Pe. Nicivaldo comemora 15 anos de vida presbiteral

O padre Nicivaldo Evangelista comemorou 15 anos de ordenação presbiteral no dia 18/01. Houve a santa missa, presidida pelo padre aniversariante com a presença de alguns irmãos no presbitério: os Padres Rinado, Weverson, Alex, Samuel e Marcelo. Também marcaram presença alguns familiares do Padre.

A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso ficou repleta de fiéis que, naquela noite, renderam homenagens ao Pe. Nicivaldo. Foi um momento de alegria para Paróquia de Ibitiara, que para mais confraternizar, serviu um coquetel a todos os presentes no salão paroquial.

3° DOMINGO DO TEMPO COMUM – Ano B

Leituras:

Jonas 3,1-5.10
Salmo 24(25)
1 Coríntios 7,29-31
Marcos 1,14-20  

Neste domingo, a temática da CONVERSÃO é apresentada pela liturgia. Trata-se da resposta ao chamado que Deus nos faz. Acolhendo esse chamado, somos convidados a dar uma resposta não apenas com ideias e palavras, mas na vida cotidiana.

A primeira leitura nos traz o resultado da pregação de Jonas na cidade de Nínive. Aquela que era considerada uma “cidade perdida” acolhe o anúncio da Palavra de Deus proclamada pelo profeta, faz penitência e muda de comportamento.

O mesmo se passa no Evangelho. Jesus anuncia a proximidade do Reino de Deus e convida homens a segui-lo. Da parte deles, acontece uma acolhida a este chamado, de modo que deixam os barcos e as redes para seguir o projeto anunciado por Jesus de Nazaré. Deixar os barcos e as redes significa, justamente, deixar para trás o estilo de vida antigo – a rotina, as preocupações, os valores – para assumir um estilo novo inaugurado por Cristo.

No trecho da segunda leitura, Paulo responde a alguns questionamentos sobre dificuldades morais enfrentadas na comunidade. O apóstolo propõe que os cristãos tenham sua vida voltada para o Senhor. Ao dizer que “o tempo está abreviado”, Paulo afirma que com a encarnação de Cristo a história ganha um novo sentido, as preocupações cotidianas não nos devem causar angústia, porque em Jesus nasce uma nova esperança. Essa chave de leitura é importante, pois Paulo não está convidando os coríntios a abandonarem suas esposas ou negligenciarem o cuidado a elas; também não propõe ignorar os sentimentos ou situações de dor ou prazer (choro ou alegria). Afirmando que “a figura deste mundo passa”, o apóstolo convida os coríntios a vislumbrarem um futuro de esperança, uma vez que, em Cristo, somos capazes de superar as contradições e preocupações que enfrentamos. Assim, Paulo dá uma instrução prática para a comunidade, mostrando que, a partir da acolhida da Palavra de Deus, faz-se necessária uma mudança de atitudes na comunidade, no sentido de buscar uma vida que concretize os valores ensinados por Cristo.

A liturgia, portanto, sugere que diante da Palavra anunciada surge a exigência de uma mudança de vida. Essa mensagem presente nos relatos bíblicos vale também para os dias de hoje. Nos tempos atuais, a Palavra de Deus é anunciada por muitas pessoas e de diversas formas. Sua mensagem chega até nós e não pode passar despercebida entre nós. A Palavra de Deus nos questiona, nos inquieta e nos chama a uma resposta que implica toda a vida: crenças, valores, atitudes, projetos. Que a nossa comunidade, celebrando esse 3° domingo do tempo comum, possa fazer essa experiência tão importante de encarnar em suas ações cotidianas os valores do Reino de Deus.

Pe. Jandir Silva

ESCOLA DE TEOLOGIA PARA LEIGOS - 2018

Na próxima semana, nos dias 26 a 28 de janeiro, terá início mais um ano letivo da Escola de Teologia para Leigos da Diocese de Livramento. É uma grande oportunidade para que os leigos compreendam mais a sua fé e colaborem com mais qualidade nas diversas atividades pastorais de sua comunidade. 

Estão abertas as inscrições para novas turmas! Se informe com seu pároco ou na secretaria paroquial.

Veja as datas para 2018:
  • 1° ETAPA: 26 (às 08 h) a 28 de janeiro
  • 2° ETAPA: 06 (às 14 h) a 08 de abril
  • 3° ETAPA: 29/06 (às 14 h) a 02 de julho
  • 4° ETAPA: 21 (às 14 h) a 23 de setembro
  • 5° ETAPA: 15 (às 14 h) a 18 de novembro

Critérios para participar da ETeL:
  1. Idade mínima: 22 anos (ou 20 anos para quem participou dos Encontros Vocacionais);
  2. Ter concluído o Ensino Médio;
  3. Ter recebido (ou estar se preparando para) o Sacramento da Crisma;
  4. Os casados: ter celebrado e viver o Sacramento do Matrimônio;
  5. Ter disponibilidade para participar das 5 etapas anuais por 4 anos;
  6. Exercer alguma atividade pastoral reconhecida pelo Padre em sua Paróquia;
  7. Ser apresentado(a) pelo padre da Paróquia;
  8. Participar, também, nas tarefas da casa e propostas de vivência comunitária em espírito fraterno, coerente com o estilo cristão, colaborando com os outros que encontrar;
  9. Buscar, dentro de uma espiritualidade cristã, conhecimentos bíblicos e teológicos que proporcionem uma mais profunda experiência de Deus e de Jesus Cristo no Espírito Santo.

2° Domingo do Tempo Comum - Ano B

Leituras:

1 Sm 3-3b-10.19
Sl 39
1Cor 6,13c-15ª.17-20
Jo 1,35-42


QUE PROCURAMOS?
 
As primeiras palavras que Jesus pronuncia no evangelho de João deixam-nos desconcertados, porque vão ao fundo e tocam as raízes mesmas da nossa vida. A dois discípulos do Batista que começam a segui-Lo, Jesus diz-lhes: "Que procurais?".

Não é fácil responder a esta pregunta simples, direta, fundamental, a partir do interior de uma cultura "fechada" como a nossa, que parece preocupar-se apenas com os meios, esquecendo sempre o fim último de tudo. Que é que procuramos exatamente?

Para alguns, a vida é "um grande supermercado" (D. Sölle), e o único que lhes interessa é adquirir objetos com lhes permita consolar um pouco a sua existência. Outros procuram é escapar da doença, da solidão, da tristeza, dos conflitos ou do medo. Mas escapar, para onde?, dirigindo-se para quem?

Outros já não podem mais. O que querem é que os deixem sós. Esquecer os outros e ser esquecido por todos. Não se preocuparem com ninguém e que ninguém se preocupe com eles.

A maioria, procuramos simplesmente cobrir as nossas necessidades diárias e continuar a lutar para ver cumpridos os nossos pequenos desejos. Mas, mesmo que todos eles se cumprissem, ficaria o nosso coração satisfeito? Teria sido apaziguada a nossa sede de consolo, libertação e felicidade plena?

No fundo, não andaremos os seres humanos procurando algo mais que uma simples melhoria da nossa situação? Não ambicionamos algo que, certamente, não podemos esperar de nenhum projeto político ou social?

Diz-se que os homens e mulheres de hoje esqueceram Deus. Mas a verdade é que, quando um ser humano se interroga com um pouco de honradez, não lhe é fácil apagar do seu coração "a nostalgia do infinito".

Quem sou eu? Um ser minúsculo, surgido por azar numa parcela ínfima de espaço e de tempo, atirado à vida para desaparecer de seguida no nada, de onde fui tirado sem razão alguma e apenas para sofrer? Isso é tudo? Não há mais nada?

O mais honrado que pode fazer o ser humano é "procurar". Não fechar nenhuma porta. Não descartar nenhuma chamada. Procurar Deus, talvez com a última réstia das suas forças e da sua fé. Talvez a partir da mediocridade, da angústia ou do desalento.

Deus não joga às escondidas nem se esconde de quem o procura com sinceridade. Deus está já no interior mesmo dessa procura. Mais ainda, Deus deixa-se encontrar inclusive por quem apenas o procura. Assim diz o Senhor no livro de Isaías: "Eu deixei-Me encontrar por quem não perguntava por Mim. Deixei-Me encontrar por quem não me procurava. Diz: 'Aqui estou, aqui estou'" (Isaías 65,1-2).

José Antonio Pagola

Créditos: http://iglesiadesopelana3m.blogspot.com.br/

Festa de São Paulo Apóstolo em Novo Horizonte

A Paróquia de São Paulo Apóstolo se prepara para celebrar a festa de seu Padroeiro. 
Confira a programação no vídeo abaixo!


32. RITO DA PAZ - II

A respeito do “significado ritual do dom da paz na missa”, a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramento, no dia 08 de junho de 2014, na solenidade de Pentecostes, publicou uma Carta Circular. Nela, afirma-se que “se viu conveniente conservar na liturgia romana o rito da paz em seu lugar tradicional e não introduzir mudanças estruturais no Missal Romano”. Desse modo, se mantém o rito da paz ao interno do Rito da Comunhão.
A Carta (n. 6), junto com as “reflexões, que podem constituir o núcleo de uma oportuna catequese a respeito “do sentido da saudação da paz e do modo como realizá-la”, submete as suas “sugestões práticas” à “prudente consideração das Conferências dos Bispos”; isto para “expressar melhor o conteúdo do sinal da paz e para moderar os excessos, que suscitam confusão na assembleia litúrgica antes da Comunhão” (n. 5).
Acredito ser importante considerar essa recomendação da Congregação romana, sem perder a espontaneidade do gesto segundo a sensibilidade cultural de cada comunidade celebrante. Em toda expressão litúrgica, cada rito deve ser realizado com autenticidade e profundidade interior. Existe o perigo de esvaziar os gestos litúrgicos ou repeti-los como rotina, sem aquela dimensão espiritual que dê a cada gesto o seu sentido verdadeiro.
A Carta aconselha que por “ocasião da publicação da terceira edição típica do Missal Romano no próprio País, ou quando se façam novas edições do mesmo, as Conferências considerem se é oportuno mudar o modo de se dar a paz” (6,b).  Mas, além do modo de expressar o rito, o que mais conta é “compreender e viver, nos gestos rituais, o significado correto do rito da paz”; caso contrário, “debilita-se o conceito cristão da paz e se vê afetada negativamente sua própria frutuosa participação na Eucaristia” (n. 6).
A Carta insiste na originalidade da saudação litúrgica da paz e destaca a diferença com as saudações humanas e  recomenda que, “no momento de dar-se a paz se evitem alguns abusos” (6.c).
Enfim, a Carta da Congregação convida “as Conferências dos Bispos a preparar catequeses litúrgicas sobre o significado do rito da paz e seu correto desenvolvimento na celebração da Santa Missa” (6.d). Tais catequeses deveriam possuir um caráter mistagógico, procurando destacar “o significado do rito” e a maneira de realizá-lo, bem como “a íntima relação entre lex orandi e lex credendi” que “deve obviamente estender-se à lex vivendi”, isto é, o orar e o crer devem ser testemunhados numa vida coerente (n.7).  Escreve:
“Conseguir hoje um compromisso sério dos católicos frente a construção de um mundo mais justo e pacífico implica uma compreensão mais profunda do significado cristão da paz e de sua expressão na celebração litúrgica. Convida-se, então, com insistência a dar passos eficazes em tal matéria já que dele depende a qualidade de nossa participação eucarística e o que nos vejamos incluídos entre os que merecem a graça prometida nas bem-aventuranças aos que trabalham e constroem a paz (cf. Mt 5,9ss)”.
Serafim de Sarov (1759-1833), um starets (mestre espiritual) russo do século 18º, observava: “Este gesto não serve somente para refazer a paz com o nosso irmão, mas a reencontrar em nós mesmos a paz do coração”.
Dom Armando

GIRO PELA DIOCESE

No início deste mês dom Armando celebrou a crisma de dezenas de jovens, motivo de grande alegria para a nossa igreja. 
As Comunidades de Várzea do meio e Várzea do Fogo no dia 02 e as Comunidades Arara e Alvinópolis no dia 05, todas elas pertencentes a Paróquia Santa Luzia de Ibipitanga.

Que esses jovens possam viver com compromisso e maturidade a sua fé!

VEJA FOTOS

Festa do Senhor do Bonfim em Dom Basílio


"Glória a ti neste dia de glória, glória a ti redentor que a 100 anos, nossos pais conduzistes a vitória, pelos mares e campos baianos..."

A comunidade do Senhor do Bonfim, da Paroquia de São João Batista de Dom Basílio iniciou no dia 29 de dezembro os festejos ao glorioso guarda imortal da Bahia. Com grande entusiasmo e dedicação a comunidade refletiu e se preparou durante o novenário para a tão esperada solenidade. Iniciando os festejos no dia 29 de dezembro de 2017 com a carreata de abertura contando com a presença de Nossa Senhora Aparecida vindo da comunidade de Lençóis, trazendo consigo seus fiéis alegres e encantados com o momento ali vivenciado.

A programação a festa em louvor a Senhor do Bonfim se iniciava logo cedo, as 05:00 da madrugada com o reisado e a alvorada, as novenas com início as 19:30 horas. Cada noite um convidado refletia acerca do evangelho e do tema da noite voltando sempre ao tema central: ‘’ Cristãos leigos na igreja e na sociedade’’

A solenidade aconteceu no dia 07/01/2017 (domingo) presidida pelo pároco Padre Rinaldo Silva Pereira, que compartilhou com os demais a alegria de mais uma festa celebrada com muito zelo, amor e dedicação. A comunidade encerrou os festejos com o sentimento de gratidão e orgulhosos com tudo então preparado, e mais confiantes que no próximo ano a fé e devoção continuem a mesma para cantar alegremente "nesta sagrada colina, mansão da misericórdia, dai-nos a graça divina da justiça e da concórdia". Veja fotos


Festa do Senhor Bom Jesus em Piatã

No dia 07/01, Solenidade da Epifania do Senhor, a Paróquia do Senhor Bom Jesus de Piatã celebrou com alegria o seu padroeiro paroquial. A missa solene foi presidida por D. Armando e contou com a participação de alguns padres do Vicariato. Num clima de muita fé e devoção os paroquianos viveram este momento especial.

ENCONTRO PAROQUIAL DE CATEQUESE EM ABAÍRA

Aconteceu neste domingo, dia 07 de janeiro de 2018, o primeiro Encontro Paroquial de Catequese deste ano na Paróquia Nossa Senhora da Saúde de Abaíra, onde reuniram-se as catequistas de várias comunidades.

O encontro teve início às 08h da manhã com a oração das Laudes – Liturgia das Horas, seguiu com o hino oficial do laicato 2018 e prosseguiu ainda com a apresentação do tema a ser trabalhado: “O Encontro de catequese,” propriamente dito, tema escolhido com o objetivo de conhecer a diversidade dos encontros de catequese da paróquia, propor sugestões e inovações, de acordo com o que orienta a Igreja nos documentos: Diretório Nacional de Catequese e Iniciação à Vida Cristã, Itinerário para Formar Discípulos Missionários - CNBB, afim de ajudar diretamente o catequista, em seu trabalho pastoral.

Devido o tema, houve uma boa partilha por parte das catequistas, que puderam expor suas dificuldades e sucessos e todos juntos se enriqueceram com as diversas experiências compartilhadas.

A formação deu-se em particular sobre o ambiente do encontro, inserindo nele elementos de beleza e arte para facilitar uma catequese mais celebrativa, bela e encantadora, promovendo, como orienta a Igreja o “crescimento da fé mediante a beleza e arte”ultrapassando o conceito de cursinho e se estabelecendo como experiência e vivência da fé, para estreitar os vínculos com a liturgia, para enfim, alcançar o objetivo da catequese que é promover e facilitar o encontro  com Jesus Cristo, guiados pelo que diz o documento 107 da CNBB: “A arte e a beleza dos templos são meios capazes de anunciar o amor e a bondade do Criador nos mistérios de Cristo.”

Sabe-se que a mudança ou um maior empenho no preparo do ambiente catequético não é o suficiente, mas o início de uma catequese mais mistagógica. É preciso, aos poucos, fazendo algumas mudanças e renovações, por hora, foi esta a proposta, além de abrir os trabalhos de catequese deste novo ano, rezaram juntas e ouvimos uma pequena, mas sábia, fala do pároco Pe. Marcelo que nos abordou a seriedade e as exigências de uma boa catequese.

Depois de algumas sugestões e orientações dadas pela coordenadora de catequese paroquial, Juliana, assim como de todos os presentes, o encontro foi encerrado com a proposta dos próximos trabalhos serem realizados nas comunidades e com as famílias dos catequisandos.

Encerrou-se o encontro, pedindo a Maria, sua intercessão e à Trindade Santa, a sua bênção.