto com Comunidade Ourives
14:30
Gruta do Sagrado Coração - Ituaçu
S. Missa – Peregrinos da Diocese de Caetité
17.00
Comunidade Suçuarana – Tanhaçu
S. Missa com Crisma
19.30
Par. N. Sra. Perpétuo Socorro -Tanhaçu
S. Missa
25
Manhã
Casa do Bispo – Cúria
Atendimento
Tarde
Casa do Bispo
Catequese Crisma
19.00
Comunid. Mato Grosso – Rio de Contas
S. Missa com Crisma
26
09.00
Centro diocesano
Encontro Coordenação diocesana de Pastoral
18.30
Comunidade Ribeirão – Abaíra
S. Missa com Crisma
27
(até o dia 30) Início da Visita Pastoral na Paróquia São João Batista - Mucugê