Festa do Senhor do Bonfim em Rio do Pires

A comunidade paroquial de Rio do Pires convida todos a participar da festa do seu padroeiro.
Veja a programação no vídeo abaixo:


ROGAI POR NÓS SÃO SEBASTIÃO


De 11 a 19 de janeiro, os fiéis católicos da Paróquia de Nossa Senhora da Saúde, se reuniram na Capela de São Sebastião às 19h30min, a fim de realizar o novenário em louvor ao Co-padroeiro.  Com o tema: “Fé e responsabilidade na construção de um mundo justo e fraterno”, os celebrantes de cada noite, a partir do Evangelho partilhavam sobre a responsabilidade que temos em fazer um mundo mais justo e fraterno, que através da fé devemos lutar por um mundo melhor.
Na véspera (19), as comunidades de Rio de Contas e Malhada, celebraram a festa em louvor ao seu padroeiro, e no dia (20), dia do Santo, foi a vez das comunidades de Assento e Curralinho.
Após os noves dias de oração, a comunidade Matriz, contou com um fervoroso número de fiéis que se reuniram na Capela de São Sebastião às 19h30min, para celebrar a festa em louvor ao seu Co-padroeiro, a Santa Missa foi presidida pelo pároco Pe. Marcelo Pires.  Logo em seguida, os devotos seguiram em procissão pelas ruas da cidade até a Igreja Matriz onde foi dada a benção final e terminada a celebração, com o intuito de lembrar que em breve iniciará os festejos em louvor a Nossa Senhora da Saúde.

AGENDA DO BISPO

JANEIRO 2019 - III
Dia
Horas
Onde
Atividade
21 e 22: Em Feira de Santana: Semana formação Catequistas Regional NE 3
23
Manhã
Casa do Bispo - Cúria
Atendimento
Tarde
Casa do Bispo
Atendimento
19.30
Catedral
S. Missa
24
Manhã
Casa do Bispo
Atendimento
09.30
Capela Casa do Bispo
Casamentos
19.30
Paróquia Santo Antônio - Paramirim
S. Missa com Crisma
25
16.00
Paróquia São Paulo Ap. – Novo Horizonte
S. Missa na festa do Padroeiro
19.00
Par. Nsa. Sra. do Bom Sucesso - Ibitiara
S. Missa (25º do Hospital ‘Pe. Aldo’)
26
Manhã
Casa do Bispo
Atendimento
19.30
Comunidade Noruega - Paramirim
S. Missa com Crisma
27
Manhã
Centro diocesano
Retiro Crismandos
17.00
Paróquia Senhor do Bonfim – Rio do Pires
S. Missa na festa do Padroeiro
28
Manhã
Casa do Bispo - Cúria
Atendimento
Tarde
Casa do Bispo
Atendimento
19.00
Centro diocesano
Encontro pais e padrinhos crismandos
29
Manhã
Casa do Bispo - Cúria
Atendimento
19.30
Comunidade Grama – Paramirim
S. Missa com Crisma
30
Manhã
Casa do Bispo - Cúria
Atendimento
Tarde
Casa do Bispo
Atendimento
19.30
Casa do Bispo
Encontro crismandos adultos



... NA VIDA E NA MORTE, NOBRE SIMPLICIDADE!


(Foto/Reprodução: Mandacaru da Serra)
Na catedral éramos poucos, vários bancos permaneceram vazios; alguns membros do coral Nossa Senhora do Livramento, ao som do órgão, sem arranjos mecânicos, entoavam “a vida pra quem acredita”; no presbitério dois padres amigos aguardavam paramentados; a silenciosa chama do círio pascal lembrava o Cristo que, se consumindo, nos faz encontrar a Verdade;a essa coberta com o tecido roxo, que levemente tremulava...tudo isso montava o cenário da celebração exequial oficiada na manhã do último dia 18, quando, numa suntuosa urna funerária foi levado catedral a dentro o corpo do nosso irmão Érico Lopes,  que encerrou sua caminhada terrena no dia anterior. Rezamos, ouvimos a Palavra, refletimos, cantamos e nos despedimos daquele irmão, franzino de corpo e de pouca estatura, mas de robusta envergadura moral; um homem de fé, que fez da arte seu jeito de glorificar a Deus e as coisas santas, como também pela sua obra foi capaz de expressar sua fé, um tanto ingênua, bastante alegórica, mas não menos autêntica.
Érico Lopes de Oliveira (seu Érico), nasceu em Livramento de Nossa Senhora, a 18 de outubro de 1929, filho de Fulgêncio de Oliveira e de dona Eliza Lopes de Oliveira. Frequentou pouco a sala de aula – somente até o 1º ano – mas foi um artista nato, conseguindo exercer com suas mãos e inteligência os ofícios de pintor, restaurador, escultor, marceneiro e pedreiro, o que lhe possibilitou transformar sua casa de morada, em Livramento, num espaço repleto de obras de arte, ligadas à fé ou não. Por 45 anos morou em São Paulo, a trabalho, mas, aposentado, voltou para sua amada Livramento de Nossa Senhora, em 2001.
Catedral de Nossa Senhora do Livramento,
antes das reformas.
São obras suas, em nossa Diocese, a restauração e pintura do altar mor da catedral e da matriz de Barra da Estiva, como a restauração dos quadros da Via sacra expostos na catedral, estes doados pelo Mosteiro de São Bento da Bahia, na década de 1970, por influência do Irmão Pascoal, OSB, livramentense de nascimento. Foi seu Érico quem deu à réplica da imagem de Nossa Senhora do Livramento ajustes escultural e na policromia para se assemelhar à entronizada no altar mor da catedral, uma vez que a adquirida em gesso, no início deste século, em nada parecia à original. Ainda podemos enumerar o restauro de Senhor dos Passos, imagem da imaculada Conceição e do busto de São Tarcísio, pertencentes acervo da catedral, como merecem menção o restauro da pia batismal da catedral, de incalculável valor sentimental a todos nós que ali nascemos na fé e para a Igreja, e a escultura e pintura de uma imagem de santa Josefina Bakhita, por ele doada à igreja na comunidade denominada Patos, pertencente à catedral. São inúmeros os restauros, reparos, retoques e ajustes feitos pro seu Érico Lopes em muitas obras de artes espalhadas por Livramento e região, de acervos e devoções particulares como pertencentes a igrejas da nossa Diocese. E isso tudo feito no silêncio de quem tão somente queria colaborar, o que acabou por transformar os feitos em nobre simplicidade.
Em nossas memórias ficam a lembrança de um artista simples, de fé, que não foi capaz de tornar despercebida sua imagem de artista e presença em nossa comunidade eclesial. A casa de seu Érico e obras lá existentes agora formam um legado sem igual deixado à posteridade livramentense, cujos cuidados e preservação cobram dos herdeiros sensibilidade e irrenunciável esmero de que ama a arte.

Pe. Rinaldo Silva Pereira 
Chanceler do Bispado


2º Domingo do Tempo Comum - Ano C

Leituras:

Is 62,1-5
Sl 95
1Cor 12,4-11
Jo 2,1-11

Houve um casamento na Galileia. Assim começa este relato em que nos é dito algo inesperado e surpreendente. A primeira intervenção pública de Jesus, o Mensageiro de Deus, não tem nada de religioso. Não acontece num local sagrado. Jesus inaugura a Sua atividade profética "salvando" uma festa de casamento que poderia ter terminado muito mal.

Naquelas aldeias pobres da Galileia, a festa de casamento era a mais apreciada por todos. Durante vários dias, familiares e amigos acompanhavam os noivos comendo e João diz-nos que foi no meio de um desses casamentos que Jesus deu o Seu "primeiro sinal", o que nos oferece a chave para compreender todas as Suas ações e o profundo significado da Sua missão salvadora.

O evangelista João não fala de "milagres". Aos gestos surpreendentes que realiza, Jesus chama-lhes sempre "sinais". Ele não quer que os seus leitores fiquem naquilo que pode fazer de prodigioso na sua ação. Convida-nos para que descubramos o seu significado mais profundo. Para isso, ele oferece-nos algumas pistas de natureza simbólica. Vejamos uma.

A mãe de Jesus, atenta aos detalhes da festa, percebe que "não resta vinho" e conta ao filho. Talvez os noivos, de condição humilde, tenham sido ultrapassados pelos convidados. Maria está preocupada. A festa está em perigo. Como pode terminar uma festa de casamento sem vinho? Ela confia em Jesus.

Entre os camponeses da Galileia o vinho era um símbolo muito conhecido de alegria e amor. Todos sabiam disso. Se na vida falta a alegria e falta o amor, como pode ser a convivência? Maria não se engana. Jesus intervém para salvar a festa, proporcionando vinho abundante e de excelente qualidade.

Este gesto de Jesus ajuda-nos a compreender a orientação de toda a Sua vida e o conteúdo fundamental do seu projeto do Reino de Deus. Enquanto os líderes religiosos e os mestres da lei se preocupam com a religião, Jesus dedica-se a tornar a vida das pessoas mais humana e suportável.

Os evangelhos apresentam Jesus focado, não na religião, mas na vida. Não é só para pessoas religiosas e piedosas. É também para aqueles que vivem desapontados pela religião, mas sentem a necessidade de viver de uma maneira mais digna e feliz. Por quê? Porque Jesus transmite a fé num Deus em quem se pode confiar e com quem se pode viver com alegria, e porque Ele atrai para uma vida mais generosa, movida por um amor solidário.

José Antonio Pagola
 
 
fonte: http://iglesiadesopelana3m.blogspot.com/