PÁSCOA DE RESSURREIÇÃO


Leituras:
Atos 10,34a.37-43;
Salmo 117/118;
Colossenses 3,1-4;
João 20,1-
A Igreja exulta de alegria porque Jesus venceu a morte e sua vitória é semente de esperança e farol luminoso que dá à nossa vida terrena uma luz que não se apaga e a certeza de uma vida que não morre.
Tudo o que nós cristãos acreditamos, encontra na Páscoa do Senhor sua razão. É a vitória sobre ‘o último inimigo do ser humano’ que nos permite viver neste mundo de forma diferente, porque a vitória de Cristo nos pertence, ela é também ‘nossa vitória’.
A Liturgia da Palavra hoje recorda, antes de tudo, a descoberta do túmulo vazio - “no primeiro dia da semana” -por parte das mulheres, do apóstolo Pedro e do ‘discípulo que Jesus amava’ (Evangelho). É uma ‘corrida’ ao túmulo que ‘vazio’ – ‘tiraram o Senhor do túmulo, diz Madalena - fala alto, e bastou o túmulo vazio e ‘o discípulo amado’ “viu e acreditou”: quem tem olhar transparente e vê com o coração, entende!
Não muito tempo depois, o apóstolo Pedro dá seu corajoso testemunho: “Nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém” (I leitura). Pedro faz um resumo da vida pública de Jesus, até os eventos finais da morte e da ressurreição. Acrescenta que é por ordem do mesmo Jesus que ele e os demais apóstolos “pregam e testemunham” tudo o que aconteceu com Jesus. Nisso, nós hoje encontramos as razões de nossa fé e a urgência de uma vida coerente com essa fé.
Por isso, o apóstolo Paulo (II leitura) recomenda aos seus cristãos: “Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto”. Mas, o que são ‘as cosias do alto’? Trata-se de viver cada momento da vida de forma nova, repleta de amor, de bondade, de dom-de-si mesmo. Você não está ligado às coisas do alto (só) quando reza (e... veja com quais atitudes reza!), mas se viver cada atividade e encontro com simplicidade, gratuidade, pureza de coração... amor sincero. Este é o fruto da Páscoa! As ‘coisas do céu’ não afastam da ‘terra’, isto é, da vida cotidiana,com suas fadigas e seus desafios, mas proporcionam um novo jeito de ser, repleto do amor de Jesus.
Páscoa é o evento que abriu novos horizontes na vida da humanidade. Por isso, “transbordamos de alegria pascal” (oração sobre as oferendas), porque foram abertas para nós “as portas da eternidade” (Oração do dia). A Igreja é convidada a cantar: “Salve, ó vítima pascal” Cordeiro inocente, o Cristo abriu-nos do Pai o aprisco” (Sequência).
A todas e todos, irmãs e irmãos, desejo que a festa de Páscoa seja repleta da alegria que vem de Deus e se transforma em amor concreto e empenho fiel de seguir a Jesus, participando sempre da Páscoa semanal, isto é, da Eucaristia ou da Celebração da Palavra, para alimentar a fé que brota da Ressurreição do Senhor Jesus.
Dom Armando

CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA NA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO

SANTA MISSA COM UNÇÃO DOS ENFERMOS


Na última segunda-feira(15), às 17h, na Catedral de Livramento de Nossa Senhora, Dom Armando presidiu a Celebração Eucarística com os enfermos. A celebração foi animada pela Pastoral da Pessoa Idosa e contou com a participativa de um grande número de pessoas. Todos os doentes, que quiseram, receberam a Unção com o Santo Óleo dos Enfermos.  Foi interessante notar, nas pessoas ungidas, o brilho nos olhares e a esperança renovada, pela Fé nesse importante sacramento.    MAIS FOTOS!



PROCISSÃO LUMINOSA

Ontem(16), na Igreja da Comunidade do passa quatro, Paróquia Nossa Senhora do Livramento, às 19:30h, deu início a bela, luminosa e orante caminhada dos fiéis das paróquias de Livramento e Taquari, até a Igrejinha de Santo Antônio, no alto do monte, onde dom Armando presidiu a Celebração da Eucaristia. Concelebraram com o nosso bispo, o pároco da Catedral, Pe. Ademário da Silva Ledo Filho e o Adm. da Paróquia do Senhor Bom Jesus do Taquari, o Pe. Josemar Oliveira Novaes, CSS. No decorrer do percurso, grande número de pessoas, rezaram as estações da Via-Sacra, meditando os sofrimentos de Jesus e a dura realidade de irmãos nossos que sofrem por falta de Políticas Públicas que as amparem, em suas necessidades básicas: Saúde, Educação, Saneamento, segurança..
                            . Veja fotos!



"O Amor de Cristo nos impulsiona"


Nossa igreja se alegra por comemorar o aniversário de ordenação episcopal de nosso pastor Dom Armando Bucciol. É uma grande alegria te-lô como servo do Senhor em nossas terras. 
Rezemos pelo seu ministério e pastoreio. 



MISSA DE PRIMEIRA EUCARISTIA NA COMUNIDADE DA MATINHA DE CIMA


Contando com a presença de grande número de fiéis, Dom Armando presidiu ontem(15), às 19h, na Igreja da comunidade da Matinha de Cima, Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, à Celebração Eucarística, na qual, 20 adolescentes da Comunidade fizeram a sua primeira Eucaristia. Na Homilia, Dom Armando fez uma bela reflexão sobre as leituras e no final, convidou a todos para maior participação e compromisso na vida da Igreja e para um maior testemunho cristão na sociedade. Foi momento de festa e de alegria para os catequizandos, familiares e para todos da comunidade. Veja as fotos!

Domingo de Ramos nas Paróquias da Diocese



Com muita fé as Paróquias da Diocese celebraram o início da Semana Santa, com a tradicional Bênção e Procissão dos Ramos e a celebração eucarística da Paixão do Senhor. 


MISSA DOS SANTOS ÓLEOS E DA UNIDADE


No adro da igreja matriz de Nossa Senhora do Alívio de Ituaçu, na noite do último dia 11, Dom Armando presidiu e o clero da nossa Diocese concelebrou a “Missa dos Santos Óleos e da Unidade”, no Missal romano denominada “Missa do Crisma”.
A Liturgia se desdobrou com nobre simplicidade, antes preparada pelo padre Adil, CSS, pároco local, auxiliado por leigos e leigas da Paróquia e também pelo seminarista Júlio César, a quem coube a função de cerimoniário. Como significativo gesto de acolhida foi providenciado assento para praticamente todos os presentes, vindos de Ituaçu e de várias outras paróquias, sobretudo das mais próximas, que participaram ativamente da celebração, quando puderam ouvir a homilia proferida por nosso Bispo, que a iniciou dando-nos o sentido e a identidade peculiar daquela Missa; num segundo momento, partindo das leituras proclamadas, Dom Armando falou sobre o Messias, o Ungido do Pai, estabelecendo em seguida a ligação entre a ação de Cristo e o ministério presbiteral, dirigindo-se não só com a voz, mas também com o corpo, aos padres presentes, num total de vinte e um, incluindo os religiosos Estigmatinos e Joseleitos que servem a nossa Diocese. O Mons. Santos, por força da debilidade física, não compareceu.
À tarde, antes da Missa, houve reunião do clero nas dependências da casa paroquial, onde, também, foram servidos, numa mesa farta e variada, lanches e o jantar ao clero.

Momentos como esse, além de dar cumprimento ao oficial e previsto, são oportunidades valiosas para intensificação do convívio sacerdotal e estreitamento dos laços entre aqueles que partilham em nossa Igreja local a missão de ensinar, santificar e pastorear o povo de Deus a ela pertencente.


Pe. Rinaldo Silva Pereira 
Chanceler do Bispado

Bendito o Rei que vem em nome do Senhor


LEITURAS:
Is 50,4-7
Salmo 21
Fl 2,6-11
Lc 22,14-23,56

Inicia-se hoje, mais uma vez, a Semana Santa. Momento forte que nós cristãos católicos, de uma maneira muito especial, celebramos a paixão, morte e ressureição de Jesus Cristo. Nestes dias experimentamos de forma mais profunda esse mistério celebrado. Nele, nós procuramos sentir tudo aquilo que Jesus vivenciou e também os seus discípulos, angústias, tristezas, alegrias e esperança.
Ao ler o evangelho que narra a entrada triunfante de Jesus em Jerusalém, vimos que do início ao fim da vida de Jesus, seus ensinamentos e mensagens transmitidas com palavras e vida foram sempre no intuito de apresentar um triunfo diferente. Contrariando a lógica do mundo Jesus se apresenta sempre despojado dos artefatos do poder. Faz triunfar o amor, a humildade, a simplicidade, a benevolência, o serviço despretensioso e amoroso aos irmãos. Ao mesmo tempo o evangelho mostra uma acolhida por parte das pessoas pobres e humildes que veem em Jesus a manifestação do Filho de Deus. Jesus entra na Cidade Santa, no coração de Israel como um rei despojado, portando em si mesmo alegria e esperança, diante de um mundo que desprezava as pessoas mais desprovidas de dignidade.
Um aspecto curioso deste evangelho que abre a liturgia da Semana Santa é a tentativa que as autoridades fazem com relação aos seguidores de Jesus. Pedem insistentemente ao Mestre que faça os seus discípulos se calarem. Bela e profunda é a resposta que Jesus dá: “Se eles se calarem, as pedras gritarão”. A ressonância desta mensagem é muito encorajadora e imperativa. Quem é discípulo de Jesus não pode se calar, ainda que alguém ou alguns queiram. O discípulo precisa ser corajoso e manifestar o que traz no coração. Não pode ser discípulo e permitir que as pedras, o silêncio da omissão contagie aquele que deve proferir palavras da verdade e libertação.
Neste domingo também a liturgia traz o evangelho da paixão de Jesus. É o mesmo que será lido na Sexta-Feira-Santa. Com ele a Igreja nos introduz no mistério do sofrimento de Jesus para juntos participarmos e revivermos tudo aquilo que aconteceu com o nosso Redentor. Ao adentrar na narrativa da Paixão do Senhor podemos fazer várias reflexões e tirar para nós muitos ensinamentos. A paixão de Cristo revela que a missão de Jesus no combate ao mal se deu do início ao fim da sua vida e, mais intensamente, no início até o fim da sua vida pública.
Jesus foi do início ao fim firme e determinado na luta contra as forças aniquiladoras do bem, do amor e da paz, das forças que destroem a vida humana em suas múltiplas formas de manifestação. Ao fazer isto Jesus nos ensina e encoraja a fazer o mesmo. Sendo vítima da injustiça, foi combativo incansavelmente na busca pela mesma. As estruturas humanas quando desprovidas do princípio do amor e do bem se tornam perversas, injustas e destruidoras. Assim, ao contemplarmos a paixão do Senhor, olhamos para nossa vida de cristãos e humanos que somos para avaliar se não estamos continuando a perpetuar através de nossos atos os modelos contrários aos ensinamentos do mestre.
Resultado de tudo foi a morte de Jesus como consequência da maldade fermentada na vida das autoridades e expandida na escolha da população, manipulada por quem detinha o poder. Tudo aconteceu há dois mil anos atrás. Entretanto, a humanidade continua a reproduzir em tantos momentos da nossa história esquemas de injustiças que ferem e que matam, assim como foi feito com Jesus de Nazaré. Rezemos neste dia, pedindo a luz divina que ilumine as nossas consciências, para que, através da nossa vida, possamos viver o discipulado como verdadeira e profunda escolha de quem encontrou no mestre Jesus o sentido para a vida, capaz de gerar o amor, a justiça e a paz. Que os caminhos da paixão nos conduzam a processos que nos levem a viver a Páscoa, como momento principal da libertação de que precisamos, para nós e para o mundo.
Padre Nicivaldo Evangelista.
 Pároco da Paróquia N. Sra. do Bom Sucesso Ibitiara e
Adm. da Paróquia S. do Bonfim de Boninal

Programação da Semana Santa nas paróquias

A Semana Santa é um tempo forte de oração e fé. 
Participe das celebrações deste período em sua Paróquia. 

DOM ARMANDO FALA SOBRE A PROCISSÃO DE RAMOS

No site da CNBB, dom Armando, faz uma reflexão sobre a procissão de ramos ao longo dos séculos e nas diferentes tradições litúrgicas. Ele afirma que a paixão e morte oprobriosas e a exaltação messiânica do Senhor”, são as duas componentes do Mistério pascal de Cristo e explica que os dois ritos têm origem nas Igrejas de Jerusalém e de Roma.  A Igreja de Jerusalém, desde o IV século, recordava a entrada triunfal de Jesus na cidade santa, realizada segundo a profecia de Zacarias: “Agora o teu rei está chegando, justo e vitorioso. Ele é pobre, vem montando num jumento” (Zc 9,9).
 Clique aqui e leia o texto na íntegra!





Encontro dos Padres do Vicariato N. Sra. do Alívio



Durante a manhã do dia 09 de abril, em Barra da Estiva, os padres do Vicariato N. Sra. do Alívio, que compreende as paróquias de Barra da Estiva, Contendas do Sincorá, Ibicoara, Ituaçu, Iramaia, Mucugê e Tanhaçu, se reuniram para um momento fraterno de convivência e organização das atividades pastorais na região. 

Na oportunidade, os padres partilharam a realidade social e pastoral das paróquias, bem como planejaram os encontros a nível de vicariato para favorecer uma maior participação das comunidades.