AGENDA DO BISPO



JULHO 2017 - II

Dia
Horas
Onde
Atividade
17
Manhã
Casa do Bispo
Atendimento
17.00
Encontro crismandos jovens
19.00
Encontro Crismandos adultos
18
09.00
Casa do Bispo
Casamento
19.30
Paróquia Senhor do Bonfim – Rio do Pires
S. Missa com entrega ministérios MESCE
19
08.30
Dom Basílio, bairro Leite
Visita Creche
10.00
Casa do Bispo
Atendimento
14.00
Barra do Bernardo - Dom Basílio
Visita Colégio
17.00
Casa do Bispo
Atendimento
20
Manhã
Colégio Ulisses – Paramirim
Encontro pais
12.20
Rádio FM 88
Entrevista
19.30
Comunidade Canabrava – Jussiape
S. Missa com Crisma
21
Manhã
Vitória da Conquista
Acolhida Padres hóspedes para Jubileu
Tarde
Casa do Bispo
Atendimento
22
Manhã
Casa do Bispo
Atendimento
10.00
Rádio Portal FM
Entrevista
Tarde
Catedral
Atendimento - Confissões
23
17.00
Catedral
Solene Celebração do Jubileu

Instituição de M.E.S.C.E.’S em Rio do Pires


Na última terça-feira, dia 18, Dom Armando esteve presente na Paróquia Senhor do Bonfim, onde instituiu novos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística para o serviço litúrgico e pastoral naquela comunidade paroquial. Alguns foram auxiliados em sua formação ainda com o empenho dos padres Jucimar e Idérico, quando por lá atuaram; outros, mais recentemente. Damos graças a Deus pelo sim destes nossos irmãos e irmãs a este tão bonito ministério em nossa Igreja e desejamos-lhes que, alimentados e fortalecidos pelo Pão da Vida, possam transmitir sempre mais aos irmãos, sobretudo doentes e idosos, o amor de Cristo, que veio para servir e dar a vida.

Festa de Nossa Senhora do Carmo em Morro do Fogo - Érico Cardoso

A Paróquia de Nossa Senhora do Carmo de Érico Cardoso viveu no último domingo, dia 16, a festa da padroeira do Morro do Fogo. O povoado surgiu no século XVIII quando garimpeiros iniciaram a exploração de ouro na região. A cada ano muitos devotos de toda a região participam da festa. As novenas são cantadas pelas Rezadeiras do Morro e a missa festiva conta com a presença de pessoas de várias paróquias do Vicariato que leva o seu nome.

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ENCERRAMENTO DA VISITA PASTORAL EM DOM BASÍLIO

O tempo passou e a Visita Pastoral alcançou seu término, marcado com a Celebração Eucarística no adro da igreja matriz de São João Batista. Os fiéis não foram tão numerosos como se esperava, mas a participação foi muito expressiva e, quiçá, frutuosa. Auxiliaram por demais na oração os cantos entoados pelo coral paroquial, que se apresentou pela primeira vez, após cuidadosa preparação feita pelo seminarista Júlio César. Utilizando por referência o tema da semeadura, Dom Armando, na homilia, insistiu que todos se tornem terreno fértil, onde a Palavra, semente sempre boa, possa germinar e produzir frutos, além de encorajar os paroquianos a manterem-se fiéis a Jesus, como meio de se encontrar a verdadeira felicidade.  Em suas palavras, o Bispo acresceu agradecimentos à acolhida que lhe foi dispensada, afiançou seu apoio de Pastor aos empreendimentos eclesiais da paróquia e manifestou seu contentamento com tudo o que viu, ouviu e presenciou nos dias da Visita Pastoral.
Na mesma celebração, 54 paroquianos foram investidos no ofício de ministro extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística, merecendo, aqui, junta menção o empenho do seminarista Élcio Bonfim em prepará-los ao momento com o retiro espiritual.
Ao final da celebração, o Irmão Edmundo agradeceu os que se envolveram nos preparativos e realização da Visita Pastoral e aproveitou o ensejo para agradecer, também, a Dom Armando pelo apoio que tem recebido, na Paróquia, desde quando nela chegou para cuidar do respectivo pai. Foi solenemente entoado o Te Deum e o padre Rinaldo pronunciou palavras de gratidão a Dom Armando, que retribuiu afirmando seu bem querer pelo padre, cuja ajuda espera ter até o final do seu ministério episcopal.

DÉCIMO DIA DE VISITA PASTORAL EM DOM BASÍLIO

         


  No último sábado, dia 15/07, Dom Armando cumpriu mais duas etapas da Visita Pastoral em Dom Basílio: à tarde ele visitou o setor 01 (Bom Jesus), formado pelas comunidades de Salitre, Salobo, Rio São João e Poça do Rio São João. Depois da costumeira palestra, desta vez abordando temas ligados aos ministérios na comunidade, foi celebrada a santa Missa, durante a qual 08 jovens da comunidade Salobo receberam o Sacramento da Confirmação. A igreja do Salobo, ainda em construção, ficou pequena para acolher as comunidades vizinhas, mas todos puderam não somente participar da Celebração como cumprimentar pessoalmente o Bispo, que fez questão de saudar um a um.
            Às 20h00min, na igreja matriz, foi a vez de Dom Armando se encontrar com os casais. Vieram muitos, mais de 100, que, atentos, ouviram as palavras do Bispo, cuja palestra foi referendada pelo amor esponsal, a partir da Carta de São Paulo aos colossenses. Por quase duas horas todos permaneceram atentos, sendo que alguns fizeram intervenções e deram exemplos a endossar as palavras de Dom Armando. Como proposta foi deixada a reativação da Pastoral Familiar, desarticulada desde 2014. Ao final do encontro, os casais presentes renovaram os compromissos matrimoniais. Veja mais fotos!

NONO DIA DE VISITA PASTORAL EM DOM BASÍLIO

Retornado a Dom Basílio, na noite desta sexta feira, dia 14 de julho, Dom Armando se encontrou com alunos do Centro Educacional Padre Manoel Olímpio e do Colégio Estadual Manoel Francisco de Caires, ambos do turno noturno. O número de alunos foi aquém do esperado, mas a conversa foi de grande proveito. Dom Armando começou falando de Jesus Cristo e sua proposta de vida, pontuando questões da vida pessoal e familiar. Utilizando como referencia as três tentações de Jesus transmitidas por Mateus, ele seguiu falando de felicidade, querer primeiro de toda pessoa.  Ao final respondeu perguntas e tirou dúvidas de alguns alunos e professores que ali estavam. Mais fotos!

Está chegando o dia do Jubileu Diocesano!

No próximo domingo estaremos celebrando os 50 anos de nossa Diocese na cidade de Livramento de Nossa Senhora. Não fique de fora: venha celebrar conosco! Reúna sua comunidade, organize uma caravana e esteja presente nesse momento histórico.


PROGRAMAÇÃO:

14 a 22 de julho – novenas nas comunidades
23 de julho, 17h – celebração eucarística na Praça D. Hélio Paschoal, em seguida procissão com os símbolos da paróquia.

20. MÃOS ESTENDIDAS - BRAÇOS ABERTOS

Um gesto frequente nas celebrações litúrgicas, sobretudo por parte de quem preside, é orar de mãos estendidas ou de braços abertos. Recordamos o que escreve a igmr, 42: “Os gestos e posições do corpo tanto do sacerdote, do diácono e dos ministros, como do povo devem contribuir para que toda celebração resplandeça pelo decoro e nobre simplicidade, se compreenda a verdadeira e plena significação de suas diversas partes e se favoreça a participação de todos”. E finaliza desejando que “a tudo possa contribuir antes para o bem comum espiritual do povo de Deus do que atender ao seu próprio gosto ou arbítrio”.
De fato, na liturgia, os gestos não pertencem a quem preside; ele tem a grande responsabilidade de favorecer a assembleia a entrar no mistério celebrado. Por isso, devem ser gestos profundamente pessoais, mas não facultativos e segundo o bel-prazer de cada um. Os gestos não pertencem a quem preside, nem expressam sentimentos pessoais. Eles são como ‘ritualizados’, sinais de um mistério da Igreja toda.
Um liturgista muito competente, o padre Aldazábal, escrevia: “O presidente que, de pé diante da comunidade e diante de Deus, com os braços abertos e as mãos estendidas, proclama a oração comum, apresenta a oferenda e invoca; o presidente que com a voz e com os gestos saúda a comunidade reunida, abençoa-a e lhe doa a Eucaristia é um sinal vivente de Cristo e, ao mesmo tempo, o ponto de união e comunhão de toda a comunidade celebrante” (In Simboli e gesti, p. 97).
Orar de mãos estendidas e de braços abertos se encontra na tradição bíblica, onde as mãos expressam o agir humano, são um meio muito significativo da sua linguagem. Lembremos algumas passagens dos Salmos: Senhor... escuta a voz de minha súplica quando te peço ajuda, quando elevo as mãos para teu santo templo (Sl 28/27,2); ...no teu nome erguerei as minhas mãos (63/62,5); a ti estendo as minhas mãos, como a terra seca, anseio por ti (143/142,6). Recordamos, ainda, Moisés que, na batalha contra os amalecitas, favorecia a vitória do exército hebreu, quando ele ficava com a mão levantada (cf. Ex 17). O apóstolo Paulo recomenda aos seus cristãos: Quero, pois, que em toda parte, os homens orem, erguendo mãos puras, sem ira nem contenda (1Tm 2,8).
Escreve o teólogo Romano Guardini: “O ser humano abre bem as mãos e eleva as palmas abertas a fim de que a plenitude de sua alma flua livremente e sua alma possa receber plenamente o que anseia” (O espírito da liturgia). As mãos estendidas, então, tornam-se o símbolo de um espírito que se abre para o alto, do nosso ser que tende para Deus. Esse gesto pode expressar, sem palavras, louvor e agradecimento, súplica, invocação, disponibilidade, e até angústia.
Na liturgia, não só o gesto retorna, mas também expressões que recordam Jesus que, na cruz, estendeu os braços na hora de sua paixão (prefácio, OE II); Antes de estender os braços entre o céu e a terra, em sinal de perene aliança, Ele quis celebrar a Páscoa com os seus discípulos (I OE da Reconciliação). Nesse contexto, a oração se torna intercessão pelos outros. Com diferentes nuances, segundo as culturas, o gesto acompanha a celebração, enquanto, quem preside levanta seus braços e ergue as mãos, em atitude de súplica e intercessão ao Senhor, recordando e atualizando o que fez Jesus, sobretudo na hora de sua doação total.
Dom Armando